Please enable / Bitte aktiviere JavaScript!
Veuillez activer / Por favor activa el Javascript![ ? ]

19 de dezembro de 2010

O Terço - Discografia.

O Terço é uma banda brasileira formada no Rio de Janeiro em 1968 por Jorge Amiden (guitarra), Sérgio Hinds (baixo) e Vinícius Cantuária (bateria). A banda começou tocando rock clássico, mas logo tendeu ao rock progressivo e ao rock rural e MPB caracterizando o som e a diversidade musical da banda. 

Segundo o guitarrista Sérgio Hinds (único membro presente em todas as formações da banda), a palavra terço foi escolhida como nome da banda porque é uma medida fracionária que corresponde a três ou a “terça parte de alguma coisa”, como num rosário. O Terço caiu como uma luva devido a primeira formação da banda, que era a de trio (guitarra, baixo, bateria). Inicialmente, o nome escolhido tinha sido “Santíssima Trindade”, mas para evitar atritos com a Igreja Católica, foi adotado “O Terço”. 

História.

Origem.

O Terço originou-se basicamente de dois grupos, o Joint Stock Co. (que integrava Jorge Amiden, Vinícius Cantuária, Cezar de Mercês e Sérgio Magrão) e Hot Dogs (que integrava Sérgio Hinds). Todos eles viriam a fazer parte da banda em diversas ocasiões. O Terço surgiu no final da década de 1960 e a primeira formação foi: Sérgio Hinds no baixo, Jorge Amiden na guitarra e Vinícius Cantuária na bateria. Esta formação gravou o seu primeiro LP em 1970, com uma mistura de rock 50, folk e música clássica. 

O Terço nesta época tocava em diversos festivais. Com a canção “Velhas Histórias”, composta por Renato Côrrea e Guarabyra, o grupo ganhou o Festival de Juiz de Fora. Em um festival universitário, a banda ficou em 2º lugar defendendo a música “Espaço Branco” de Vermelho e Flávio Venturini (que mais tarde viria a integrar o grupo). A banda também classificou as músicas “Tributo ao Sorriso” (3º lugar) e “O Visitante” (4º lugar), em duas edições do Festival Internacional da Canção (FIC), o que levou a banda a se tornar o grupo revelação pela mídia especializada, com destaque para o vocal trabalhado em falsete, que era uma das características da banda e que encantava o público. 

Primeiras Mudanças.

Sérgio Hinds havia se afastado do grupo para tocar com Ivan Lins. Foi então que Jorge Amiden chamou Cezar de Mercês para integrar o grupo como baixista. Sérgio Hinds voltou logo depois para completar o quarteto. Com inovação e criatividade, em parceria com Guarabyra, o grupo criou o violoncelo elétrico (tocado por Sérgio Hinds) e a guitarra de três braços (apelidada de “tritarra”, tocada por Jorge Amiden). Foi assim que O Terço lançou um belo compacto duplo com 5 músicas, entre elas, um tema de Bach, que mostrava bem a influência clássica da banda. 

Logo depois, Jorge Amiden que até então era a principal mente criadora de O Terço, se desentende com o grupo e o deixa. Em acordo entre os outros três integrantes, Sérgio Hinds registrou o nome “O Terço” para que Jorge Amiden não o fizesse. Após a saída do grupo em 1972, Amiden criou um novo grupo chamado Karma, junto com os músicos Luiz Mendes Junior (violão) e Alen Terra (baixo). O Karma gravou um belo disco ainda neste ano e depois se desfez. 

O Terço passou então a ser Sérgio Hinds (guitarra), Cezar de Mercês (baixo) e Vinícius Cantuária (bateria). Ainda em meados de 1972, O Terço participou da gravação do disco “Vento Sul” de Marcos Valle. Também participaram em algumas faixas o trio “Paulo, Claudio e Maurício”, formado pelos irmãos gêmeos Paulo e Claudio Guimarães (flauta e guitarra) e pelo arranjador Maurício Maestro, além do guitarrista Frederiko (Fredera), ex-Som Imaginário. O Terço junto com Marcos Valle fizeram uma turnê por todo país e tocaram no Festival do Midem em Cannes, na França. 

