27 de novembro de 2010

Yes - Discografia.

Yes é um grupo britânico de rock progressivo formado originalmente por Jon Anderson (vocal), Chris Squire (baixo), Tony Kaye (teclado), Peter Banks (guitarra) e Bill Bruford (bateria) em 1968. Apesar das muitas mudanças na formação, separações ocasionais e as diversas mudanças na música popular, o grupo permanece por mais de 30 anos e ainda retém grande prestígio internacional. 

História.

Primórdios.

O Yes foi formado em 1968 pelo vocalista Jon Anderson e pelo baixista Chris Squire. Squire já havia gravado um single em 1964 como membro do The Warriors, uma banda formada pelo seu irmão, Tony, e posteriormente gravou alguns compactos pela Parlophone Records sob o pseudônimo Hans Christian. Durante pouco tempo também foi membro da banda Gun e da The Syn, uma banda de rock psicodélico que gravou alguns singles para a Deram Records. 

Após o fim do The Syn, Squire passou um ano dedicando-se a desenvolver sua técnica no baixo, altamente influenciado pelo baixista John Entwistle, do The Who. E então, em maio de 1968, ele conheceu Anderson em um clube noturno em Soho, chamado La Chasse, aonde Anderson estava trabalhando. Os dois possuíam um interesse em comum por harmonias vocais e começaram a trabalhar juntos no dia seguinte. 

Squire estava em uma banda chamada Mabel Greer’s Toyshop com Clive Bailey, e Anderson começou a fazer vocais para a banda. O baterista Bill Bruford foi recrutado, respondendo um anúncio no Melody Maker, substituindo Bob Hagger. Fã de jazz, Bruford anteriormente havia tocado em três shows com o grupo de Blues Savoy Brown. 

Bailey saiu do grupo, sendo substituído na função de guitarrista por Peter Banks. Juntou-se ao grupo o tecladista Tony Kaye, ex-integrante de várias bandas sem sucesso, como Johnny Taylor’s Star Combo, The Federals e Jimmy Winston and His Reflections. Após a entrada de Kaye, a banda passou a se chamar Yes. O nome foi sugerido por Banks, com o raciocínio de que a palavra iria se destacar em pôsteres publicitários. De acordo com Anderson, o nome foi aceito por ser uma palavra positiva. 

O primeiro show do Yes foi no East Mersey Youth Camp na Inglaterra no dia 4 de Agosto de 1968. Logo após, eles abriram para o Cream em seu show de despedida no Royal Albert Hall. No início, o grupo ganhou notoriedade por fazer versões drasticamente alteradas, mais extensas, de músicas de outros artistas, de modo similar ao que o Deep Purple fazia. A banda começou a chamar atenção, chegando a aparecer no programa de John Peel e tendo sido escolhida por Tony Wilson do Melody Maker como sendo uma das duas bandas mais “Provaveis a Serem Bem-Sucedidas” – a outra era o Led Zeppelin. 

O primeiro álbum, auto-intitulado, foi lançado em 25 de Julho de 1969. Desde o início, o Yes já era uma banda de músicos excelentes com objetivos ambiciosos. Peter Banks imediatamente ganhou a atenção de fãs e critícos, e os vocais harmoniosos de Anderson e Squire se tornaram uma imediata marca registrada da sonoridade do Yes. O ponto de vista otimista e vagamente futurista do mundo contribuía para uma sonoridade melódica, virtuosa e entuasiasmada. Os destaques do álbum de estreia eram a versão jazzística de “I See You”, do The Byrds e a faixa de encerramento “Survival”, que demonstrava uma combinação de harmonias vocais com uma construção musical complexa. 

Em 1970, o grupo levou suas ambições ao extremo, especialmente para esse período, ao gravar e lançar seu segundo disco, desta vez acompanhado por uma orquestra de 30 músicos. Time and a Word apresentava composições originais, com exceção de duas músicas, “No Opportunity Necessary, No Experience Needed”, de Richie Havens e “Everydays”, de Stephen Stills. A releitura épica da música de Havens também incluia trechos da música-tema do filme The Big Country. Apesar de ser musicalmente excepicional em termos de melodia e com uma execução potente das músicas, infelizmente, a orquestra (e o tecladista Tony Kaye) ofuscaram Banks e grande parte do trabalho vocal, deixando Time and a Word como um trabalho de banda mal - equilibrado. Antes do lançamento do disco, Peter Banks foi demitido, sendo substituído por Steve Howe, ex-integrante das bandas Tomorrow, The Syndicats e The In Crowd. A capa da versão americana do disco mostrava uma foto da banda com Howe, como se o recém-chegado guitarrista tivesse tocado no disco. 

A Formação Clássica.

As gravações do Yes durante a década de 70 ainda hoje são consideradas por muitos fãs como sendo o som clássico do Yes. Esses discos apresentam arranjos complexos com orientação de música erudita, marcações de tempo incomuns, musicalidade virtuosa, mudanças métricas dramáticas, dinâmicas e letras surrealistas de significados obscuros. O repertório comumente excedia a estrutura padrão das músicas pop de duração média de três minutos com suítes longas, algumas vezes com 20 minutos ou mais, fazendo da banda um dos carros-chefe do emergente rock progressivo. Versos com vocais alternavam-se com interlúdios instrumentais atmosféricos, passagens frenéticas e improvisos longos de guitarra, teclado e baixo. As marcas registradas deste período clássico são os vocais agudos e melódicos de Jon Anderson, os solos de guitarra e teclado de Steve Howe e Rick Wakeman, respectivamente, a bateria poli - rítmica de Bill Bruford (e, posteriormente, Alan White) e o baixo altamente melódico de Chris Squire, destacado pelo som de seu Rickenbacker RM1999. 

Chris Squire foi um dos primeiros baixistas de rock a adaptar de forma bem-sucedida efeitos de guitarra para seu baixo, tais como tremolo, phasers e pedal wah-wah. A seção rítmica de Squire/Bruford e Squire/White é considerada por muitos como uma das melhores do rock daquele tempo. 

Os dois primeiros discos do Yes uniam material original com covers de suas principais influências, incluindo Beatles, The Byrds e Simon & Garfunkel. 

A saída de Peter Banks em 1970 e a chegada de Steve Howe levou o Yes à novos pontos. O novo estilo emergente do grupo gerou seu próximo álbum, o bem - recebido pela critica The Yes Album, que pela primeira vez consistia inteiramente de composições originais. Também foi o disco que iniciou a parceria com o produtor e engenheiro de som Eddie Offord, cuja habilidade com estúdio foi um elemento-chave na criação do som do Yes.

Em 1971, o tecladista Tony Kaye foi demitido, vindo a formar depois sua própria banda, Badger. Apesar de ser um tecladista talentoso que contribuía com passagens memoráveis em seu órgão Hammond (particularmente nas clássicas “Everydays” e “Yours is No Disgrace”), Kaye não conseguia se equiparar à guitarra de Howe no que diz respeito aos improvisos. Ele foi substituído por Rick Wakeman, de treinamento clássico, que havia acabado de sair do The Strawbs e era um músico de estúdio notável, tendo tocado com David Bowie e Lou Reed. Wakeman trouxe os teclados à um nível tão alto quanto o da guitarra, uma situação rara para um grupo de rock. 

Como um solista, Wakeman provou-se um perfeito colega para Howe. Ele também trouxe duas adições vitais para a instrumentação do grupo – o Mellotron (que Kaye se mostrava pouco à vontade em usar) e o sintetizador Minimoog. Seu visual no palco também era marcante: Wakeman era rodeado por vários teclados, e possuía um cabelo loiro longo e uma capa brilhante, ganhando ares de mago. Apesar do grande impacto visual, sua aparência se tornou objeto de ridículo para alguns.  

A primeira gravação dessa nova formação (Anderson, Bruford, Howe, Squire e Wakeman) foi uma interpretação dinâmica de dez minutos de duração de “America” de Paul Simon, originalmente do disco The Age of Atlantic, uma compilação de várias bandas da Atlantic Records. O excelente trabalho de orgão na música na verdade foi tocado por Bruford. Foi simultaneamente o fim de uma era – foi a última faixa não-original que a banda gravou – e o início de outra, demonstrando todos os elementos do novo Yes. 

Com Wakeman à bordo, o Yes entrou naquele que muitos consideram como sendo seu período mais fértil e bem-sucedido, gravando dois discos muito bem recebidos. Fragile (1971) constou no Top 10 na América, assim como Close to the Edge (1972). O Yes gozou de enorme sucesso comercial e de crítica por todo o mundo e passou a possuir um dos shows mais populares da época. 

Eles também se valeram dos tremendos avanços na tecnologia para som ao vivo que surgiam na época, e eles eram renomados pela alta qualidade de som e iluminação no palco. Os dois discos se tornaram grandes marcos na história do rock progressivo. Inclusive, muitos consideram o álbum Close to the Edge como sendo o ponto máximo de todo o gênero. 

