11 de dezembro de 2010

The Doors - Discografia.

The Doors foi uma banda de rock estado-unidense dos fins da década de 60 e princípio da década de 70. O grupo era composto por Jim Morrison (voz), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria). A banda ainda recebeu influências de diferentes estilos musicais, como o blues, jazz, flamenco e a bossa nova.

Canções como “Break on Through (To the Other Side)”, “Light My Fire”, “People Are Strange” ou “Riders on the Storm”, aliadas à personalidade e escândalos protagonizados por Jim Morrison, contribuíram de sobremaneira para o aumento da fama do grupo.

Após a dissolução da banda no início da década 70, e especialmente desde a morte de Morrison em 1971, o interesse nas músicas dos Doors tem-se mantido elevado, ultrapassando mesmo por vezes o que o grupo teve enquanto esteve activo. Em todo o mundo, os seus discos e DVDs já venderam mais de 75 milhões de cópias, e continuam a vender cerca de 2 milhões anualmente.

História.

Origens (1965 - 1966)

As origens dos The Doors surgem de um encontro ao acaso entre dois estudantes da escola cinematográfica UCLA, Jim Morrison e Ray Manzarek, em Venice Beach, Califórnia em Julho de 1965. Morrison disse então a Manzarek que andava a escrever canções e, a pedido de Manzarek, cantou “Moonlight Drive”. Impressionado pelas letras de Morrison, Manzarek sugeriu que formassem uma banda.

O teclista Ray Manzarek estava numa banda chamada Rick And The Ravens com o seu irmão Rick Manzarek, enquanto Robby Krieger e John Densmore tocavam com os The Psychedelic Rangers e conheciam Manzarek das aulas de yoga e meditação. Em agosto, Densmore juntou-se ao grupo e juntamente com os membros dos Ravens e o baixista Patty Sullivan, gravaram uma demo de seis canções em setembro de 1965. A demo foi bastante pirateada e acabou por surgir completa mais tarde, em 1997, na coletânea dos Doors.

Nesse mesmo mês o grupo recrutou o guitarrista Robby Krieger e o alinhamento final estava formado — Morrison, Manzarek, Krieger e Densmore. A banda retirou o seu nome do título de um livro de Aldous Huxley, “The Doors of Perception”, que por seu turno havia sido ‘emprestado’ do verso de um poema do artista e poeta do século XIX, William Blake: “If the doors of perception were cleansed, every thing would appear to man as it is: infinite” (em pt: Se as portas da percepção fossem abertas, tudo apareceria como realmente é: infinito).

Os Doors não tinham uma formação comum à maioria dos grupos rock porque não possuíam qualquer baixo quando actuavam ao vivo. Deste modo, Manzarek tocava as secções de baixo com a sua mão esquerda no recentemente inventado Fender Rhodes bass keyboard, uma variação do conhecido piano eléctrico Fender Rhodes, enquanto tocava as partes de teclado com a sua mão direita. Já nos álbuns de estúdio, os Doors usaram diversos baixistas, tais como Jerry Scheff, Doug Lubahn, Harvey Brooks, Kerry Magness, Lonnie Mack, Larry Knechtel, Leroy Vinegar e Ray Neapolitan.

Muitas das canções originais dos Doors eram compostas pelo grupo, com Morrison ou Krieger a contribuirem com a letra e melodia inicial, e os restantes com as sugestões rítmicas e harmónicas ou até secções inteiras (por exemplo, a introdução de Manzarek em “Light My Fire”).

Em 1966, o grupo tocava no clube The London Fog, tendo pouco tempo depois passado para o Whisky a Go Go. A 10 de agosto, foram vistos pelo presidente da Elektra Records, Jac Holzman, que se encontrava presente a recomendação do vocalista dos Love, Arthur Lee, que estava ligado à Elektra. Após Holzman e o produtor Paul A. Rothchild verem duas performances da banda no Whisky a Go Go, os Doors assinaram contrato com a Elektra Records a 18 de agosto, tendo marcado aí o início da longa e bem sucedida parceria com Rothchild e o engenheiro de som Bruce Botnick.

A hora foi fortuita, pois a 21 de agosto o clube despediu a banda após tocarem a canção “The End”. Num incidente que serviu de presságio para a polémica que seguiria o grupo, um Morrison pedrado recitou a sua própria interpretação do drama grego “Oedipus Rex” no qual o protagonista Oedipus mata o seu pai e faz sexo com a sua mãe. A versão de Morrison consistia em “Father? Yes son? I want to kill you. Mother? I want to fuck you” (em pt: Pai? Sim filho? Eu quero matar-te. Mãe? Eu quero foder-te).

The Doors (1966)

The Doors, o álbum de estreia da banda, foi gravado em agosto de 1966 e lançado na primeira semana de janeiro de 1967. Incluía a maioria das principais canções das suas actuações, incluindo o drama musical de 11 minutos, “The End”. A banda gravou o disco em poucos dias entre finais de agosto e início de setembro, com várias canções a serem capturadas num único take.

Morrison e Manzarek dirigiram um filme promocional para o primeiro single, “Break On Through”, o que constituiu um importante avanço para o desenvolvimento dos vídeos musicais.

O segundo single, “Light My Fire”, tornou-se um grande sucesso no verão de 1967, e colocou o grupo, juntamente com Jefferson Airplane e The Grateful Dead, como uma das principais bandas contracultura da América. Para a rádio AM, os solos de órgão e piano foram retirados da canção.

Em maio do mesmo ano, os Doors fizeram a sua estreia televisiva ao gravarem uma versão de “The End” para a CBC nos estúdios de Yorkville, em Toronto. Permaneceu inacessível desde a sua transmissão original até ao lançamento do DVD The Doors Soundstage Performances em 2002.

Os Doors ganharam reputação de artista com performances ao vivo polémicas. Com a sua presença em palco e as calças de ganga justas, Morrison tornou-se um sex symbol, embora depressa se tenha cansado desta condição de estrela.

Uma das mais míticas polémicas ocorreu quando os censores da rede ed TV Columbia Broadcasting System (CBS) exigiram que Morrison mudasse a letra de “Light My Fire” através da alteração do verso, “Girl, we couldn’t get much higher”, antes da banda tocá-la ao vivo a 17 de setembro de 1967, no Ed Sullivan Show. O verso foi trocado para, “Girl, we couldn’t get much better”. Contudo, Morrison cantou o verso original, e pelo facto de ter sido transmitido em directo sem atraso, a CBS não pode fazer nada para o travar. Furioso, Ed Sullivan recusou-se a cumprimentar os membros da banda, e nunca mais voltaram a ser convidados para actuar no programa. De acordo com Manzarek, a banda foi informada que nunca mais tocaria no Ed Sullivan Show novamente. Sobre o assunto, Morrison disse, “E daí? Nós já tocamos no Ed Sullivan Show”. Na época, uma aparição nesse programa era considerada um grande impulso para o sucesso. Manzarek afirma que a banda concordou com o produtor de antemão, mas não tinha qualquer intenção em mudar o verso. Nesta altura, também tocaram um novo single, “People Are Strange”, para o “DJ Murray The K’s TV show” a 22 de setembro.