Ascensão ao Rock Progressivo.

Influenciados pelo rock progressivo inglês, O Terço mudou a sua sonoridade e em 1972 lançou um compacto mais pesado com as músicas “Ilusão de Ótica” e “Tempo é Vento”. No ano seguinte O Terço lançou o segundo disco (homônimo). No disco o grupo mostra que queria mesmo era tocar rock progressivo. O destaque do disco é a longa suíte chamada “Amanhecer Total” (com 6 temas), composto pelos três integrantes e que conta com a participação de Luiz Paulo Simas nos teclados sintetizadores (Módulo 1000), Patrícia do Valle com a voz na introdução do tema “Cores”, Chico Batera na percussão e Maran Schagen encerrando o tema “Cores Finais” no piano. O músico Paulo Moura também participou do disco, tocando saxofone alto na música “Você aí”. 

Nova Mudança no Grupo.

Aproximação com o Rock Rural.

Após a gravação do segundo disco, Vinícius Cantuária deixou a banda para tocar com Caetano Veloso. Entraram na banda Sérgio Magrão (baixo) e Luiz Moreno (bateria) para tocar junto com Sérgio Hinds (guitarra) e Cezar de Mercês (guitarra base). 

A aproximação do grupo com Sá e Guarabyra deu um guinada na carreira de O Terço. Na época, eles foram convidados a gravar um disco com a dupla (Nunca, 1974).Esta proximidade com o chamado “rock rural” da dupla influenciou muito a sonoridade da banda em sua fase posterior. Sérgio Hinds pediu a indicação de um tecladista para Milton Nascimento, que indicou Flávio Venturini. Com o novo tecladista, O Terço começou, já em 1974, a gravar o terceiro disco da banda. Cezar de Mercês deixou o grupo, mas continuou como compositor e colaborador da banda. 

Melhor Fase da Banda.

Em 1975, Sérgio Hinds (guitarra), Sérgio Magrão (baixo), Luiz Moreno (bateria) e Flávio Venturini (teclado e viola), concluíram a gravação de seu terceiro disco, o “Criaturas da Noite”. A capa do disco foi elaborada por Antônio e André Peticov e foi chamada de “A Compreensão”. O disco começa com o pulsante baixo de Magrão, introdução do simples rock “Hey Amigo”, composição de Cezar de Mercês que se tornou um dos maiores clássicos da banda. A influência do rock rural é bastante presente nas faixas “Queimada” e “Jogo das Pedras” (ambas de Flávio Venturini e Cezar de Mercês). A belíssima faixa título “Criaturas da Noite” (Flávio Venturini / Luiz Carlos Sá), conta com os arranjos de orquestra do maestro Rogério Duprat. O disco traz as instrumentais “Ponto Final” (do baterista Luiz Moreno, que toca piano na introdução da música) e a suíte instrumental “1974″, composta por Flávio Venturini e que fecha com chave de ouro como o maior destaque do disco e já foi eleita a melhor música em todas as enquetes feitas pelos fãs do grupo. Visando mercado internacional, a banda gravou o vocal deste disco em inglês e lançou o “Creatures of the Night”. O disco Criaturas da Noite é até hoje uma das maiores referências entre os discos de rock progressivo nacional e internacional também. Alguns o consideram o maior disco deste gênero no país. 

Em 1976, o grupo foi morar em uma fazenda, em São Paulo. Lá foi concebido todo o novo disco do grupo, que levou o nome de “Casa Encantada”. O disco segue a linha do anterior, com rock progressivo, músicas instrumentais e a influência definitiva do rock rural. O destaque inicial fica por conta do percussionista Luiz Moreno que faz a voz solo das duas primeiras faixas do disco, “Flor de La Noche” e “Luz de Vela” (ambas compostas por Cezar de Mercês). A faixa “Sentinela do Abismo” (Flávio Venturini / Márcio Borges) é uma música solo do tecladista no disco (cantada e tocada apenas por ele) com um arranjo de cordas regido por Rogério Duprat. Cezar de Mercês participou como flautista na belíssima faixa título “Casa Encantada” (Flávio Venturini / Luiz Carlos Sá). Seguindo a qualidade técnica do disco anterior, este é considerado o melhor disco do grupo depois de “Criaturas da Noite”. O disco é encerrado com uma faixa da dupla Sá e Guarabyra, a ruralissíma “Pássaro”. 