Fragile apresentava as capacidades individuais da banda apresentando uma composição individual de cada um: “We Have Heaven” de Anderson, “Mood for a Day” de Howe, “Cans and Brahns” de Wakeman, “Five per Cent for Nothing” de Bruford e “The Fish” de Squire. As outras quatro faixas do disco eram composições de toda a banda (destaque para a excelente “Roundabout”. 

Fragile também marcou o início de uma longa parceria com o artista Roger Dean, que desenvolveu o logotipo do grupo e as capas de seus álbuns, bem como os cenários de palco. Dean também trabalharia para outras bandas de rock progressivo, tornando suas ilustrações psicodélicas e ricas de detalhes uma característica marcante do rock progressivo. 

Antes do lançamento de Close to the Edge, durante o auge do sucesso da banda, Bill Bruford anunciou que estava saindo da banda para se unir ao King Crimson. A atitude de Bruford causou espanto geral, pois Bruford estava deixando uma banda de grande sucesso comercial para se unir a uma banda de potencial comercial tão fraco – devido ao alto teor experimental da musicalidade do King Crimson. Ele foi substituído pelo ex-baterista da Plastic Ono Band, Alan White, um baterista de rock mais convencional e dono de um estilo contrastante com a sonoridade imaginativa e jazzistíca de Bruford. 

White, amigo de Anderson e Offord, já vinha sendo sondado pela banda semanas antes da saída de Bruford. Chris Squire o ameaçou jogá-lo pela janela caso ele não aceitasse entrar na banda. Ele aceitou, permanecendo na banda por mais de trinta anos, contribuindo com mudanças de tempo ambiciosas e uma capacidade colaborativa muito proveitosa para o Yes. White conseguiu aprender o repertório altamente ambicioso da banda em apenas três dias antes de iniciar a turnê, que teve início logo após o lançamento de Close to the Edge, em Setembro de 1972. A turnê rendeu o álbum ao vivo triplo Yessongs’. O disco inclui duas faixas gravadas com Bruford: “Perpetual Change”, com um solo de bateria de Bruford, e “The Fish”. 

Yessongs foi um projeto ambicioso e sem dúvidas uma aposta arriscada da gravadora Atlantic Records. Foi um dos primeiros discos triplos da história do rock, apresentando versões ao vivo de todo o material original dos três discos anteriores. Apresentada em uma das embalagens mais luxuosas da época, a arte de Roger Dean se espalhava através das dobras e dava continuidade aos conceitos orgânico - cósmicos dos dois discos anteriores. O disco foi outro sucesso de vendas e foi recentemente votado como um dos vinte melhores álbuns ao vivo de todos os tempos. Um vídeo da turnê, lançado sob o mesmo nome, apresentando filmagens (com Howe ganhando grande destaque por ser cunhado do editor) misturadas com efeitos visuais psicodélicos. 

O próximo disco de estúdio, Tales from Topographic Oceans, marcou uma mudança drástica na sorte da banda, dividindo fãs e críticos. Apesar de composições longas do Yes já serem comuns nesse ponto – a faixa - título de Close to the Edge ocupava todo um lado do LP – as quatro faixas de duração média de 20 minutos que constituíam o disco duplo Tales from Topographic Ocans receberam opiniões mistas e deixou a sensação de que a banda estava começando a exagerar. Gravado após uma longa turnê, o disco foi descrito por Jon Anderson como sendo “o ponto de encontro de grandes ideias e pouca energia”. Rick Wakeman, em particular, desaprovou o disco, e até hoje fala mal dele. É dito que o filme This is Spinal Tap tirou inspiração deste disco e da sua respectiva turnê. Por outro lado, fanáticos por rock progressivo o consideram um dos melhores discos de rock progressivo de todos os tempos. Não importa que opiniões receba, a única coisa certa é que o disco deixa uma impressão extrema, seja ela positiva ou negativa. 

Tensões internas entre Wakeman e o resto da banda, bem como a cada vez mais bem-sucedida carreira solo do tecladista, o levaram a sair da banda após a turnê de Tales em 1974. Dedicando-se por completo à sua carreira solo, ele obteve grande sucesso.  

Mudanças.

Wakeman foi substituído pelo suíço Patrick Moraz para gravar Relayer em 1974. A vasta diferença entre as contribuições de Moraz para o Yes entre as de Wakeman foi mais uma novidade do que um desapontamento, sendo Moraz um músico de electric-jazz, mais voltado para experimentações e improvisos. Mais uma vez, o disco apresentava uma faixa que tomava um lado inteiro do vinil, “The Gates of Delirium”, cuja seção “Soon” foi lançada como single, obtendo grande sucesso comercial no mundo todo, alcançando a primeira posição nas paradas espanholas e se tornando a primeira música representativa do Yes perante o grande público no Brasil. Após um longa turnê entre 1975 e 1976, cada membro lançou um álbum solo. Na mesma época, foi lançada a coletânea Yesterdays, contendo faixas dos dois primeiros discos e abrindo com “America”. 

O grupo deu início a sessões para um novo disco. Os eventos nesse período têm relatos incertos, mas é fato que após negociações, Rick Wakeman voltou para a banda como músico de estúdio. A confusão vêm de Moraz estando ou não no disco, afirmando que merecia crédito por grande parte da música presente no álbum resultante. Howe inclusive afirmou que a banda “tentou remover o máximo do Patrick das canções o tanto quanto era possível”, o que dá a entender que ele de fato contribuiu para as sessões iniciais. Todo o crédito dado à Moraz se resume a estar no topo da ambígua lista de agradecimento presente no encarte. Em todo caso, após ficar impressionado com o novo material Wakeman resolveu voltar como membro permanente. Apesar da faixa “Awaken”, de 15 minutos, o álbum resultante, Going for the One, é basicamente composto por músicas curtas, icnluindo “Wonderous Stories”, lançada como single em 1977. Este disco e o próximo, Tormato (1978), feito com a mesma formação, obtiveram sucesso na árdua tarefa de passarem com alguma notoriedade durante o auge do movimento punk rock na Inglaterra, quando o Yes era muito critícado pela imprensa musical por ser um dos maiores expoentes dos excessos do rock progressivo feitos no início da década de 70. Ironicamente, o Yes foi o que talvez melhor atravessou esse período, entre todas as bandas daquela época. 

Enquanto Going for the One obteve sucesso favorável, Tormato foi outro disco que gerou discordância entre os fãs, com muitos acreditando que metade do disco é simplesmente para ocupar espaço, enquanto outros afirmam que isso foi uma progressão lógica a partir de Going for the One, que iniciava uma sonoridade mais pop, menos sofisticada. Fãs do som clássico do Yes ficaram mais contentes em relação à última faixa, a sinfônica e jazzistíca “On the Silent Wings of Freedom”, guiada pela batida energética de White e o baixo harmonioso de Squire. Os membros da banda afirmam que eles não estavam exatamente certos em relação ao material presente no disco, e, virtualmente, ninguém gostou da arte da capa. No entanto, apesar das critícas internas ou externas em relação a esse disco, a banda obteve sucesso com turnês entre 1978 e 1979. 

Em Outubro de 1979, o Yes foi a Paris com o produtor Roy Thomas Baker, que ainda tinha prestígio devido ao seu trabalho com o disco de estréia do The Cars. Existem várias afirmações dos integrantes e rumores em relação ao fato de que as sessões não serviram para produzir nenhum álbum. Howe, Squire e White disseram em 1980 que nenhum deles gostaram das músicas que Anderson apresentou para a banda, afirmando que elas eram muito leves, sem o peso que o trio sentia que estava gerando durante seu tempo juntos. 

Gravações clandestinas dessas sessões sugerem que essas afirmações estavam corretas, sendo que algumas apareceram em um disco solo de Anderson Song of Seven. Em Dezembro, as sessões se encerraram quando Alan White quebrou o pé. Existe fortes especulações que afirmam que Anderson e os membros remanescentes da banda tiveram uma discussão sobre problemas financeiros, com argumentos sobre gastos individuais excessivos de fundos da banda como um todo. Por volta de Maio de 1980, a situação chegou a tal ponto que fez com que Anderson deixasse o grupo, já que não houve nenhum entendimento sobre a direção musical e remunerações financeiras. Após a saída de Anderson, Wakeman também deixou o grupo, acreditando que o Yes não poderia continuar sem a voz de Anderson, um dos elementos-chave da sonoridade do Yes. 