Morrison cimentou o seu estatuto de rebelde a 10 de dezembro quando foi preso em New Haven, Connecticut, por insultar a polícia perante a audiência. Morrison afirmou que havia sido atacado com spray por um agente após ter sido apanhado nos bastidores com uma rapariga.

A 24 de dezembro, os Doors gravaram “Light My Fire” e “Moonlight Drive” ao vivo para o “Jonathan Winters”. Entre 26 e 28 de dezembro, o grupo actuou no “Winterland Ballroom” em San Francisco. Num excerto retirado do livro de Stephen Davis sobre Jim Morrison, pode-se ler:
Na noite seguinte em Winterland, uma TV foi colocada em palco durante a actuação dos Doors para que estes pudessem ver a sua própria performance no Jonathan Winters Show. Eles pararam de tocar a “Back Door Man” quando a sua canção começou a dar. O público assistiu aos Doors a verem-se na TV. 

Continuaram o concerto quando a sua parte no programa tinha acabado, tendo Ray desligado a TV. A noite seguinte seria a última de sempre em Winterland.
— Jim Morrison: Life, Death, Legend de Stephen Davis em 2004.
Após isto, actuaram em Denver a 30 e 31 de dezembro, e terminaram quase um ano de constante digressão.

Strange Days (1967)

Em Outubro de 1967, foi lançado o segundo trabalho dos Doors, intitulado Strange Days e considerado menos espontâneo que seu antecessor, ainda que tenha também ficado creditado pela sua atmosfera e letras. A faixa final, “When the Music’s Over”, era, tal como “The End”, longa e dramática, e contribuiu para aumentar a reputação de Morrison como figura do rock. O álbum incluiu canções clássicas dos Doors como “People Are Strange” e “Love Me Two Times”.

Como resultado do seu sucesso, os Doors deixaram o seu estatuto de heróis do underground. Permitiram que a revista Sixteen os usasse como ídolos de adolescentes e as suas “espontâneas” performances em palco já não eram assim tão espontâneas. Um artigo de Jerry Hopkins da edição de 10 de fevereiro de 1968 da Rolling Stone tipificou o fim do estado de graça:
Uma rotina, ou parte do negócio, não realizada em Shrine, foi a cuidadosamente executada queda “acidental” de Morrison palco para o público. Durante meses fez parte dos espectáculos e gerava muitos gritos por parte das adolescentes. No entanto, surgiu uma análise num jornal no qual a queda era considerada um dos actos mais falsos de sempre. Morrison, em resposta a uma pergunta sobre se ele tinha lido o artigo, disse ‘Sim, e penso que está correcto.’ Morrison não fez a queda nessa noite em Shrine.
— Jerry Hopkins – 10 de fevereiro de 1968, num artigo da Rolling Stone.

Waiting for the Sun e o Incidente de Miami (1968-1969)

Em abril, a gravação do terceiro álbum ficou marcada pela tensão resultante da crescente dependência de Morrison pelo álcool. Em aproximação do seu pico de popularidade, os Doors realizaram uma série de espectáculos ao ar livre que levaram a várias situações descontroladas entre fãs e polícia, particularmente no “Chicago Coliseum” a 10 de maio.

A banda começou a sair do seu som original no terceiro LP, Waiting for the Sun, principalmente pelo facto de terem esgotado o seu reportório original e começado a escrever novo material. Tornou-se o seu primeiro e único LP a chegar ao primeiro lugar da Billboard e o single “Hello, I Love You” foi o seu segundo e último a atingir o primeiro lugar no Billboard Hot 100. Este novo álbum reforçou o afastamento dos Doors do panorama underground. Em 1969 na Rock Encyclopedia, Lilian Roxon escreveu que o álbum “fortaleceu as suspeitas de que os The Doors apenas estavam lá pelo dinheiro”. O LP incluiu “The Unknown Soldier”, que foi banida das rádios pelas sua controversa letra. Nesta fase, o grupo realizou outro vídeo musical. “Not to Touch the Earth” foi retirada da peça conceptual de 30 minutos “Celebration of the Lizard”, embora não tenham conseguido gravar uma versão satisfatória da peça completa para o LP. Foi eventualmente lançada numa compilação de maiores êxitos, em CD.

Houve uma controvérsia nesta altura por causa do lançamento do single “Hello, I Love You”, com a imprensa musical a apontar parecenças musicais da canção com o sucesso de 1965 dos The Kinks, “All Day and All of the Night”. Os membros desse grupo concordaram com os críticos e, de forma sarcástica, o guitarrista Dave Davies costumava tocar partes de “Hello, I Love You” durantes os solos em performance ao vivo de “All Day and All of the Night”. Nos concertos, Morrison por vezes não cantava a canção, deixando para Manzarek essa tarefa.

Um mês após as tumultuosas cenas de “Singer Bowl” em Nova Iorque, o grupo viajou para o Reino Unido para as suas primeiras actuações fora da América do Norte. Realizaram uma conferência de imprensa no Instituto de Artes Contemporâneas em Londres e actuaram no The Roundhouse Theatre. Os resultados da digressão foram gravados pela Granada TV com o título The Doors Are Open, que foi mais tarde lançado em vídeo. Também fizeram espectáculos noutros locais da Europa, incluindo um show em Amesterdão sem Morrison, após este ter perdido os sentidos devido a abuso de drogas. Morrison regressou a Londres a 20 de Setembro e permaneceu lá durante um mês.

O grupo realizou mais nove concertos nos Estados Unidos antes de começarem a trabalhar, em Novembro, no seu quarto LP. O ano de 1969 começou com um espectáculo completamente esgotado no Madison Square Garden em Nova Iorque a 24 de Janeiro e com novo single bem sucedido, “Touch Me”, lançado em Dezembro de 1968, que chegou ao terceiro lugar nos EUA.

Em Janeiro de 1969, Morrison participou numa produção de teatro que mudou o curso da banda. No auditório da Universidade do Sul da Califórnia, ele fez uma actuação que apelava à sua busca pela liberdade pessoal. Isto resultou numa “jam” em estúdio a 25 de Fevereiro, que se tornou na lendária sessão “Rock Is Dead”, mais tarde lançada no box-set dos Doors de 1997. Serviu também de base para um episódio controverso e muito badalado.

O incidente de Miami ocorreu a 1 de Março de 1969, num concerto no “Dinner Key Auditorium” em Miami, Flórida. Morrison tinha estado a beber desde que tinha falhado o seu voo para o concerto. Os 6.900 lugares do auditório estavam completamente lotados, havendo a estimativa de se encontrarem 13.000 pessoas. Então Morrison vociferou para o microfone: “O que quer que tu queiras, vamos fazê-lo”. Dito isto, alegadamente, expôs as suas partes íntimas. Na sua autobiografia, Manzarek afirma que tal nunca aconteceu.
Essa é a minha opinião. Havia uma hipnotização geral. Ele [Morrison] disse-lhes que o ia mostrar e, meu Deus, eles acreditaram. Ele estava a segurar a sua camisola à sua frente, puxando-a rapidamente para a frente e para trás, para a frente e para trás, como um toureiro, enquanto dizia, “Vocês viram? Vocês viram? Eu mostrei-vos! Ele saiu. Eu não o vou deixar de fora. 