Segundo informações da banda, O Terço seguia fazendo uma média de 200 concertos por ano. O sucesso de público era total, seja em teatros ou casas de eventos. Nessa época foi que ocorreu o lendário concerto em homenagem aos Beatles junto com os Mutantes. Nos concertos, a banda também tocava músicas inéditas que ainda não haviam sido gravadas ainda, como a instrumental “Suíte” (Flávio Venturini) e “Raposa Azul” (Flávio Venturini / Sérgio Hinds). 

Mudança de Tempo.

Em meados de 1977, Flávio Venturini decidiu deixar o grupo para fazer um trabalho junto com Beto Guedes. Cezar de Mercês voltou ao grupo e trouxe com ele o tecladista Sérgio Kaffa. Ainda neste ano, com a nova formação, o grupo lançou um compacto com as músicas “Amigos” e “Barco de Pedra”, ambas compostas por Cezar. A sonoridade do grupo se voltou mais para a MPB, mas sem esquecer suas raízes progressivas. 

O quinto disco da banda, “Mudança de Tempo”, foi lançado 1978. O disco segue praticamente a linha dos dois anteriores, com músicas instrumentais, progressivas, mas sempre com diversidade musical. Só para lembrar, a formação do grupo era Sérgio Hinds (guitarra), Sérgio Magrão (baixo), Luiz Moreno (bateria), Cezar de Mercês (violão e flauta) e Sérgio Kaffa (teclados). Este disco fechou uma trilogia sonora iniciada com o disco “Criaturas da Noite” e o contrato com a gravadora Underground/Copacabana. A progressiva faixa título “Mudança de Tempo” (Cezar de Mercês) é um dos grandes destaques do disco. Outros destaques do disco são as participações do maestro Rogério Duprat e de Rosa Maria (que canta uma música chamada “Minha Fé”, uma canção bem ao estilo gospel norte-americano). Este disco confirma O Terço como um dos grandes nomes do rock da década de 1970 apesar de algumas críticas desfavoráveis. 

Nesta época O Terço fez o seu primeiro concerto internacional, no chamado “Concerto Latino-Americano de Rock”. Foram três concertos no Brasil (São Paulo no Ibirapuera, Campinas e Belo Horizonte) e dois concertos na Argentina (em Buenos Aires, no Luna Park e em Rosário). 

O Fim da Unidade Final.

O Terço vinha cumprindo a sua agenda de concertos normalmente. Mas o desgaste com a gravadora e com gravação do último disco e com as críticas foi desgastando o grupo também. Além disso, Sérgio Hinds havia sofrido um acidente o que o impossibilitou de continuar a tocar por um bom tempo. Para a ocasião, a banda contratou Ivo de Carvalho para ocupar a guitarra e terminar os possíveis compromissos. Ainda em 1978, o maior grupo de rock progressivo dos anos 1970 chegou ao fim. Luiz Moreno foi tocar com sua nova banda “Original Orquestra” e depois foi com Elis Regina. Sérgio Hinds e Cezar de Mercês gravaram discos solos no ano de 1979. Sérgio Magrão junto com os irmãos Flávio e Cláudio Venturini, Vermelho e Hely Rodrigues decolaram com a nova banda 14 Bis. 

O Retorno.

Em 1982, Sérgio Hinds reatou O Terço com Ruriá Duprat (teclados), Zé Português (baixo) e Franklin Paolillo (bateria), lançando o disco “Som Mais Puro”. O disco contou com a participação de Vinícius Cantuária, tocando e compondo em parceria com Hinds algumas faixas do disco. A banda gravou neste disco uma versão mais compacta da música instrumental “Suíte”, composta por Flávio Venturini que o grupo costumava tocar nos concertos mas nunca havia gravado. Depois o grupo teve um novo recesso. Sérgio Hinds lançou seu segundo disco solo, intitulado “Mar”, no ano de 1986. Na década de 1990 Sérgio Hinds reuniu o grupo periodicamente, com formações diversas, para a gravação de novos trabalhos. 