O empresário Brian Lane sugeriu que Squire convidasse os dois integrantes que compunham o The Buggles, Geoffrey Downes (teclados) e Trevor Horn (vocal) – que vinham tendo grande sucesso comercial com seu disco The Age of Plastic, impulsionado pelo single “Video Killed Radio Star” – para ajudar o Yes a gravar um novo disco. Inicialmente, a idéia era que Downes e Horn ajudassem a compor novo material – eles já tinham uma música chamada “We Can Fly from Here”, escrita já tendo o Yes em mente. Logo, Howe, Squire e White confessaram que estavam sem vocalista e tecladista. Para surpresa de Downes e Horn, eles foram convidados para se unir ao Yes como membros fixos. Eles aceitaram, e gravaram o álbum Drama, em 1980. Drama possuía um som mais pesado do que o que era feito pelo Yes anteriormente, começando com “Machine Messiah”, uma das primeiras músicas a demonstrar uma sonoridade que mais tarde seria definida como metal progressivo. O disco foi muito bem recebido pelos fãs, mas muitos sentiram a falta das letras e vocais de Anderson. A capa interna do disco mostrava um estilo casa-do-horror na capa e no desing, uma anomalia que deixou alguns fãs perplexos. O álbum em si foi bem aceito, recuperando o peso que não constava em uma gravação do Yes desde The Yes Album. A banda saiu em turnê pela América em Setemro de 1980. O consenso geral era de que Horn cantava muito bem o novo material (mesmo não tendo nenhuma experiência em cantar diante de uma platéia das proporções que assistiam um show do Yes) mas decepcionava ao tentar reproduzir os clássicos do Yes. Quando a banda voltou à Inglaterra no final de 1980, a imprensa inglesa disparou grandes critícas sobre Horn e Yes. 

Depois da turnê de Drama, o Yes deu uma pausa para repensar seu futuro. Trevor Horn deixou a banda para se dedicar à produção. Alan White e Chris Squire deixaram o Yes, mas continuaram trabalhando juntos começando uma série de sessões com o ex-guitarrista do Led Zeppelin Jimmy Page. O trio se juntou como XYZ, uma referência a “ex-Yes-e-Zeppelin”, mas nada saiu dessas sessões quando o ex-vocalista do Zeppelin Robert Plant não demonstrou interesse pelo projeto. O XYZ produziu algumas fitas demo, e alguns elementos das músicas criadas nessa produção apareceram em músicas posteriores do Yes (mais notavelmente “Mind Drive” de Keys to Ascension 2 e “Can You Imagine” de Magnification). Em 1981, Squire e White lançaram uma parceira na forma de single, “Run With The Fox”. Downes e Howe, que eram os únicos membros dispostos à continuar no Yes na época, optaram por não continuar com a banda. Ao invés disso, eles formaram a banda Asia, junto com John Wetton (ex-King Crimson) no baixo e no vocal e Carl Palmer, do Emerson, Lake & Palmer na bateria. 

O Retorno Acidental.

Em 1982, passado mais de um ano depois do fim do Yes, Chris Squire e Alan White formaram um novo grupo, chamado Cinema, junto com o guitarrista Trevor Rabin (do Rabbit). O primeiro tecladista do Yes, Tony Kaye, foi chamado de volta para participar, já que Squire acreditava que a técnica mais direta de Kaye iria cair bem para a banda. Rabin, que já era um artista solo com três discos lançados, ajudou a compor “Owner of a Lonely Heart”. Seu direcionamento pop deu a música um apelo comercial o suficiente para fazê-la ter destaque na era MTV, mas ainda assim, ela trazia alguns aspectos do estilo original do Yes – em especial, as harmonias vocais. Originalmente, os vocais seriam de Rabin e Squire, mas no começo de 1983, Chris Squire tocou para Jon Anderson algumas das músicas do Cinema em uma festa em Los Angeles. Impressionado por músicas como “Leave It”, Anderson aceitou o convite de Squire de cantar nesse novo projeto, resultando numa reformulação “acidental” do Yes. Muitos fãs chamam essa formação de “Yes do Oeste”, devido à residência da banda em Los Angeles e sua nova sonoridade, tipíca de bandas pop americanas. Essa versão do Yes também é chamada de “Generators”, originado do nome do segundo disco dessa formação, Big Generator. A nova sonoridade desagradou muitos fãs, por abrir mão de suas características originais para se valer de músicas próprias para se tocarem em rádios. No entanto, deve ser notado que muitos fãs do Yes gostam dos dois períodos. 

O primeiro disco da banda desde a reunião, 90125 (produzido pelo ex-vocalista Trevor Horn), apresentou uma mudança radical em relação a seu som original. Era mais visceral, com efeitos eletrônicos modernos. 90125 foi o disco do Yes mais bem-sucedido, eventualmente vendendo mais de seis milhões de cópias e assegurando um longo tempo de durabilidade para o Yes, com uma turnê que durou mais de um ano. A música “Owner of a Lonely Heart” foi um sucesso em várias paradas (e sampleada inúmeras vezes desde então), inclusive no Brasil, onde até hoje é talvez a música mais famosa da banda. O tecladista que aparece no videoclipe da música é Eddie Jobson. Yes também obteve sucesso com “Leave It” e “It Can Happen”, e ganhou um Grammy por Melhor Instrumental de Rock (“Cinema”, uma jam-session curta e complexa), sugerindo que o grupo não abandonou por completo sua musicalidade em troca de sucesso comercial, como alguns fãs alegam. O álbum de sucesso também gerou um vídeo (9012Live) e um disco ao vivo (9012Live: The Solos) que incluía peças solo de Anderson, Rabin, Squire e Kaye, além de uma jam entre Squire e White. 

Em 1986, o Yes começou a gravar Big Generator. Infelizmente, problemas internos (principalmente entre Squire e Anderson) ameaçavam o encerramento do processo de gravação, e Trevor Rabin acabou finalizando sua produção.

Apesar de Big Generator (1987) não ter sido tão bem-sucedido quanto 90125, ainda assim conseguiu vender dois milhões de cópias. Alguns fãs do Yes consideram Big Generator como sendo mais fiel ao som original do Yes do que seu predecessor, graças a um esforço concentratívo de gravar músicas mais longas como “I’m Running” do que as faixas mais pop. “Love Will Find a Way” se saiu moderadamente bem nas paradas, juntamente com “Rhythm of Love”, quase passando do Top 40. A turnê de 1988 terminou com um show no Madison Square Garden, como parte das comemorações de 40 anos da Atlantic Records, mas deixou os membros do Yes exaustos e frustrados uns com os outros.

União e Reunião. 

Jon Anderson começou a demonstrar sinais de cansaço do direcionamento do novo Yes. Ele queria que a banda voltasse a seu som clássico. Após a turnê de 1988, Anderson, assegurando que jamais ficaria na banda pelo dinheiro, começou a trabalhar com os ex-membros do Yes Rick Wakeman, Steve Howe e Bill Bruford. Alguns na banda (em particular, Bill Bruford) queriam se distanciar do nome “Yes”. Além disso, os ex-membros do Yes não poderiam usar o nome da banda, já que Squire, White, Kaye, Rabin e, irônicamente, Anderson, estavam mantendo os direitos sobre ele, desde o contrato de 90125. Subsequentemente, o novo grupo se chamou Anderson Bruford Wakeman Howe, ou simplesmente ABWH. O projeto incluía Tony Levin no baixo, trazido na banda por Bruford, com quem havia trabalhado no King Crimson. Com um apelo musical atraente para fãs antigos e novos do Yes, o álbum-intitulado foi lançado em 1989, com um sucesso moderado que chegou a render um disco de ouro, impulsionado pelo vídeo de “Brother of Mine”, sucesso na MTV. No entanto, eles não gravaram tudo em conjunto como faziam nos anos 70, e, ao invés disso, tiveram suas partes gravadas individualmente para depois serem organizadas por Anderson. Howe disse à imprensa que estava descontente com a mixagem de suas guitarras no disco (uma versão de “Fist of Fire” com maior destaque para as guitarras de Howe viria a aparecer no box set In a Word, lançado em 2001). De acordo com Bruford, o crédito de quatro nomes não significava que foi este o modo como o processo de composição ocorreu. Depois do lançamento do álbum, batalhas legais (iniciadas pela Atlantic Records) complicaram o uso do título da turnê do ABWH, An Evening of Yes Music Plus, gravação ao vivo na qual tinha Jeff Berlin substituindo Levin, forçado a ficar em repouso durante duas semanas devido a uma doença. Além disso, os shows tinham músicos extras: Julian Colbeck nos teclados e Milton McDonald nas guitarras. A turnê alternava músicas do ABWH com clássicos do Yes, e cada noite abria com pequenos solos de cada um dos quatro membros do Yes.  