Agora vejam, vou fazê-lo novamente.” E ele voltaria a mexer para a frente e para trás a camisola. Estava calor e havia demasiada gente no local, e as pessoas estavam a ficar loucas, gritando, rodando e puxando este frágil palco temporário. Pensámos que ia desabar – enventualmente parte dele caiu. Foi a insanidade total.
— Ray Manzarek em Light My Fire: My Life with the Doors.

O incidente indignou as autoridades locais e Morrison foi preso por obscenidade. Concertos por todo o país foram cancelados. “Nós tínhamos a nossa primeira grande digressão a vinte cidades programada, e estávamos todos apreensivos por isso,” escreveu Manzarek. “Vinte cidades? Meu Deus, nós vamos fazer uma digressão de um mês? Até então, nós não tínhamos estado na estrada por mais de quatro ou cinco dias. Mas todas as cidades cancelaram, por todo o país.”

A banda confrontou nesta altura Morrison por causa do seu alcoolismo. O incidente permanece inconclusivo.

Morrison gravou alguma da sua poesia nesse mês e em abril começou as filmagens para HWY, um filme experimental sobre um viajante à boleia, interpretado por ele próprio. Os Doors transformaram a sessão de poesia em música para o álbum de 1978 An American Prayer.

Embora Morrison recebesse grande parte da atenção, tendo uma maior imagem na capa do álbum de estreia do grupo, ele mantinha-se inflexível de que todos os membros da banda deviam ser igualmente reconhecidos. Antes de um concerto, quando o apresentador introduziu o grupo como “Jim Morrison and The Doors”, Morrison recusou-se a entrar em palco enquanto o grupo não fosse anunciado novamente como “The Doors”.

Nos últimos dois anos da sua vida, Morrison reduziu o seu consumo de drogas e começou a beber bastante, o que afectou as suas performances em palco e no estúdio. Ganhou peso e deixou crescer barba, levando a Elektra a usar fotos mais antigas para a capa do LP Absolutely Live, lançado em 1970. O álbum inclui actuações gravadas durante a digressão norte-americana dos Doors em 1970 e em 1969, e inclui uma versão completa ao vivo da canção “The Celebration of the Lizard”.

A única aparência em público foi numa gravação especial para a PBS feita em finais de Abril e transmitida no mês seguinte. O grupo tocou apenas canções do seu álbum seguinte, Soft Parade.

Os Doors continuaram os espectáculos no auditório de Chicago a 14 de Junho e actuaram a 21 e 22 de Julho no “Aquarius Theatre” em Hollywood, tendo sido mais tarde lançado em CD. Morrison, com barba, vestiu roupas mais largas e dirigiu o grupo em volta de um som mais blues, através de canções como “Build Me A Woman”, “I Will Never Be Untrue” e “Who Do You Love”.

The Soft Parade (1969)

O seu quarto álbum, The Soft Parade, lançado em julho de 1969, distanciou mais o grupo da sua base de fãs original, contendo arranjos mais “pop” e secções de trompetes. O primeiro single “Touch Me” também teve colaboração do saxofonista Curtis Amy.

Enquanto que a banda tentava manter o seu ímpeto, as tentativas para expandir o seu som deram ao álbum um sentido experimental, originando críticas à sua integridade musical. Os problemas de bebida de Morrison tornavam-no imprevísivel, e as sessões de gravação estenderam-se por várias semanas. Os custos de gravação dispararam, o que levaram quase à desintegração dos Doors.

Durante a gravação do seu álbum seguinte, em Novembro de 1969, Morrison teve problemas com as autoridades após ter agido com agressividade contra o pessoal do avião, enquanto se dirigia para Phoenix, Arizona para assistir a um concerto dos The Rolling Stones. Foi libertado em Abril de 1970 após um guarda ter erradamente identificado Morrison como seu companheiro de viagem, o actor norte-americano Tom Baker.

O grupo iniciou o ano em Nova Iorque com duas bem recebidas noites no “The Felt Forum”.

Morrison Hotel (1970)

Os Doors regressaram ao sucesso em 1970 com o seu quinto LP, Morrison Hotel. Com um som hard rock consistente, o primeiro single do álbum foi “Roadhouse Blues”, tendo este atingido o 4º lugar nos EUA.

A banda continuou a actuar em arenas durante o verão. Morrison enfrontou julgamento em Miami em agosto, mas o grupo ainda conseguiu fazer a sua única participação num grande festival, o Isle of Wight Festival, a 29 de Agosto. Actuaram juntamente com artistas como Jimi Hendrix, The Who, Joni Mitchell e Miles Davis. Duas canções desse concerto foram inseridas no documentário de 1995 Message To Love.

A 16 de Setembro, Morrison voltou ao tribunal, mas o juri considerou-o culpado por profanidade e exposição indecente a 20 de Setembro. Morrison foi condenado a oito meses de prisão mas foi-lhe permitido sair em liberdade, pendente de recurso e após pagar fiança.

A 8 de Dezembro de 1970, no seu 27º aniversário, Morrison gravou outra sessão de poesia.

L.A. Woman e os Últimos Dias (1971-1972)

Durante a última performance pública dos Doors com o alinhamento original, na “Warehouse” em Nova Orleães, Louisiana, a 12 de Dezembro de 1970, Morrison aparentemente teve um colapso nervoso, tendo deixado cair por várias vezes o microfone ao chão.

De qualquer forma, os Doors recuperaram definitivamente, nesta altura, o estatuto que haviam perdido nos registos anteriores (excepto Morrison Hotel) com L.A. Woman, lançado em Abril de 1971. Apesar da saída de Rothchild da produção, este álbum regressava às origens R&B da banda. Rothchild recusou-se a produzir o novo reportório por o considerar “música cocktail”, tendo entregue o trabalho a Botnick. Como resultado desta mudança, os Doors produziram aquele que é considerado um dos seus registos mais históricos. Os singles “Love Her Madly” e “Riders on the Storm” tiveram sucesso nas rádios e nos tops norte-americanos, e ainda hoje em dia passam com regularidade nas programações de rádio.

Em 1971, após a gravação de L.A. Woman, Morrison decidiu parar algum tempo para descansar e partiu para Paris com a namorada, Pamela Courson, a 11 de Março. Ele havia visitado a cidade no Verão anterior e sentia-se confiante em escrever e explorar aquele local.

Em Junho, voltava a ter problemas de álcool. A 16 de Junho, a última gravação conhecida de Morrison foi feita quando ele travou amizade com dois músicos de rua num bar e convidou-os para ir a um estúdio. Os resultados foram lançados em 1994 num “bootleg CD” designado The Lost Paris Tapes.

Morrison morreu em circunstâncias misteriosas a 3 de Julho de 1971. O seu corpo foi encontrado na banheira do seu apartamento. Foi concluído que morreu de ataque cardíaco, embora tenha sido revelado mais tarde que não foi realizada qualquer autópsia antes do corpo de Morrison ter sido enterrado no Cemitério de Père Lachaise a 7 de Julho.