O Retorno Definitivo.

Por volta de 2001, Flávio Venturini fez um concerto no DirecTV Hall em São Paulo e convidou nada mais nada menos que seus velhos companheiros dos anos dourados de O Terço. O público pôde ver (ou rever) Sérgio Hinds, Cezar de Mercês, Sérgio Magrão e Luiz Moreno novamente juntos no palco e tocando as músicas do grupo nos anos 1970. O Terço, ao menos por um breve período de tempo, estava reunido novamente. A partir daí, os músicos sentiram novamente a mesma química e a emoção daquela época e resolveram armar um retorno “definitivo”. Começaram então os ensaios para o retorno do grupo. A ideia era a gravação de um disco ao vivo com algumas faixas inéditas.

Porém um acontecimento interromperia os planos da banda: o baterista Luiz Moreno sofreu uma parada cardíaca e faleceu, levando o grupo a desistir temporariamente da ideia do retorno. Com o apoio da esposa de Moreno, Irinéa Ribeiro, o grupo resolve continuar o projeto. O trio Sérgio Hinds, Flávio Venturini e Sérgio Magrão, junto com o baterista Sérgio Mello resolvem seguir em frente. Em 2005, enfim, o grupo marca as datas dos 3 concertos (no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais). O primeiro foi dia 4 de maio no Canecão (RJ), onde foi gravado o DVD do grupo também. Nesta noite o grupo tocou quase todas as músicas dos discos “Criaturas da Noite” (75) e “Casa Encantada” (76), além de “Tributo ao Sorriso” (70), “Suíte” (75) e “P.S.

Apareça” (96), e o concerto contou com as ilustres participações de Marcus Vianna, Ruriá Duprat, Irinéa Ribeiro e o quarteto de cordas Uirapurú. Na ocasião, foi lançado um CD de um concerto que O Terço fez em 1976, no Teatro João Caetano (Rio de Janeiro). Em 2007, o CD e DVD foram enfim lançados. Texto: Wikipédia. 

Integrantes.

Atuais.

Sérgio Hinds (Guitarra, Viola e Vocal)
Flávio Venturini (Teclado, Viola e Vocal)
Sérgio Magrão (Baixo e Vocal)
Sérgio Melo (Bateria)

Ex-Integrantes.

Jorge Amiden (1968 A 1972, Guitarra e Vocal)
Cezar De Mercês (1970 a 1974, 1977 a 1978, Baixo, Violão, Flauta e Vocal)
Vinícius Cantuária (1968 a 1973, Bateria e Vocal)
Luiz Moreno (1974 a 1978, 2001 a 2002, Bateria, Percussão e Vocal)
Sérgio Kaffa (1977 e 1978, Teclados, Baixo)
Ivo De Carvalho (1978, Guitarra)
Ruriá Duprat (1982, Teclados)
Zé Português (1982, Baixo)
Franklin Paolillo (1982, 1992 a 1995, Bateria)
Flávio Pimenta (1990, Bateria)
Geraldo Vieira (1990, Baixo)
Luiz De Boni (1992 e 1996, Teclados)
Andrei Ivanovic (1992 a 1995, Baixo)
Fernando Fernandes (1996, Baixo e Vocal)
Beto Correa (1998 a 2000, Teclados)
Max Robert (1998 a 2000, Baixo)
Edú Araújo (1998 a 1999, Guitarra a Vocal)
Daniel Baeder (1998, Bateria)
André Gonzales (1999 a 2000, Bateria)
Igor De Bruyn (2000, Guitarra)

Senha dos Arquivos: muro

Password Files: muro


O Terço (1970)
01. Nã
02. Plaxe Voador
03. Yes, I Do
04. Longe Sem Direção
05. Flauta
06. I Need You
07. Antes De Você… Eu
08. Imagem
09. Meia-Noite
10. Saturday Dream
11. Velhas Histórias
12. Oh! Suzana 

Link.