Enquanto isso, o Yes estava trabalhando no seu novo trabalho. A banda começou a fazer testes com um novo vocalista, trabalhando com o ex-Supertramp Roger Hodgson e com o letrista Billy Sherwood, do World Trade. Hodgson gostou da estadia, mas preferiu não fazer parte da banda. A gravadora do ABWH, Arista Records, encorajou o quarteto à procurar compositores, e Trevor Rabin demonstrou interesse, enviando-lhes uma demo. A Arista percebeu o potencial comercial que teria uma reunião do Yes. No decorrer do começo do ano 1991, telefonemas foram feitos, advogados empregados, e propostas feitas, resultando no Yes do Oeste se unindo ao ABWH para fazer o álbum Union. Cada grupo fez suas próprias canções, com Jon Anderson cantando em todas as faixas. Chris Squire fez vocais de apoio para algumas das faixas do ABWH. As partes de baixo de todo o disco foram feitas por Tony Levin. Uma turnê mundial reuniu todos os oito membros da banda no mesmo palco, em uma formação “Mega-Yes”, de pouca longevidade, que consistia em Anderson, Squire, Howe, Rabin, Kaye, Wakeman, Bruford e White, mas o disco em si provou-se ser menos do que a soma das duas partes. Claramente uma combinação de duas gravações distinas, nenhuma das músicas apresentava os oito membros simultaneamente. Dois terços eram na verdade composições do ABWH, enquanto Rabin e Squire contribuíram para quatro músicas (contando com uma colaboração de Billy Sherwood). 

Praticamente toda a banda declarou publicamente seu descontentamento do produto final, graças ao envolvimento secreto do produtor Jonathan Elias com músicos de estúdio depois das sessões iniciais; Bruford perdeu praticamente toda sua participação no disco, e Wakeman não foi capaz de reconhecer nenhuma de suas partes de teclado na edição final. A turnê do projeto apresentava músicas de toda a carreira da banda, e foi uma das turnês mais ambiciosas realizadas entre 1991 e 1992. 

A Década de 90.

Quando a turnê acabou em 1992, Bill Bruford e Steve Howe gravaram um disco com reinterpretações instrumentais de músicas do Yes através de uma orquestra, com vocais de Jon Anderson em duas músicas. Chamado Thy Symphony Music of Yes, o disco oferecia novas versões de clássicos do Yes e foi produzido pela lenda do rock progressivo Alan Parsons. Depois do lançamento do álbum, Bruford preferiu se afastar de possíveis novos projetos do Yes. Jon Anderson começou a escrever com Howe e Rabin, separadamente, mas eventualmente Howe não foi convidado a participar do próximo disco pela gravadora Victory records, que propôs à Rabin que a formação de 90125 voltasse. Rabin propôs que Wakeman estivesse incluído. Em 1993, Wakeman teve que recusar o convite, tendo mais tarde expressado seu arrependimento de não ter tocado junto com Rabin (Rabin declarou o mesmo) – exceto sob o projeto Union, apesar de que Rabin fez uma participação especial em um álbum solo de Wakeman, Return to the Centre of the Earth (1999). O Yes voltou com sua formação famosa da década de 80, contando com Anderson, Squire, Rabin, Kaye e White. Em 1994, o Yes lançou Talk, um dos discos menos vendidos da banda. Com fraca divulgação por parte da gravadora e das rádios americanas, “The Calling” passou quase despercebida, mesmo sendo um dos singles do Yes com mais potencial de sucesso desde “Owner of a Lonely Heart”. David Letterman ouviu a música em seu carro e imediatamente pôs-se a procurar essa “nova banda”, com a intenção de chamá-los para seu programa, o que de fato aconteceu, no dia 20 de Junho de 1994, aonde tocaram “Walls”. A colaboração de Jon Anderson e Trevor Rabin resultou numa fusão memorável do “novo” e do “velho” Yes. Alguns frutos do trabalho da banda com Roger Hodgson também apareceram no álbum. Na turnê de 1994, o guitarrista e vocalista Billy Sherwood, que teve parte na composição de “The More We Live”, do Union, junto com Squire, se uniu à banda. Perto do fim de 1995, Tony Kaye e Trevor Rabin saíram da banda, com Rabin partindo para uma muito bem-sucedida carreira compondo trilhas sonoras e Kaye se aposentando da carreira musical (apesar de ter tocado órgão Hammond em várias faixas do projeto de Billy Sherwood Return To The Dark Side of the Moon, em 2006). 

Provando ser verdadeiro o provérbio “nunca diga nunca”, a banda surpreendeu e emocionou fãs ao reformar a formação clássica dos anos 70, composta de Anderson, Squire, White, Howe e Wakeman para três shows na cidade de San Luis Obispo, na Califórnia, em 1996. As gravações renderam os discos ao vivo Keys to Ascension e Keys to Ascension 2. A parte 2, em particular, contava com 48 minutos de novas músicas. A banda ficou desapontada pelo novo material não ter sido lançado como um disco de estúdio separado, que teria o título Know. As novas faixas foram lançadas posteriormente como Keystudio. Wakeman saiu do grupo antes do lançamento de Keys to Ascension 2 depois que uma turnê do Yes foi planejada sem sua decisão ser consultada, e também pela sua frustração sobre a decisão de enterrar as faixas de Keystudio no meio de álbuns ao vivo redundantes. 

Billy Sherwood imediatamente se uniu ao Yes, na guitarra e nos teclados. Open Your Eyes, lançado em 1997, originalmente seria um projeto colaborativo do duo Conspiracy, composto por Sherwood e Squire – ambos são amigos próximos. No entanto, para suprir a necessidade de um novo disco de estúdio por essa formação, foi decidido que seria um álbum do Yes. A turnê subseqüente apresentava poucas faixas do novo disco, e se concentrava mais no material clássico do Yes, como “Siberian Khatru”. O retorno de Steve Howe para o Yes ao vivo, juntamente com uma maior enfâse no Yes dos anos 70, foi considerado um projeto empolgante por muitos fãs. A turnê também contou com os teclados do russo Igor Khoroshev, que tocou em algumas faixas de Open Your Eyes. Igor foi efetivado como membro fixo da banda para o próximo disco, The Ladder. Muitos fãs consideram The Ladder como o retorno definitivo ao som clássico do Yes, principalmente devido aos teclados de Khoroshev, cujas performances ao vivo conseguiam reproduzir as partes de teclado de Wakeman com fidelidade maior, talvez, do que o próprio Wakeman. O trabalho de Sherwood ao vivo se limitava a fazer vocais e guitarras de apoio, com alguns momentos de destaque reproduzindo solos das músicas da era de Trevor Rabin. Howe se recusava a tocar os solos de Rabin, alegando que seu estilo não se encaixava naqueles tipos de solo (Howe nunca demonstrou simpatia por Rabin como membro do Yes, dizendo que Rabin simplicava suas partes de guitarra e que foi o responsável por ter “destruído” o som da banda, principalmente em Talk; Rabin, obviamente, discorda). A turnê de 1999 resultou em um DVD da performance nos House of Blues de Los Angeles. “Homeworld (The Ladder)”, música de The Ladder, foi escrita para o jogo de computador de estratégia em tempo real Homeworld, da Relic Entertainment, e foi usado como tema nos créditos do jogo.  

Yes no Século 21.

Sherwood voltou às suas atividades originais na banda na turnê Masterworks, em 2000, que apresentava um revival da canção "The Gates of Delirium" (do disco Relayer). Khoroshev foi demitido depois da turnê devido várias controvérsiais devido à sua conduta nos bastidores incluindo uma acusação de abuso sexual, pouco antes do lançamento de Magnification, em 2001, primeiro disco com orquestra desde Time and a Word. Esse é o único álbum do Yes a não conter um tecladista fixo. A banda não só foi auxiliada por uma orquestra de sessenta músicos, como também teve partes especificas e alguns arranjos escritos pelo compositor de trilhas - sonoras Larry Groupe para serem tocados pela orquestra, soando como se a orquestra fosse um membro permanente. Para a turnê foi contratado o tecladista Tom Brislin. 

Em 20 de Abril de 2002, Rick Wakeman voltou para a banda, participando de uma turnê mundial. A formação clássica teve uma revitalização na sua presença no consciente popular, especialmente durante a celebração de seu 35º aniversário. Graças a uma votação online de músicas populares para serem tocadas, a banda adicionou "South Side of the Sky" em seu set list, um fato surpreendente, já que ela raramente era tocada, mesmo nas turnês de Fragile. 

Essa revitalização mostrou-se durante um show no Madison Square Garden, em Nova York. Perto do fim da música "And You And I", aonde Howe termina de tocar sua parte na lap steel guitar, antes das últimas notas acústicas, a banda foi entusiasticamente ovacionada por vários minutos. A interrupção foi tamanha que quando findaram, os roadies já haviam retirado a guitarra de Howe - Wakeman teve então que tocar a última parte com Anderson cantando. 

Foram momentos de muita emoção que evocaram os áureos anos 1970 onde apresentações desta magnitude eram feitas diariamente. Mais um record proporcionado pelo MSG ao Yes que, durante a turnê do disco Drama, nos anos 1980, teve sua capacidade máxima (vinte mil pessoas) alcançada nas três noites em que ali se apresentou. 