Ainda existem rumores persistentes de que Morrison simulou a sua morte para escapar à fama ou que morreu num clube noturno e o seu corpo foi então levado secretamente para o seu apartamento. Contudo, no seu livro Wonderland Avenue, Danny Sugerman, antigo manager de Morrison, afirma que durante o seu último encontro com Courson, que ocorreu pouco tempo antes de ela morrer de overdose de heroína, esta confessa ter feito Morrison entrar na droga e, por causa dele ter medo de agulhas, foi ela que lhe injectou a dose que o matou.

Pós-Morrison (1972-2000)

Os restantes membros dos Doors continuaram durante mais algum tempo a actuar, considerando inicialmente em substituir Morrison com novo vocalista. Chegou-se a afirmar que Iggy Pop era um dos cantores considerados para a possível entrada. No entanto, Krieger e Manzarek ficaram com os vocais, lançando mais dois álbuns, Other Voices e Full Circle, e partiram em mais uma digressão. Ambos os álbuns venderam menos que os registos da era Morrison, e por isso os Doors pararam as actuações e as gravações no final de 1972. O último álbum entrou no território do jazz. Os álbuns só foram relançados em CD na Alemanha e Rússia, num pacote 2 em 1.

O terceiro álbum lançado após a morte de Morrison, An American Prayer, surgiu em 1978. Este consistiu na adição de música às recentemente descobertas gravações de recitação de poesia por parte de Morrison, constituindo assim os primeiros registos a serem lançados postumamente. O álbum foi um sucesso comercial e foi sucedido pelo lançamento de um mini-álbum com material ao vivo inédito.

Em 1979, Francis Ford Coppola, que estudou com Morrison na UCLA, lançou o filme Apocalypse Now, com “The End” a ter destaque na banda sonora. Quatro anos depois, foi lançada uma apresentação ao vivo sob o título de Alive, She Cried.

Em 1991, o realizador Oliver Stone lançou o filme The Doors, com Val Kilmer no papel de Morrison e presenças especiais de Krieger e Densmore. A interpretação de Kilmer e o próprio filme foram bem acolhidos pela crítica, apesar das suas imprecisões. Os membros do grupo criticaram o retrato feito por Stone sobre Morrison, fazendo-o passar por um sociopata descontrolado. O cantor Billy Idol fez uma aparição no filme e gravou uma cover de “L.A. Woman”. Em Janeiro de 1993, o grupo foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame. Durante a apresentação, contaram com a presença de Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, para cantar “Light My Fire” e “Break on Through”.

Reunião (2001-Presente)

Em 2001, Ray Manzarek, John Densmore e Robby Krieger reuniram-se pela primeira vez em mais de vinte e cinco anos para tocar canções dos The Doors como parte da série VH1 Storytellers. A cantar com a banda estiveram vários vocalistas convidados, incluindo Ian Astbury dos The Cult, Scott Stapp dos Creed, Scott Weiland dos Stone Temple Pilots, Perry Farrell dos Jane’s Addiction e Travis Meeks dos Days of the New. O espectáculo foi mais tarde lançado no DVD VH1 Storytellers – The Doors (A Celebration).

Em 2002, Manzarek e Krieger voltaram a juntar-se e criaram uma nova versão dos Doors, designada “The Doors of the 21st Century.” O alinhamento era liderado por Astbury, com Angelo Barbera da Krieger’s Band no baixo. No seu primeiro concerto, o grupo anunciou que o baterista John Densmore não participaria, e mais tarde foi reportado que não podia tocar devido a um problema de tinnitus. Densmore foi inicialmente substituído por Stewart Copeland dos The Police, mas após Copeland partir o braço numa queda de bicicleta, a parceria acabou por mútuo acordo, e entrou Ty Dennis, da Krieger’s Band.

Densmore afirmou mais tarde que não tinha sido afinal convidado para fazer parte da reunião. Em Fevereiro de 2003, ele procede a uma acção judicial contra os seus antigos companheiros de banda, para evitar que estes usassem o nome “The Doors of the 21st Century.” A sua moção foi recusada em tribunal em maio. Manzarek afirmou publicamente que o convite para Densmore regressar ao grupo mantinha-se firme. Nesta altura, a família de Morrison juntou-se a Densmore na tentativa de evitar que Manzarek e Krieger usassem o nome “The Doors”. Em julho de 2005, Densmore e os representantes de Morrison ganharam uma acção judicial permanente, obrigando a nova banda a mudar o nome para “D21C.” Actualmente tocam sob a designação Riders on the Storm, em referência à canção da banda com o mesmo nome. Também foram autorizados a actuarem como “antigos membros dos Doors” ou até “membros dos The Doors.”

Ray Manzarek afirmou uma vez: “Estamos todos a ficar velhos. Nós devíamos, os três, tocar essas canções porque, ei, o fim está sempre próximo. Morrison era um poeta, e acima de tudo, um poeta quer que as suas palavras sejam ouvidas.” No entanto, em 2007, Densmore afirmou que só entraria no grupo, caso o vocalista escolhido fosse “desse nível” de Jim Morrison, como Eddie Vedder dos Pearl Jam.

Quando Jim Morrison foi questionado pelo que é que ele gostava que fosse mais lembrado, respondeu: “As minhas palavras, meu, as minhas palavras.” Morrison disse ainda: “Eu gosto de qualquer reacção que possa ter com a minha música. Qualquer coisa que ponha as pessoas a pensar. Eu quero dizer que se conseguires pôr uma sala cheia de gente pedrada e bêbada a reflectir e a pensar, então estás a fazer algo.”

Em 2004, a Rolling Stone colocou os Doors no 41º posto na sua lista dos 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos. No ano anterior, já havia considerado os álbuns The Doors, L.A. Woman e Strange Days os 42º, 362º e 407º melhores álbuns de sempre, respectivamente. Já as canções “Light My Fire” e “The End”, ambas do primeiro álbum do grupo, foram consideradas, respectivamente, as 35ª e 328ª melhores canções de sempre.

Bastante actividade foi anunciada em 2006 por ocasião do 40º aniversário do álbum homónimo de estreia da banda. Para comemorar a efeméride, saiu mais um box-set com os seis primeiros álbuns de estúdio, o livro “The Doors by The Doors” e foi anunciado o início da produção de um documentário oficial sobre o grupo.

Em 2007, os The Doors foram galardoados, juntamente com os Grateful Dead e Joan Baez, com o Grammy Lifetime Achievement Award nos Grammy Awards de 2007 e, a 28 de Fevereiro, receberam uma estrela no Passeio da Fama de Hollywood. Pelo meio, a 16 de Fevereiro, Ian Astbury abandona os Riders on the Storm, para relançar a sua antiga banda The Cult, sendo sustituído por Brett Scallions, antigo vocalista dos Fuel.
A 24 de Julho é lançado um álbum triplo com registos ao vivo de uma actuação dos Doors na Boston Arena a 10 de Abril de 1970.