O Terço II (1973)
01. Deus
02. Você Aí
03. Estrada Vazia
04. Lagoa Das Lontras
05. Rock Do Elvis
06. Amanhecer Total
A. Despertar Pro Sonho
B. Sons Flutuantes
C. Respiração Vegetal
D. Primeiras Luzes No Final Da Estrada
E. Cores
 


Criaturas da Noite, Português & Inglês (1975)
01. Hey Amigo
02. Queimada
03. Pano de Fundo
04. Ponto Final
05. Volte na Próxima Semana
06. Criaturas da Noite
07. Jogo das Pedras
08. 1974
 

Link.

Ao Vivo em Londrina (1975)
01. 1974
02. Sangue Novo
03. Solaris
04. Velho Silêncio
05. Suite
06. Rock Do Elvis
07. Pano De Fundo
08. Ponto Final
09. Queimada
10. Imensidão Azul
11. Tributo Ao Sorriso
12. Rock Do Elvis (Retorno) 
13. Hey Amigo 


Casa Encantada (1976)
01. Flor de la Noche
02. Luz de Vela
03. Guitarras
04. Foi Quando eu vi Aquela Lua Passar
05. Sentinela do Abismo
06. Flor de la Noche II
07. Casa Encantadao
08. Cabala
09. Solaris
10. Vôo da Fenix
11. Passaro 


Ao Vivo No Teatro João Caetano (1976)
01. Flor De La Noche
02. Suíte 1
03. Pássaro
04. Queimada
05. Guitarras
06. Sentinela do Abismo
07. Criaturas da Noite
08. O Vôo da Fênix
09. Tema I
10. Casa Encantada
11. Flor De La Noche II
12. Cabala
13. Volte Na Próxima Semana
14. Foi Quando Eu Vi Aquela Lua Passar
15. Hey Amigo 


Mudança De Tempo (1978)
01. Não Sei Não 
02. Gente Do Interior
03. Terças E Quintas
04. Minha Fé
05. Mudança De Tempo
06. Descolada
07. Pela Rua
08. Blues Do Adeus
09. Hoje É Domingo 


Som Mais Puro (1983)
01. Viajante Relógio 
02. Linda Imagem
03. Asa-Delta
04. Suíte
05. Coração Cantador
06. Tambores Da Mente
07. Nunca Duvidar
08. Luzes 


O Terço (1990)
01. Última Geração 
02. Alienígena
03. Metamorfose Ambulante
04. Prisioneiro
05. Tudo Muito Simples
06. Sonho
07. Hey Joe
08. Rap
09. Liquidação
10. Girando Lâmpada 


Time Travellers (1992)
01. Space (Instrumental) 
02. The Last Journey
03. Time Travellers
04. Crucis (Instrumental)
05. Lost In Time Affaire
06. The Rhythm Of The Universe
07. Marear (Instrumental) 
08. The Guardians
09. Suite 


Live At Palace (1994)
01. Space
02. 1974
03. The Last Journey
04. Lost In Time Affaire
05.
Criaturas Da Noite
06. The Rhythm Of The Universe
07. Crucis
08. Luzes
09. Metamorfose Ambulante
10. Hey Amigo
11. Suíte 


Compositores (1996)
01. Time
02. P.S. Apareça
03. Sangue Latino
04. Folhas Secas
05. Poeira
06. Mágica
07. Quem Mata A Mulher Mata O Melhor
08. Mundaréu
09. O Braço Da Minha Guitarra
10. Deus
11. Mãe-Terra
12. Às Vezes
13. Menino De Rua
14. Prazer E Fé
15. Elza 


Spiral Words (1998)
01. Smile In A Wave 
02. Beyond The Real
03.
O Homem Do Tempo
04. Spiral Words
05. Sete
06. My Universe
07. Balão
08. The Song
09. Crucis
10. Pregnant
11. 1974 