Nos últimos shows da turnê, a banda tocou algumas músicas de forma acústica na última metade do concerto, depois de fazer uma apresentação ao vivo via satélite como parte da estreia do documentário Yesspeak. 

Em 2005, o DJ Max Graham remixou "Owner of a Lonely Heart", creditada como Max Graham Vs. Yes. A música alcançou o Top 10 britânico. 

Desde 2005, o Yes esteve em um hiato indefinido; membros da banda envolveram-se em vários projetos solo. Alan White formou uma nova banda, White, com Geoff Downes; o disco de estreia, auto-intitulado, foi lançado no dia 18 de Abril de 2006. Chris Squire se uniu a uma versão reformulada do The Syn em 2004. Foram feitos planos para uma turnê reunindo White, The Syn e Steve Howe para tocar músicas do Drama, foi cancelada devido a problemas com passaporte para os músicos ingleses após os atentados de Julho de 2005 em Londres. Alan White saiu em turnê em 2006. No dia 16 de Maio do mesmo ano, Squire anunciou que saiu do The Syn. No mesmo dia, os membros originais do Asia, incluindo Howe e Downes, anunciaram que se reuniriam para uma turnê de 25º aniversário, com início em Setembro. 

Em Outubro de 2005, Jon Anderson disse que seria pouco provável que o Yes saísse em turnê em 2006, mas um disco de estúdio no início de 2007 seria a hipótese mais considerada dentre os projetos da banda. 

Anderson e Wakeman fizeram uma turnê juntos em Outubro de 2006, e o setlist da maioria dos shows incluía material do Yes, ao lado de músicas das carreiras solo de ambos, e pelo menos uma canção da época de Anderson Bruford Wakeman Howe. 

Em Fevereiro de 2007, Jon Anderson concedeu uma entrevista para uma rádio na Filadélfia, dizendo que o Yes provavelmente vai se reunir em 2008 para uma turnê para comemorar o 40º aniversário da banda, e que Roger Dean estará criando as projeções artísticas para os shows. 

Em Março de 2008 o grupo anunciou para julho o início da turnê mundial "Close to the edge and back", comemorativa dos quarenta anos (Jon Anderson declarou em recente entrevista que se trata de 41 anos) com concerto inicial no Canadá, passando a seguir pelos Estados Unidos. Fariam parte Anderson, Squire, Howe, White e, Oliver Wakeman, filho de Rick, nos teclados (em seu sítio, Rick Wakeman informou que por problemas de saúde não está em condições de fazer grandes turnês.) Oliver já tocou no passado com Howe, nos discos The 3 ages of magick (2001) e Spectrum (2005), fato este que facilitou sua indicação para os teclados da banda.

Apesar do anúncio, a turnê foi cancelada no início de Junho de 2008. O motivo seria a saúde frágil do vocalista Jon Anderson, internado em Maio com problemas respiratórios, o que, por conselhos médicos deverão manter Anderson em repouso pelos próximos seis meses sob o risco de agravamento de seu estado. "Gostaria que todos soubessem que estou muito decepcionado com essa reviravolta", disse o vocalista em uma mensagem aos fãs e à imprensa. "Eu estava ansioso para celebrar nossa música com a família incrível que são os fãs do Yes, mas como todos sabemos a saúde deve vir em primeiro lugar", conclui. 

Em 2008, Jon Anderson foi substituído pelo cantor canadense Benoît David, da banda de rock progressivo Mistery e de uma banda tributo ao Yes chamada Close to the Edge. Anderson afirma que se sentiu "desapontado" e "desrespeitado" pela decisão da banda em prosseguir com uma turnê sem ele e pela falta de contato com os outros membros desde a sua doença. Jon Anderson atrasou uma turnê prevista do Yes devido a problemas respiratórios. Em 2008, após quatro anos, o restante do Yes se cansou de esperar e trouxe David para o lugar de Anderson. A banda embarcou em sua excursão 2008-2010 In The Present, que contou com Oliver Wakeman nos teclados. A turnê foi interrompida em fevereiro de 2009 devido a uma cirurgia de emergência que Squire realizou na perna e demorou mais um mês para se recuperar. A turnê foi documentado com o álbum ao vivo e um DVD In The Present - Live from Lyon, lançado em 2011. 

Foi anunciado em Agosto de 2010 que novo material tinha sido escrito para o primeiro álbum de estúdio da banda desde 2001, Fly From Here. Howe desfez rumores de que Anderson foi convidado a voltar a cantar no disco, afirmando que todos os estúdio de gravação era para ser realizado pelo "line-up que realmente faz o trabalho ...". A banda assinou um contrato com a Frontiers Records e começou a gravar em Los Angeles com Trevor Horn atuando como produtor. Durante as sessões de gravação Oliver Wakeman foi substituído por Geoff Downes, de volta à banda depois de trinta anos. Após a conclusão da gravação em março de 2011 e pós-produção um mês depois, o álbum foi lançado mundialmente em meados de julho de 2011. Fly from Here atingiu o número 30 em paradas do Reino Unido e 36 na Billboard 200. 

Em fevereiro de 2012, depois de contrair uma doença respiratória, David foi substituído pelo vocalista do Glass Hammer Jon Davison, que, como David, foi descoberto enquanto vocalista de uma banda cover do Yes. Squire afirmou que ele está aberto para o retorno de Anderson, no futuro, mas não vai ser considerado antes de pelo menos um ano de promoção de Fly from Here. Squire também mencionou a possibilidade de "Yes on Broadway" em 2013 para comemorar 45 º aniversário da banda. Ele alega que isso poderia envolver não só Jon Anderson, mas outros ex-membros, como Rick Wakeman e/ou Patrick Moraz. 

Alguns comentários indicam que o Yes está planejando um novo álbum em 2013. Um artigo no 26 de julho de 2012 Filadélfia Metro (p. 8) diz que haverá um álbum novo do Yes em 2013, de acordo com Alan White. Uma entrevista em junho de 2012, Squire disse o seguinte: "o Yes tem um novo vocalista, Jon Davison, sendo um momento fantástico. Então, estamos avaliando a situação para fazer um novo álbum do Yes no próximo ano e eu tenho certeza que o novo material terá envolvimento de Jon Davison. Aos poucos, esta será uma nova parte da história do Yes". Texto: Wikipédia. 

Integrantes.

Atuais.

Chris Squire (Baixo, Backing Vocals, 1968-1981, 1982-At)
Steve Howe (Guitarra, Vocal de Apoio, 1970-1981, 1990-1992, 1995-At)
Alan White (Bateria, Percussão, Backing Vocals, 1972-1981, 1982-At)
Geoff Downes (Teclados, 1980-1981, 2011-At)
Jon Davison (Vocais, Guitarra, Pandeiro, Teclado, 2012-At)
 


Ex-Integrantes.

Jon Anderson (Vocais, Percussão, Guitarra, Harpa, Bateria, 1968-1980, 1983-1988, 1990-2008)
Tony Kaye (Teclados, Backing Vocals, 1968-1971, 1982, 1983-1994)
Peter Banks (Guitarra, Vocal de Apoio, 1968-1970, R.I.P 2013)
Bill Bruford (Bateria, Percussão, 1968-1972, 1990-1992)
Tony O'Reilly (Bateria, 1968)
Rick Wakeman (Teclados, 1971-1974, 1976-1980, 1990-1992, 1995-1996, 2002-2008)
Patrick Moraz (Teclados, 1974-1976)
Trevor Horn (Vocais, 1980-1981)
Trevor Rabin (Guitarra, Chumbo e Backing Vocal, Teclados, 1982-1994)
Eddie Jobson (Teclados, 1983)
Billy Sherwood (Guitarra, Vocal de Apoio, 1997-2000, Turnês 1994, Teclados, 1997)
Igor Khoroshev (Teclados, Backing Vocals, 1997-2000)
Benoît David (Vocais, 2008-2012)
Oliver Wakeman (Teclados, 2008-2011)
Tom Brislin (Teclados, 2001-2002)
 


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Álbuns.