A popularidade dos Doors hoje em dia é demonstrada pela quantidade de cópias que os seus álbuns continuam a vender.

Discografia.

The Doors lançou nove álbuns de estúdio, sendo três destes após a morte de Jim Morrison. Além destes, a banda possui inúmeros singles, compilações e apresentações ao vivo.

Canções da banda foram usadas em filmes como “The End” em Apocalypse Now e Knoflíkári, “Soul Kitchen” e “Love Her Madly” em Forrest Gump, assim como “Break On Through (To The Other Side)”, que aparece também em Soldado Anônimo, Gardens of Stone e Os Que Me Amam Tomarão O Trem, “People Are Strange”, que também aparece em Os Garotos Perdido e American Pop, e “Hello, I Love You”, que consta na trilha sonora de Neighbors; “Touch Me” em Escola de Rock, “The Changeling” em Sans toit ni loi, “Riders on the Storm” em Rail Kings e Diário de um Adolescente, “Peace Frog” em The Waterboy,”Moonlight Drive” em Abaixo de Zero e Two-Lane Blacktop, “Strange Days” em Strange Days, “Light My Fire” em More American Graffit e Altered States,”The Spy” e “Maggie M’Gill” em Os Sonhadores, “Roadhouse Blues” em Garota, Interrompid e O Sonho Já Era?, “Over The River and Through The Woods” em I’ll Be Home for Christmas e “The Crystal Ship” em The X-Files, Doidas Demais e True Believer. No entanto, grande parte da sua contribuição em bandas sonoras foi no filme sobre o grupo, The Doors, onde grande parte das canções são da sua autoria.

Também já protagonizou uma única vez, um comercial, da Pirelli na Inglaterra, já que é política da banda, particularmente de Densmore, não ceder as canções da banda para campanhas publicitárias, tendo já inclusive recusado ofertas milionárias da Apple e Cadillac com a justificativa de ser antiético para o legado do grupo e para a memória de Jim Morrison.

As pessoas perderam a sua virgindade com esta música, ficaram chapadas pela primeira vez com esta música. Já ouvi pessoas dizerem que morreram miúdos no Vietname a ouvirem esta música, outras a afirmarem que conhecem alguém que não cometeu suicídio por causa desta música…. Em palco, quando tocávamos aquelas canções, elas pareciam misteriosas e mágicas. Isso não está à venda.
— John Densmore para o The Nation.

Várias séries consagradas já usaram canções dos The Doors, entre as quais se destaca Os Sopranos, Alias, Cold Case, Charmed, Os Simpsons e My Name is Earl.

Além disso, um trecho de “Soul Kitchen” foi adaptado em uma canção de Imani Coppola intitulada “I’m a Tree”, presente na trilha sonora de Alguém Como Você e Virtual Sexuality.

Estilo e Influências.

O estilo musical dos The Doors baseia-se essencialmente numa mistura entre blues e o psicadélico. Ray Manzarek fornece elementos de música clássica e blues, Robby Krieger insere ritmos de flamenco, enquanto que Densmore usa os seus conhecimentos de jazz na bateria.

As letras negras do grupo, compostas na sua maioria por Jim Morrison, afastam-se em boa medida das convencionadas pela pop da época. Nos primeiros discos (The Doors e Strange Days), os elementos visionários próprios da música psicadélica surgem expressos em imagens inspiradas na tradição romântica e simbolista, actualizando-a com referências ao existencialismo e à psicanálise. De destacar também a influência dos simbolistas franceses, como Arthur Rimbaud ou Charles Baudelaire, na poesia de Morrison. Nos últimos discos, em especial L.A. Woman, as letras de Morrison tornaram-se mais simples e imediatas, evoluindo assim com o som 
da banda em direcção ao blues.

Música Bauhaus. É limpa, é pura. De um lado há o piano, do outro uma guitarra, a bateria no meio, um tom de baixo no fundo e o vocalista à frente e tu consegues ouvir as letras. Essa é uma das razões porque o som dos The Doors continua ser importante hoje em dia. É claramente moderno. E era isso o que pretendíamos.
— Ray Manzarek para a The World Magazine, em Fevereiro de 2007.

Legado.

O trabalho dos The Doors serviu de inspiração para muitos artistas, entre eles Iggy Pop, Trent Reznor,Julian Casablancas, Eddie Vedder, Bruce Springsteen, Scott Weiland, Patti Smith, Glenn Danzig e Billy Idol.

Jim Morrison, com a sua atitude e presença em palco, influenciou vocalistas de vários estilos que surgiram depois de si, permanecendo um dos mais populares e influentes vocalistas e compositores da história do rock, enquanto que o catálogo dos Doors tornou-se presença habitual nos programas de rock clássico das rádios.

Hoje em dia, Morrison é apresentado como o protótipo da estrela rock: arrogante, sexy, escandaloso e misterioso. As calças de ganga que usava quer em palco quer fora dele tornaram-se estereotipadas como parte do perfil de um roqueiro. Serviu de inspiração para outros vocalistas rock da época, como Roger Daltrey (The Who) e Robert Plant (Led Zeppelin).

Instigado pelo jogador Robin Ventura, a equipa estado-unidense de basebol New York Mets adoptou a canção “L.A. Woman” como tema tocado nos altifalantes durante os jogos, com o público a cantar a letra “Mr. Mojo Risin’” (anagrama de “Jim Morrison”) Em 2007, foi anunciado que uma campanha de caridade, a Global Cool, com vista a combater o aquecimento global, tinha encomendado uma canção a ser feita com um poema escrito por Morrison, “Woman in the Window”, que será lançada no álbum de estreia dos Satellite Party, Ultra Payloaded. Morrison inclusive já foi citado num trabalho preliminar para a Comissão Europeia, sobre telecomunicações.

Em abril de 2010, foi lançado o documentário When You're Strange de Tom DiCillo, que conta a história da banda, é narrado pelo ator Johnny Depp. Texto: Wikipédia.

Integrantes.

Ultima Formação.

Robby Krieger (Guitarra, Vocais Secundários)
John Densmore (Bateria)
Ray Manzarek (Vocais Secundários, Teclas)
Marc Benno (Guitarra, Membro de Sessões)
Jerry Scheff (Baixo, Membro de Sessões)

Ex-Integrante.

Jim Morrison (Vocais, Harmonica, Lider e fundador, faleceu em 03/07/1971)

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Como Baixar.

Álbuns.

The Doors (1967)
01. Break On Through (To The Other Side)
02. Soul Kitchen
03. The Crystal Ship
04. Twentieth Century Fox
05. Alabama Song (Whisky Bar)

06. Light My Fire
07. Back Door Man
08. I Looked At You
09. End Of The Night
10. Take It As It Comes
11. The End


Strange Days (1967)
01. Strange Days
02. You’re Lost Little Girl
03. Love Me Two Times
04. Unhappy Girl
05. Horse Lattitudes
06. Moonlight Drive
07. People Are Strange
08. My Eyes Have Seen You
09. I Can’t See Your Face In My Mind
10. When the Music’s Over


Waiting for the Sun (1968)
01. Hello, I Love You
02. Love Street
03. Not To Touch The Earth
04. Summer’s Almost Gone
05. Wintertime Love
06. The Unknown Soldier
07. Spanish Caravan
08. My Wild Love
09. We Could Be So Good Together
10. Yes, the River Knows
11. Five To One
12. Albinoni’s Adagio in G Minor
Bonus Tracks.
13. Not to Touch the Earth” (Dialogue) 
14. Not to Touch the Earth” (Take 1)
15. Not to Touch the Earth” (Take 2)
16. Celebration of The Lizard


The Soft Parade (1969)
01. Tell All The People
02. Touch Me
03. Shaman’s Blues
04. Do It
05. Easy Ride
06. Wild Child
07. Runnin’ Blue
08. Wishful Sinful
09. The Soft Parade


Morrison Hotel (1970)
01. Roadhouse Blues
02. Waiting for the Sun
03. You Make Me Real
04. Peace Frog
05. Blue Sunday
06. Ship of Fools
07. Land Ho!
08. The Spy
09. Queen of the Highway
10. Indian Summer
11. Maggie M’Gill


Absolutely Live (1970)
01. House Announcer
02. Who Do You Love
03. Alabama Song
04. Backdoor Man
05. Love Hides
06. Five To One
07. Build Me A Woman
08. When The Music’s Over
09. Close To You
11. Universal Mind
12. Petition The Lord With Prayer
13. Break On Through (To the Other Side No. 2)
 14. Lions in the Street
15. Wake Up
16. A Little Game
17. The Hill Dwellers
18. Not to Touch the Earth
19. Names of the Kingdom
20. The Palace of Exile
21. Soul Kitchen


Palace of Exile, Live At The Isle Of Wigh (1970)
01. Back Door Man
02. Break On Through
03. When The Music’s Over
04. Ship Of Fools
05. Roadhouse Blues
06. Light Ny Fire
07. The End


L.A. Woman (1971)
01. The Changeling
02. Love Her Madly
03. Been Down So Long
04. Cars Hiss By My Window
05. L.A Woman
06. L’America
07. Hyacinth House
08. Crawling King Snake
09. The WASP
10. Riders on the Storm


Other Voices (1971)
01. In the Eye of the Sun
02. Variety Is the Spice of Life
03. Ships w/Sails
04. Tightrope Ride
05. Down on the Farm
06. I’m Horny, I’m Stoned
07. Wandering Musician
08. Hang On to Your Life


Full Circle (1972)
01. Get Up And Dance
02. 4 Billion Souls
03. Verdilac
04. Hardwood Floor
05. Good Rockin’
06. The Mosquito
07. The Piano Bird
08. It Slipped My Mind
09. The Peking King And The New York


An American Prayer (1978)
01. Awake
02. Ghost Song
03. Dawn’s Highway
04. Newborn Awakening
05. To Come Of Age
06. Black Polished Chrome
07. Latino Chrome
08. Angels And Sailors
09. Stoned Immaculate
10. The Movie
11. Curses, Invocations
12. American Night
13. Roadhouse Blues
14. The World On Fire
15. Lament
16. The Hitchhiker
17. An American Prayer
18. Hour For Magic
19. Freedom Exists
20. A Feast Of Friends
21. Babylon Fading
22. Bird Of Prey
23. The Ghost Song (Extended Version)


Alive, She Cried (1983)
01. Gloria
02. Light My Fire
03. You Make Me Real
04. The WASP
05. Love Me Two Times
06. Little Red Rooster (Willie Dixon)
07. Moonlight Drive


Live At The Hollywood Bowl, 1967 (1985)
01. When The Musics Over
02. Wiskey Bar (Alabama Song) 
03. Back Door Man
04. 5 To 1
05. Moonlight Drive
06. Celebration Of The Lizard
07. Spanish Caravan
08. Wae Up
09. Light My Fire
10. Unknown Soldier
11. The End
12. When The Musics Over (Credits)


The Best of The Doors (1985)
CD 1.

01. Break on Through
02. Light my Fire
03. The Crystal Ship
04. People are Stranged
05. Strange Days
06. Love me Two Times
07. Alabama Song
08. Five to One
09. Waiting for the Sun
10. Spanish Caravan
11. When the Music’s Over

CD 2.

01. Hello, I Love You
02. Roadhouse Blues
03. L.A. Woman
04. Riders of the Storm
05. Touche me
06. Love her Madly
07. The Unknown Soldier
8. The End


In Concert, 1970 (1991)
CD 1.

01. House Announcer
02. Who Do You Love?
03. Alabama Song
04. Back Door Man
05. Love Hides
06. Five to One
07. Build Me a Woman
08. When the Music’s Over
09. Universal Mind
10. Petition the Lord with Prayer
11. Dead Cats, Dead Rats
12. Break on Through
13. Lions in the Street
14. Wake Up
15. A Little Game
16. The Hill Dwellers
17. Not to Touch the Earth
18. Names of the Kingdom
19. The Palace of Exile
20. Soul Kitchen

CD 2.

01. Roadhouse Blues
02. Gloria
03. Light My Fire
04. You Make Me Real
05. Texas Radio & The Big Beat
06. Love Me Two Times
07. Little Red Rooster
08. Moonlight Drive
09. Close To You
10. Unknown Soldier
11. The End


Essential Rarities (2000)
01. Hello To The Cities
02. Break On Through
03. Roadhouse Blues
04. Hyacinth House
05. Who Scared You
06. Whiskey, Mystics & Men
07. I Will Never Be Untrue
08. Moonlight Drive
09. Queen Of The Highway
10. Someday Soon
11. Hello, I Love You
12. Orange County Suite
13. The Soft Parade
14. The End
15. Woman Is A Devil


Stoned Inmaculate - A Tribute To The Doors (2000)
01. Break on Through (To the Other Side) (Stone Temple Pilots) 
02. Riders on the Storm (Creed) 
03. Light My Fire (Train) 
04. Peace Frog (Smash Mouth) 
05. L.A. Woman (Days Of The New) 
06. Love Me Two Times (Aerosmith) 
07. Under Waterfall (The Doors) 
08. Wild Child (The Cult) 
09. Roadhouse Rap (Jim Morrison) 
10. Roadhouse Blues (John Lee Hoocker & Jim Morrison) 
11. Is Everybody In? (William S. Burroughs) 
12. Hello I Love You (Oleander) 
13. Touch Me (Ian Astbury) 
14. Children of Night (Perry Farrell & Exene Cervenka) 
15. Love Her Madly (Bo Diddley) 
16. The Cosmic Movie (The Doors) 
17. The End (Days Of The New)


Live In Detroit, 1970 (2001)
CD 1.

01. Tuning #1
02. Roadhouse Vamp
03. Hello To The Cities
04. Dead Cats, Dead Rats
05. Break On Through (To The Other Side) 
06. Alabama Song (Whiskey Bar) 
07. Back Door Man
08. Five To One
09. Roadhouse Blues
10. You Make Me Real
11. Ship Of Fools
12. When the Musics Over
13. People Get Ready
14. Mystery Train
15. Away In India
16. Crossroads

CD 2.