Yes (1969)
 
01. Beyond And Before
02. I See You
03. Yesterday And Today
04. Looking Around
05. Harold Land
06. Every Little Thing
07. Sweetness
08. Survival


Time And A Word (1970)
 
01. No Opportunity Necessary, No Experience Needed
02. Then
03. Everydays
04. Sweet Dreams
05. Prophet, The
06. Clear Days
07. Astral Traveller
08. Time And A Word
 


The Yes Album (1971)
 
01. Yours Is No Disgrace
02. Clap
03. Starship Trooper
I. Life Seeker
II. Disillusion
III. Würm 

04. I’ve Seen All Good People
I. Your Move
II. All Good People

05. Venture, A
06. Perpetual Change


Perpetual Change (Bootleg 1971)
 
01. Yours Is No Disgrace
02. Your Move
03. Ive Seen All Good People
04. The Clap
05. Classical Gas
06. Perpetual Change
07. America


Fragile (1971)
 
01. Roundabout
02. Cans And Brahms
03. We Have Heaven
04. South Side Of The Sky
05. Five Per Cent For Nothing
06. Long Distance Runaround
07. Fish, The (Schindleria Praematurus)
08. Mood For A Day
09. Heart Of The Sunrise


Close To The Edge (1972)
 
01. Close to the Edge
I. The Solid Time of Change
II. Total Mass Retain
III. I Get Up I Get Down
IV. Seasons of Man

02. And You And I
I. Cord of Life
II. Eclipse
III. The Preacher the Teacher
IV. Apocalypse

03. Siberian Khatru




Yessongs (Live 1973)
 
CD 1.

01. Opening (Excerpt from 'Firebird Suite')
02. Siberian Khatru
03. Heart of the Sunrise
04. Perpetual Change
05. And You and I
06. Mood for a Day
07. Excerpts from 'The Six Wives of Henry VIII
08. Roundabout
09. I`ve Seen All Good People
I. Your Move
II. All Good People

CD 2.

01. Long Distance Runaround/The Fish (Schindleria Præmaturus)
02. Close to the Edge
03. Yours Is No Disgrace
04. Starship Trooper


Tales From Topographic Oceans (1973)
 
CD 1.

01. The Revealing Science of God / Dance of the Daw
02. The Remembering / High the Memory

CD 2.

01. The Ancient / Giants Under the Sun
02. Ritual / Nous Sommes du Soleil


Relayer (1974)
 
01. The Gates of Delirium
I. Prelude
II. Battle
III. Soon

02. Sound Chaser
03. To Be Over


Going For The One (1977)
 
01. Going for the One
02. Turn of the Century
03. Parallels
04. Wondrous Stories
05. Awaken


Tormato (1978)
 
01. Future Times / Rejoice
02. Don’t Kill The Whale
03. Madrigal
04. Release,Release
05. Arriving UFO
06. Circus Of Heaven
07. Onward
08. On The Silent Wings Of Freedom


Drama (1980)
 
01. Machine Messiah
02. White Car
03. Does It Really Happen
04. Into The Lens
05. Run Through The Light
06. Tempus Fugit


Yesshows (1980)
 
CD 1.

01. Parallels
02. Time and a Word
03. Going for the One
04. The Gates of Delirium

CD 2.

01. Don't Kill the Whale
02. Ritual (Nous Sommes Du Soleil 1 & 2)
03. Wonderous Stories
04. I've Seen All Good People
05. Roundabout


90125 (1983)
 
01. Owner Of A Lonely Heart
02. Hold On
03. It Can Happen
04. Changes
05. Cinema
06. Leave It
07. Our Song
08. City Of Love
09. Hearts


9012 Live: The Solos (1985)
 
01. Hold On
02. SI
03. Solly’s Beard
04. Soon
05. Changes
06. Amazing Grace
07. Whitefish


Big Generator (1987)
 
01. Rhythm Of Love
02. Big Generator
03. Shoot High, Aim Low
04. Almost Like Love
05. Love Will Find A Way
06. Final Eyes
07. I’m Running
08. Holy Lamb


Union (1991)
 
01. I Would Have Waited Forever
02. Shock to the System
03. Masquerade
04. Lift Me Up
05. Without Hope You Cannot Start the Day
06. Saving My Heart
07. Miracle of Life
08. Silent Talking
09. The More We Live-Let Go
10. Angkor Wat
11. Dangerous (Look In The Light Of What You’re Searching For)
12. Holding On
13. Evensong
14. Take the Water to the Mountain
15. Give And Take


London Philharmonic Orchestra - Symphonic Music of Yes (1993)
 
Steve Howe (Guitars, Vocals)
Jon Anderson (Vocals, Tracks 1 & 4)
Bill Bruford (Drums, Tracks 1-4, 6-10)
Tim Harries (Bass, Tracks 1-4, 6-10)
Julian Colbeck (Hammond Organ, Track 1)
David Palmer (Syntheizer, Piano, Hammond Organ, Tracks 1-3, 6-10)
The London Philharmonic Orchestra (Tracks 1-4, 6, 8-10)
The English Chamber Orchestra (Tracks 5, 7)
The London Community Gospel Choir (Tracks 4, 7) 

01. Roundabout
02. Close to the Edge
03. Wonderous Stories
04. I've Seen All Good People
05. Mood for a Day
06. Owner of a Lonely Heart
07. Survival
08. Heart of the Sunrise
09. Soon
10. Starship Trooper


Talk (1994)
 
01. Calling
02. I Am Waiting
03. Real Love
04. State of Play
05. Walls
06. Where Will You Be
07. Endless Dream: Silent Spring (Instrumental)
08. The Calling (Special)


Anderson, Bruford, Wakeman, Howe - An Evening of Yes Music Plus (1994)
 
CD 1.

01. Benjamin Britten’s Young Person’s Guide To The Orchestra
02. Time And A Word
Owner Of A Lonely Heart
Teakbois

03. The Clap-Mood For A Day
04. Gone But Not Forgotten
Catherine Parr
Merlin The Magician

05. Long Distance Runaround en
06. Birthright
07. And You And I
 

CD 2.

01. Close To The Edge
02. Themes
I. Sound
II. Second Attention
III. Soul Warrior

03. Brother Of Mine
04. Heart Of The Sunrise
05. Order Of The Universe
06. Roundabout


Keys To Ascension (Live 1996)
 
CD 1.

01. Siberian Khatru
02. The Revealing Science of God
03. America
04. Onward
05. Awaken
 

CD 2.

01. Roundabout
02. Starship Trooper
03. Be the One (Studio Track)
I. The One
II. Humankind
III. Skates

04. That, That Is (Studio Track)
I. Togetherness
II. Crossfire
III. The Giving Things
IV. That Is
V. All in All
VI. How Did Heaven Begin?
VII. Agree to Agree


Keys to Ascension 2 (Live 1997)
 
CD 1.

01. I’ve Seen All Good People
02. Going for the One
03. Time and a Word
04. Close to the Edge
05. Turn of the Century
06. And You And I 

CD 2.

01. Mind Drive
02. Foot Prints
03. Bring Me to the Power
04. Children of Light 
I. Children of Light 
II. Lifeline
05. Sign Language


Open Your Eyes (1997)
 
01. New State Of Mind
02. Open Your Eyes
03. Universal Garden
04. No Way We Can Lose
05. Fortune Seller
06. Man In The Moon
07. Wonderlove
08. From The Balcony
09. Love Shine
10. Somehow…Someday
11. The Solution


Something's Coming: The BBC Recordings 1969-1970 (1997)
 
CD 1.

01. Something’s Coming
02. Everydays
03. Sweetness
04. Dear Father
05. Every Little Thing
06. Looking Around
07. Sweet Dreams
08. Then
09. No Opportunity Necessary, No Experience Needed (Bonus Track)

CD 2.

01. Astral Traveller
02. Then
03. Every Little Thing
04. Everydays
05. For Everyone
06. Sweetness
07. Something’s Coming
08. Sweet Dreams
09. Beyond & Before (Bonus Track)


The Ladder (1999)
 
01. Homeworld (The Ladder)
02. It Will Be A Good Day (The River)
03. Lightning Strikes
04. Can I?
05. Face To Face
06. If Only You Knew
07. To Be Alive (Hep Yadda)
08. Finally
09. Messenger, The
10. New Language
11. Nine Voices (Longwalker)


House of Yes: Live From House of Blues (2000)
 
CD 1.

01. Yours Is No Disgrace
02. Time and a Word
03. Homeworld (The Ladder)
04. Perpetual Change
05. Lightning Strikes
06. The Messenger
07. Ritual (Nous Sommes Du Soleil)
08. And You and I

CD 2.

01. It Will Be a Good Day (The River)
02. Face to Face
03. Awaken
04. I’ve Seen All Good People
05. Cinema
06. Owner of a Lonely Heart
07. Roundabout


Keystudio (2001)
 
01. Foot Prints
02. Be the One
03. Mind Drive
04. Bring Me to the Power
05. Sign Language
06. That, That IsTogetherness
I. Togetherness
II. Crossfire
III. The Giving Things
IV. That Is
V. All in All

VI. How Did Heaven Begin?
VII. Agree to Agree

07. Children of Light
I. Lightning
II. Children of Light
III. Lifeline


Magnification (2001)
 
CD 1.

01. Magnification
02. Spirit Of Survival
03. Don’t Go
04. Give Love Each Day
05. Can You Imagine
06. We Agree
07. Soft As A Dove
08. Dreamtime
09. In The Presence Of
10. Time Is Time
 

CD 2: Bonus Live.