01. Tuning #2
02. Carol
03. Light My Fire
04. Been Down So Long
05. Love Hides
06. Mean Mustard Blue
07. Carol (Reprise)

08. Close To You
09. I'm A King Bee
10. Rock Me Baby/Heartbreak Hotel
11. The End


Bright Midnight: Live in America (2001)
01. Light My Fire
02. Been Down So Long
03. Back Door Man
04. Love Hides
05. Five To One
06. Touch Me
07. The Crystal Ship
08. Break On Through (To The Other Side) 
09. Bellowing
10. Roadhouse Blues
11. Alabama Song (Whiskey Bar) 
12. Love Me Two Times/Baby Please Don’t Go
13. The End


Live in Hollywood, 1969 (2002)
01. Welcome
02. Back Door Man
03. Break on Through (To the Other Side) 
04. When the Music's Over
05. You Make Me Real
06. Universal Mind
07. Touch Me
08. Soul Kitchen
09. Jim Introduces Ray
10. Close to You
11. What You'd Like to Hear?
12. Peace Frog (Instrumental) 
13. Blue Sunday
14. Five to One
15. Celebration
16. Light My Fire


Live in Boston, 1970 (2002)
CD 1 - First Show.

01. Start
02. All Right, All Right, All Right
03. Howling & Moaning
04. Roadhouse Blues
05. Ship Of Fools
06. Alabama Song (Whisky Bar) 
 07. Back Door Man
08. Five To One
09. When The Music's Over
10. Rock Me
11. Mystery Train
12. Away In India
13. Crossroads
14. Prelude to Wake Up!
15. Wake Up!
16. Light My Fire

CD 2 - Second Show.

01. Start
02. Break On Through
03. I Believe In Democracy
04. When The Music's Over
05. Roadhouse Blues
06. The Spy
07. Alabama Song (Whisky Bar) 
08. Back Door Man
09. Five to One
10. Astrology Rap
11. Build Me A Woman
12. You Make Me Real
13. Wait A Minute!
14. Mystery Train
15. Away In India
16. Crossroads

CD 3 - Second Show Continued. 

01. Band Intros
02. Adolf Hitler
03. Light My Fire
04. Fever
05. Summertime
06. St. James Infirmary Blues
07. Graveyard Poem
08. Light My Fire
09. More, More, More!
10. Ladies & Gentlemen
11. We Can't Instigate
12. They Want More
13. Been Down So Long
14. Power Turned Off 


L. A. Woman: 40th Anniversary (2012)
 
CD 1 

01. The Changeling
02. Love Her Madly
03. Been So Long
04. Cars Hiss By My Window
05. L.A. Woman
06. L’ America
07. Hyacinth House
08. Crawling King Snake
09. The WASP (Texas Radio And The Big Beat)
10. Riders On The Storm

CD 2.

01 The Changeling (Alternate Version) 
02. Love Her Madly (Alternate Version)
03. Cars Hiss By My Window (Alternate Version) 
04. L.A. Woman (Alternate Version)
05. The WASP (Texas Radio And The Big Beat) (Alternate Version) 
06. Been Down So Long (Alternate Version) 
07. Riders On The Storm (Alternate Version)
 08. She Smells So Nice
09. Rock Me
Behind Closed Doors: The Rarities (2013)
 
01. Moonlight Drive (Version 1)
02. Moonlight Drive (Version 2)
03. Indian Summer (81966 Vocal)
04. People Are Strange (False Starts & Dialogue)
05. Love Me Two Times (Take 3)
06. Albinoni’s Adagio In G Minor
07. Not To Touch the Earth (Dialogue)
08. Not To Touch the Earth (Take 1)
09. Not To Touch the Earth (Take 2)
10. Celebration of the Lizard
11. Who Scared You (Recorded At Elektra Studios, 1969)
12. Whiskey, Mystics and Men (Version #1) [At Elektra Studios, 1970]
13. Whiskey, Mystics and Men (Version #2)
14. Push Push
15. Touch Me (Dialogue)
16. Touch Me (Take 3)
17. Talking Blues
18. Roadhouse Blues (Takes 1-3)
19. Roadhouse Blues (Take 6)
20. Carol
21. Roadhouse Blues (Take 1)
22. Money Beats Soul
23. Roadhouse Blues (Takes 13-15)
24. Peace Frog (False Starts & Dialogue)
25. The Spy (Version 2)
26. Queen of the Highway (Jazz Version)
27. The Changeling (Alternate Version)
28. Love Her Madly (Alternate Version)
29. Cars Hiss By My Window (Alternate Version)
30. L.A. Woman (Alternate Version)
31. The WASP (Texas Radio and the Big Beat) [Alternate Version]
32. Been Down So Long (Alternate Version)
33. Riders On the Storm (Alternate Version)
34. She Smells So Nice
35. Rock Me
36. L.A. Woman (Take 1)
37. Crawling King Snake (Run Through and Studio Chatter)
38. Love Her Madly (Take 1)
39. Changeling (Take 9)
40. The WASP (Texas Radio and the Big Beat) [Instrumental]
41. Orange County Suite
42. (You Need Meat) Don’t Go No Further
43. Breakn’ a Sweat
44. L.A. Woman (Paul Oakenfold Remix)
45. Hello, I Love You (Adam Freeland Fabric Mix)
46. Maggie M’Gill (John DensmoreFredWreck Remix)
47. You Make Me Real (2Manzarek2 Remix)
48. Roadhouse Blues (Crystal Method Remix)
49. Hello To the Cities (On the Ed Sullivan, 1967 & At Cobo Hall, 1970)
50. Hyacinth House (Demo) At Robbie Krieger's Home Studio, 1969]
51. Queen of the Highway (Alternative Version At Elektra Studios, 1969]
52. Hello, I Love You (Demo Recorded At World Pacific Studios, 1965)
53. The Soft Parade, (Live On PBS Television, New York, 1970)
54. The Woman Is a Devil
55. Someday Soon (Live At the Seattle Centre, Seattle, 1970)
56. Roadhouse Blues (Live At Madison Square Garden, New York, 1970)
57. Break On Through (Live At the Isle of Wight Festival, England, 1970)
58. The End (Live At Madison Square Garden, New York, 1970)
 

  
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49 comentários:

  1. Acho que nada vai se igualar a genialidade e a originalidade dos Doors... Provavelmente eles foram os únicos que conseguiram abrir as portas da percepção.

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    Respostas
    1. Concordo plenamente com você!!!!

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    2. Concordo plenamente você, ninguém se compara a eles....Por isso sou muito fã...

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  2. Tipo, só me diz como vcs conseguem ser OS MELHORES DESSE MALDITO MUNDO VIRTUAL ? AUHAHUHUAHUA !!

    MTO BOM O SITE, o BEAST !

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  3. Cara.. vcs estão de parabéns com esse site.
    Fiquei triste pra Baralho quando tiraram todos os links do site antigo.
    Agora sim ta de volta, e sempre com força total.
    Vamo que vamo gente.
    Rock and Roll nunca vai morrer.
    Abraaaços
    "For those who about to rock. WE SALUTE YOU!"