01. Close To The Edge
02. Long Distance Runaround
03. Gates Of Delirium


In a Word: Yes 1969-2002 (Box Set 2002)
 
CD 1.

01. Every Little Thing
02. Sweetness
03. Survival
04. Then
05. Sweet Dreams
06. Astral Traveller
07. Time and a Word
08. Dear Father
09. Yours Is No Disgrace
10. Clap
11. Perpetual Change
12. Starship Trooper
13. I’ve Seen All Good People

CD 2.

01. Roundabout
02. South Side of the Sky
03. Heart of the Sunrise
04. America
05. Close to the Edge
06. The Revealing Science of God (Dance of the Dawn)

CD 3.

01. Siberian Khatru
02. Long Distance Runaround
03. The Gates of Delirium
04. To Be Over
05. Going for the One
06. Turn of the Century
07. Wonderous Stories
08. Don’t Kill the Whale
09. Release, Release
10. Arriving UFO
11. Richard

CD 4.

01. Tango
02. Never Done Before
03. Crossfire
04. Machine Messiah
05. Tempus Fugit
06. Owner of a Lonely Heart
07. It Can Happen
08. Leave It
09. Hold On
10. Rhythm of Love
11. Love Will Find a Way
12. Holy Lamb (Song for Harmonic Convergence)
13. Brother of Mine
14. Fist of Fire (Alternate Version)
15. I Would Have Waited Forever

CD 5.

01. Lift Me Up
02. The Calling
03. I Am Waiting
04. Mind Drive
05. Open Your Eyes
06. Universal Garden
07. Homeworld (The Ladder)
08. The Messenger
09. Last Train
10. In The Presence Of 


The Ultimate Yes: 35th Anniversary Collection (Box Set 2003)
 
CD 1.

01. Time and a Word
02. Starship Trooper
03. Yours Is No Disgrace
04. I’ve Seen All Good People
05. Roundabout
06. Long Distance Runaround
07. Heart of the Sunrise
08. South Side of the Sky
09. And You and I
10. America (Single Edit)
11. Wonderous Stories

CD 2.

01. Siberian Khatru
02. Soon (New Edit)
03. Going for the One
04. Don’t Kill the Whale
05. Tempus Fugit
06. Owner of a Lonely Heart
07. Leave It
08. It Can Happen (Single Edit)
09. Rhythm of Love
10. Big Generator (Remix)
11. Lift Me Up
12. The Calling (Single Edit)
13. Open Your Eyes
14. Homeworld (The Ladder) (Radio Edit)
15. Magnification

CD 3.

01. Roundabout (Acoustic)
02. Show Me
03. South Side of the Sky (Acoustic)
04. Australia (Solo Acoustic)
05. New World Symphony


The Word Is Live (2005)
 
CD 1.

01. Then (BBC 1970)
02. For Everyone (BBC 1970)
03. Astral Traveller (Gothenburg 1971)
04. Everydays (Gothenburg 1971)
05. Yours Is No Disgrace (London 1971)
06. I've Seen All Good People (London 1971)
07. America (London 1971)
08. It's Love (London 1971)

CD 2.

01. Apocalypse (Cobo Hall, Detroit 17 Aug 76)
02. Siberian (Khatru Cobo Hall, Detroit 17 Aug 76)
03. Sound Chaser (Cobo Hall, Detroit 17 Aug 76)
04. Sweet Dreams (Queen's Park Rangers Football Ground, London 10 May 75)
05. Future Times-Rejoice (Oakland Coliseum, Oakland, CA 8 Oct 78)
06. Circus of Heaven (Forum, Inglewood, CA 5 Oct 78)
07. The Big Medley (Forum, Inglewood, CA 5 Oct 78)
08. Hello Chicago (Chicago International Amphitheatre, Chicago, 9 Jun 79)
09. Roundabout (Chicago International Amphitheatre, Chicago 10 Jun 79)

CD 3.

01. Heart Of The Sunrise (Oakland 1978)
02. Awaken (Chicago 1979)
03. Go Through This (New York 1980)
04. We Can Fly From Here (New York 1980)
05. Tempus Fugit (New York 1980)
06. Rhythm Of Love (Houston 1988)
07. Hold On (Houston 1988)
08. Shoot High, Aim Low (Houston 1988)
09. Make It Easy/Owner Of A Lonely Heart (Houston 1988)


Live at Montreux, 2003 (2007)
 
CD 1.

01. Siberian Khatru
02. Magnification
03. Don’t Kill the Whale
04. In the Presence Of
05. We Have Heaven
06. South Side of the Sky
07. And You and I
08. To Be Over
09. Clap
 

CD 2.

01. Show Me
02. Rick Wakeman Solo
I. Catherine of Aragon 
II. Celtic Jig
III. Jane Seymour

03. Heart of the Sunrise
04. Long Distance Runaround
05. The Fish (Schindleria Praematurus)
06. Awaken
07. I’ve Seen All Good People
08. Roundabout


Symphonic Live 2002 (2009)
 
01. Overture
02. Close To The Edge
03. Orchestral Intro
04. Long Distance Runaround
05. Don't Go
06. Starship Trooper
07. And You And I
08. I've Seen All Good People
09. Owner Of A Lonely Heart
10. Roundabout


Fly From Here (2011)
 
01. Fly From Here: Overture
02. Fly From Here: Pt. I - We Can Fly
03. Fly From Here: Pt. II - Sad Night at the Airfield
04. Fly From Here: Pt. III - Madman at the Screens
05. Fly From Here: Pt. IV - Bumpy Ride
06. Fly From Here: Pt. V - We Can Fly Reprise
07. The Man You Always Wanted Me to Be
08. Life on a Film Set
09. Hour of Need
10. Solitaire
11. Into The Storm


Union Live (2011)
 
CD 1.

01. Into / Firebird Suite
02. Yours Is No Disgrace
03. Rhythm Of Love
04. Heart Of The Sunrise
05. Clap / Mood for A Day
06. Make It Easy / Owner Of A Lonely Heart
07. I’ve Seen All Good People

CD 2.

01. Solly’s Beard
02. Saving My Heart For You
03. Whitefish/Amazing Grace
04. (Rick Wakeman Solo)
05. Awaken
06. Roundabout


In The Present: Live From Lyon (2011)
 
CD 1.

01. Siberian Khatru
02. I've Seen All Good People
03. Tempus
04. Onward
05. Astral Traveller
06. Yours Is No Disgrace
07. And You And I
08. Corkscrew

CD 2.

01. Owner Of A Lonely Heart
02. South Side Of The Sky
03. Machine Messiah
04. Heart Of The Sunrise
05. Roundabout
06. Starship Trooper


Heaven & Earth (2014)
 
01. Believe Again
02. The Game
03. Step Beyond
04. To Ascend
05. In a World of Our Own
06. Light of the Ages
07. It Was All We Knew
08. Subway Walls


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52 comentários:

  1. boa sacada essa de não deixar os links pro download na própria página

    e cara, amo o seu blog, ele é muito bom mesmo

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  2. Yés foi minha primeira banda de rock progressivo
    que ouvi nos anos 70,para desespero de Papai e
    Mamãe que diziam o que esta acontecendo com esse
    garoto que não sai desse quarto sera que esta se
    drogando,falei para eles não precisam se preocupar
    porque o Rock ´n´Roll para mim é tudo e isso me
    basta.Mamãe e Papai eu amo voceis.

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  3. Pra mim um saudosista incorrigivel YES é demais, engraçado que no meu carro só tenho coisas anos 70 para ouvir, musicalmente o mundo ta uma porcaria

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  4. Qual melhor disco? tirando o Close to the edge?

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  5. ^ Yes Album, Relayer, Going for the One...são todos muito bons!

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  6. Fala, Alex! Parabéns pelo seu blog, cara! Continue com esse excelente trabalho!
    Abraço!

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  7. Chorei quando vi essa discografia...haaaa o Yes é bom demais...viajo como se a gente fosse capaz de mudar o mundo novamente..obrigado Alex

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  8. Puuutz!!! Graças a meu pai escuto Yes desde antes de nascer. Valeu cara, a coleção dele conta com apenas 9 LP's. Parabéns pelo blog .. FANTÁSTICO!!!! o meu velho vai piraaaar!!!

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  9. yes é do caralho

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  10. Valeu Alex..!! Eu estava aguardando a postagem do "Shows", este album é da tour do "Tormato"(album anterior), e parte é de shows mais antigos que não tinham sidos editados.
    Existe um outro album que é com uma orquestra sinfonica, mas não tenho certeza se tem a participação da banda ou é somente um tributo, escutei á muitos anos.
    Uma outra ocasião te envio email com a capa do album. Grande Abraço.

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  11. AÍ ALEX, MAIS UMA VEZ, ACERTOU NA MOSCA. ESSE DISCO [ YESSHOWS ] É MUITO BOM, E DIFÍCIL DE SE ENCONTRAR.
    FINALMENTE ELE APARECE EM CENA, GRAÇAS A VOCÊ.
    VALEU MESMO CARA!!!!!!!!!!!!

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  12. brunogte8624/06/11 22:13

    A minha adolecência foi justamente na época em que essas bandas estavam em plena atividade.Fiquei muito feliz quando descobri esse blog.Parabéns pelo trabalho.........

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  13. Adoro Yes pena que na minha escola sou o unico --'

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  14. o yes tem a cara dos anos 70 so ficou meio comercial na epoca chata do trevor rabin o cara quase destruiu o som magico do yes tive a oportunidade de assistirum show da banda em 1998 em porto alegre tava a 2 metros do jon anderson eu teria cantado pra ele surrealisticamente falando: EVERYBODY LOVES YOU BUT I JUST LOVE YOU A LITTLE BIT MORE ABRAÇOS

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    Respostas
    1. Jesse Wussy (GREEN PEAR)20/12/13 18:59

      Não acho que Trevor Rabin tenha destruído som da banda YES.Quem manda alí é o baixista Chris Squire.É claro que Yes Album,Fragile,Close to the Edge dão de mil a zero na fase pop,mas os albums com Rabin dão de um bilhão a zero em bandas atuais.Pr educação,affinal sou músico,não vou cita-las.Pra mim,o rock morreu em 1979.Da-lhe Alex!

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    2. Diego Henrique - Poa03/05/14 12:19

      Para mim o disco yes 90125 é do caralho, são fases e fases.... São musicos de altissima qualidade, sem duvida, gosto dos anos 70 e dos 80 tambem. Mas cada um cada um respeito sua opinião amigo.

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    3. Adoro esse album também !!! Sucesso do Yes no mundo todo !!!

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  15. Este comentário foi removido pelo autor.

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  16. YES é e será sempre um exemplo positivo de que o Rock possui músicos de talento! Maior r mrlhor banda do Universo!! Amigos fiques atentos à programação musical do "PIU-PIU" onde frequentemente toca uma banda cover by name "YESSONGS", que é a própria encarnação cover do YES no Brasil! (procurem no You-Tube)

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  17. Muito bom Alex!
    Todas as musicas já vem com as Tag, e todo o cd vem com a capa.

    Obrigado! A tempos não encontrava um blog com material tão completo e organizado!

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  18. Cara, isso é incrìvel sabia?
    Tem coisas nessa discografia que só encontro nela, não tem no google, youtue nem nada, aposto que você vendeu a sua alma para encontrar isso =B
    Em fim, eu te amo cara aushaush
    Vlw, continue sempre assim =]

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  19. Alex, fiquei um tempo sem internet e fiquei só ouvindo o que tinha baixado, mas é tanta musica legal que você posta, que vou ouvir durante uns dez anos e não vou conseguir ouvir tudo tamanho o bom gosto e qualidade do seu trabalho, valeu mesmo, ainda bem que está voltando, vou garimpando e apreciando, pessoas como você fazem um bem danado a quem gosta de Rock, parabens. João Cláudio

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  20. Ernane Zorzo18/02/12 00:55

    baixando......valeu Alex!!!!

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  21. sem duvida o melhor blog de rock n roll da web Valeu.

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  22. Maurino Júnior - Paulo Afonso - BA29/03/12 21:14

    Viva Jon Anderson, Viva o YES, Vivas a você, Alex!!! Obrigadaço mesmo e de coração!

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  23. Maurino Júnior - Paulo Afonso - BA02/04/12 21:59

    Eu não sei como vocês se sentem ao ouvir o Yes... Jon Anderson nem se fala. Esse cara é dono de um carisma ímpar. Estava ouvindo agora há pouco no álbum The Ladder, a música Homeworld... Alex, isso é transcendental. O álbum é todo excelente, mas me parece que há momentos em que uma determinada música nos enche de alegria e de esperança. É assim que me sinto ao ouvir o YES!! Adoro esse cara, o Jon Anderson! Longa vida a ele!!

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  24. Blog incrível, o melhor, muito bom.
    Yes é uma banda difícil de gostar, apesar de ser um grande clássico, suas músicas tem uma grande complexidade muitas vezes difícil de conseguir escutar,e as musica apresenta exageros, é uma banda indicada somente para quem aprecia muito o progressivo.
    destaque para o Album 90125(1983)muito bom,talvez por não ser tão progressivo e ser um album de uma nova fase da banda.

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  25. Da uma saudade ouvir o YES dos anos 70...
    Parece que foi ontem...
    Valeu ..obrigado...
    Carioca Brasil

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  26. Sensacional esta Banda. Assisti um Show no Olympia em São Paulo e foi demais. Valeu pelo trabalho.

    Julian, MT

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  27. Ótima banda uma das melhores do Rock Progressivo made in England valeu obrigado...

    Augusto.MS

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  28. Yes tinha udo pra ser a melhor banda de progressivo de todos os tempos! Pena que Bill Bruford saiu da banda tão cedo... Com White já não era a mesma coisa! E quanto aos trabalhos "pop" da banda na década de 80, prefiro nem comentar...

    Ademais, obrigado Alex!

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    Respostas
    1. Felicio Meira Sardinha02/12/13 17:31

      Tem razão,o Yes pop que foi ao Rock In Rio 1985 tava estranho atéw nas roupas! A fase boa é de Fragile.

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    2. Pedro Felipe29/03/14 17:43

      Concordo, bicho, O yes tinha tudo, tudo mesmo. grandes clássicos no começo de 70, mas depois a banda caiu demais. Não ficou como o floyd que se manteve sempre muito bom.

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  29. Top!
    Thank you very much.

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  30. Simplesmente o melhor blog da internet, do caralho, com todo o respeito, parabens Alex.

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  31. Diego Henrique25/02/13 10:43

    Bom Dia Pessoal YES é muito bom um disco para mim que é muito bom é o 90125 baita disco. O amigo lá em cima falou tudo, o mundo musicalmente está uma porcaria.

    As bandas antigamente prezavam ser diferentes uma da outra tentando criar um estilo próprio, e querendo ser um melhor do que o outro!!!! Hoje em dia pegam a mesma formula e introduzem no mercado para ganhar dinheiro apenas. Pouca criatividade e letras sem sentido algum, é uma pena que as coisas boas acabam, mas pelo o que realmente é bom continua vivo através de muitos e muitos anos.

    VIDA LONGA AO ROCK AND ROLL (CURTAM MUSICA BOA)

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  32. Muitíssimo obrigada.

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  33. show visto, discografia baixada, o tesouro ja ta comigo agora...valeu muro!

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  34. Prezado fico muito feliz por ter contribuido com o cd.
    Espero que tenha gostado, e que outras pessoas gostem também deste excelente classic rock cd london.

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  35. Novamente obrigado por mais um grande post.

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  36. jose fitzer21/11/13 19:58

    Atesto a raridade de Yesshows.muito fificil de achar,o único cm Patrick Moraz ao vivo em Dance of Dawn.Outros lados são com Rick Wakeman

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  37. Átila Ribeiro10/01/14 04:18

    Uma das maiores bandas progressivas da história , trabalho muito profundo e extenso , parabens...

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  38. Yes é a melhor banda de rock progressivo do mundo.
    Adoro.
    Eu como não vivi essa época, qdo a banda gravava seus maiores sucessos, ficava feliz, qdo achava um cd da banda levava para casa e ouvia. Não lia de jeito nenhum o ano do lançamento original no encarte.
    Depois que já havia decorado as músicas ia ver o ano de lançamento, 78, 73, 71.
    Para se ter uma ideia eu nunca vi um vinil do Yes.
    Morria de saudades de uma época... que eu não vivi.

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  39. Agora chega , YES foi a banda mais importante de minha vida mas não dá mais , achei esse Heaven terrível , eles tentam achar clones do Jon mas sem chance . Quando eu tiver vontade de ouvir vou para os meus favoritos : Album , Fragile, Relayer , Tales, Going , Tormato , vou prá fase Rabin e até o Ladder , esses últimos não dá mesmo , pelo menos prá mim não dá mais .

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  40. Concordo contigo Betão, o Yes sem o Jon e o Rick Wakeman , não é mais o Yes que conhecemos nos anos 70 - 80, mas é sempre assim as bandas começam a ficar velhas e trocam, trocam e não dá em nada. mas o Yes permanece na minha coleção.
    Abraço - e Obrigado ALEX ( O MURO) também permanece e sempre vai permanecer no meu conceito. ( Nota 1.000 pro MURO ).
    Até +

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  41. Sensacional!!! Parabéns pela iniciativa deste grande trabalho!!! Por isso o Rock nunca irá morrer!!!

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  42. Muito Obrigado for this material! Amazing Blog guys! Cheers from Mexico!

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