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  4. Parabéns pelo blog e pela paciência! Venho acompanhando o blog há algum tempo e sempre encontro tudo organizado. E claro, viva The Doors!!!!

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  5. Muro é The Best!!! Parabéns Alex!

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  6. bigromulo

    muito obrigado Alex, gosto muito do doors sou seguidor deste blog faz tempo gosto muito deste blog não tem nem um melhor que este simples,organizado, eficiente e eficaz muito obrigado, vocês estãode parabéns

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  7. BOA TARDE,

    CARA,CONHECI SEU BLOG A POUCOS DIAS,PORÉM,FIQUEI FÃ!!
    DE MUITO BOM GOSTO,DE FÁCIL LEITURA E MUITO PRATICO DE LOCALIZAR TUDO.

    PARABENS!!!!

    CONTINUE ASSIM!!!

    ABRAÇO!!!

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  8. Simlesmente fantástico. Que blog é esse?

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  9. Melhor blog. continue assim seu trabalho é otimo

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  10. José Alves Teirxeira (Tex)27/08/11 16:28

    Mais uma Discografia excelente. Salve Salve Os Anos 70. Salve Salve O Muro. (Tex Garanhuns-PE)

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  11. Enfim encontrei algo que é a minha cara...Parabéns pelo blog!!! Virei fã!!! Abraços...

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  12. aldrin philippe22/10/11 13:02

    parabéns alex, muito obg, vida longa ao blog e ao rock and roll!!!

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  13. Banda incrível, Morrison não foi o melhor vocalista do Rock, mas com certeza, foi o mais carismático. Valeu pelo post.

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    Respostas
    1. Antonio eu discordo, ele tinha uma voz maravilhosa..rsrsrs

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    2. Eu também discordo anônimo, Morrison tinha uma voz diferenciada!!!

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  14. José Alves Teixeira (Tex) Garanhuns-PE04/12/11 16:22

    Valeu Alex por esses três últimos álbuns postados. São excelentes.

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  15. cara ,vc e sem palavras....genio...valew alex...LOVERBOY

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  16. Péricles Vinícius21/01/12 15:24

    THE DOORS MEU AMOR!
    EU TE AMO!!!!

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  17. This is The End, Beautiful friend ♪

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  18. GRANDE POST ALEX !!!
    ÚLTIMO ALBUM DE MORRISON NOS DOORS CANTANDO E INTERPRETANDO ALTOS SONS COMO CHANGELING, L'A AMERICA E A CLÁSSICA L.A WOMAN !!!
    SIMPLESMENTE INCRÍVEL !!!


    VIDA LONGA AO MURO !!!!

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  19. O MELHOR BLOG DE TODOS !!!
    VALEU MESMO ALEX !!!
    TEM TUDO QUE A GENTE CURTE !!!
    DE A a Z !!!!!

    VIDA LONGA AO MURO !!!

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  20. CARA ...
    O CD 2 É MUUUTIO LOCO MAN !!!
    NUNCA TINHA OUVIDO ESSAS VERSOES DE ESTÚDIO ANTES !!!

    PARABENS ALEX !!!

    VIDA LONGA AO MURO !!!

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  21. muito bom , eu sempre baixo essas musicas para ouvir de noite no Fim de semana com os amigos, pois apesar de toda tecnologia ninguem substitui o jeito simples e legal q essas musicas nos trás em termos de diversão, pois n época (decada 70) os caras nem tinham quase tecnologia em parte de som (principalmente o hendrix rsrsrs) e tocavam na raça the doos é d+, pow é de elogiar msmo, Obrigado ae!!

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  22. José Alves Teixeira (Tex) Garanhuns-PE01/04/12 16:35

    Um álbum clássico do The Doors L. A. Woman, completando o seu 40º Aniversario, e agora postado aqui no MURO. Mais uma vez Parabens Alex, a cada dia você surprende os seguidores do MURO com grandes Postagens. Valeu Brother.

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  23. O blog resolveu todos meus problemas de discografia. Uma revolução. Bravo!

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    Respostas
    1. Caralho! Eu havia acabado de postar a mensagem acima, e agora, desde ontem, quando eu soube, fiquei praticamente sem saber o que fazer! É claro que há meios de se seguir em frente: para mim e para O MURO, felizmente. Mas no momento fiquei completamente baqueado... Força, Alex!!!

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  24. Nossa, sacanagem, ferraram com o melhor site onde você pode encontrar músicas de qualidade.. =/

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  25. hoje entrei no grande muro do classic rock,pra minha tristeza,vi q o muro havia sido pixado pelos infelizes... mas sob as mãos do guardião maior;a ordem há d ser restaurada, e no muro q jamais ruirá, voltará a ecoar os sons q o tempo não apaga! "força alex!!!"

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  26. alguem me levou ao fabuloso muro do classic rock... fikei em transe.mergulhado entre dimensões.o mundo do rock stampado num muro. inacreditável. perfeito. " mas vivemos num mundo de batalhas... e ao muro tão pacífico,declararam guerra." Força Alex!!! Esse Muro Jamais Ruirá!!!"

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  27. de portugal...um grande obrigado!...valeu zucas!...

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  28. fico muito feliz por ter voltadoos links que haviam sido retirados, muito bom esse blog sempre baixo meus albuns nele. rock pra sempre !

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  29. muito bom esse blog, show de bola! parabéns

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  30. sensacional o blog,vida longa.

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  31. grata pelo resto da vida!!

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  32. muito bom o blog acompanho a algum tempo e msm depois de algum probleminhas sempre volta com força total vlw msm..... e viva sempre the doors eh claro.....

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  33. Grande trabalho do blog. Há anos baixo a discografia do rock aqui, e nunca tinha comentado para lhes parabenizar. Perfeito, organizado e sempre com os links disponíveis. Sucesso para vocês.

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  34. Absolutely incredible blog Muro.
    You are the greatest my friend.
    Bow Down:::Bow Down:::Bow Down:::

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  35. isso aqui é a melhor coisa que exisste na internet !!!ta de parabens cara muito bom!!!!!!!!!!!

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  36. O muro do rock é foda mesmo,Alex cara,vc não é gente xp
    acompanho o blog há algum tempo,parabéns cara;

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  37. Parabéns pelo trabalho e muito obrigado !

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  38. Vlw pela essa discografia magnifica cara The Doors Forever

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  39. I just want to thank you for these great discographies you have sent for all of rock lovers as I am. they are very complete and fab! go ahead with this quality work.I know there are a lot f people who appreciate your work.from Mexico, your friend Mario

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  40. wilson fiordeliz14/11/13 23:13

    o MURO é maravilhoso!!!!! valeu ALEX, eu tava procurando essa discografia a algum tempo.THE DOORS faz parte da minha história...

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  41. Adorei o blog, sem vírus, sem complicações e muita coisa boa! Parabéns!

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  42. Tem alguns blogs bons na Net onde a maioria dos links não funcionam. Neste blog todos os links funcionam e o blog é MARAVILHOSO!

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