Tributo A Raul Seixas (1999)
01. Eu Nasci A Dez Mil Anos Atrás
02. Rockixe
03. Maluco Beleza
04. Sociedade Alternativa
05. Rock Das “Aranha”
06. Al Capone
07. Como Vovó Já Dizia
08. Gitá
09. Aluga-Se
10. Mosca Na Sopa
11. Metamorfose Ambulante
12. O Trem Das Sete 


Ensaio (2005)
01. Intro
02. 1974
03. Tributo Ao Sorriso
04. Guitarras
05. PS Apareça
06. Jogo Das Pedras
07. Queimada
08. Quando Eu Vi Aquela Lua Passar
09. Pássaro
10. Flor De La Noche II
11. Casa Encantada
12. O Vôo Da Fênix
13. Ponto Final
14. Sentinela Do Abismo
15. Criaturas Da Noite
16. Suíte
17. Cabala
18. Hey Amigo 


O Terço Ao Vivo (2007)
01. Introdução
02. 1974
03. Tributo Ao Sorriso
04. Guitarras
05. PS Apareça
06. Pássaro
07. Casa Encantada
08. O Vôo Da Fênix
09. Ponto Final
10. K
11. Sentinela Do Abismo
12. Criaturas Da Noite
13. Suíte
14. Cabala
15. Antes Do Sol Chegar
16. Entrevista Com Sérgio Hinds 
17. Entrevista Com Sérgio Magrão 
18. Entrevista Com Sérgio Melo 
19. Entrevista Com Flávio Venturini 


Compactos.

(1970)01. Velhas Histórias
02. Tributo Ao Sorriso

(1971)01. O Visitante
02. Adormeceu
03. Doze Avisos
04. Mero Convite
05. Trecho da Ária Extraída da Suíte em Ré Maior
 

(1972)01. Ilusão de Ótica
02. Tempo e Vento

(1976)01. Fields on Fire
02. Shining Days, Summer Nights

(1977)01. Amigos
02. Barco De Pedra


Senha dos Arquivos: muro

Password Files: muro

E-mail de contato para links quebrados ou outros problemas: murodoclassicrock@gmail.com

Antes de comentar leia as regras que estão próximas do formulário, comentários desrespeitando as mesmas, não serão publicados e nem atendidos.

21 comentários :

  1. Sem dúvidas, uma das maiores banda de rock do Brasil.

    ResponderExcluir
  2. Só lamento pros que não conhecem essa banda!!! Agradeço o meu pai pelo bom gosto musical que eu herdei. huahua...

    ResponderExcluir
  3. Eu não vou mais parar
    Eu não sou, DEEEUS!

    O terço é uma lenda setentista brazuca

    O segundo disco é um dos melhores que conheço do meu país chamado Brasil!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Concordo plenamente. Tenho em vinil, mas o som já não era bom, infelizmente. É um dos melhores discos de rock de todos os brasileiros, sem dúvida.

      Excluir
  4. Da-lhe Muro!!!
    Só Valeu Alex
    Osvaldo - RS

    ResponderExcluir
  5. Tive o prazer de assistir o show da tour Mutantes e o Terço juntos e ao vivo aqui em Brasília.
    O evento era dividido em 3 partes, só Mutantes, só O Terço e os dois em tributo aos Beatles.
    Foi inesquecível para mim que deveria ter entre 18 e 20 anos.

    MarcoBrô.

    ResponderExcluir
  6. Cara seu blog é demais, obrigado por compartilhar!!! Longa vida ao muro... e a música boa!!!

    ResponderExcluir
  7. com tantas, opções vc sempre fica a um clique do que procura...mas, a grande parte do encontramos na web não passa de porcaria.É um verdadeiro alívio encontrar vida inteligente e com bom gosto!!

    ResponderExcluir
  8. Sempre admirei esta banda mas não sabia quão diversificada esta históri,vou ficar assíduo do site.
    Laurence Porto

    ResponderExcluir
  9. O Muro está de parabéns novamente. Com bandas como o Mutantes, O Terço, Casa das Máquinas e Violeta de Outono ainda tem gente (?) que acha que o Rock nacional começou com o Lobão (nada contra também) . Essas bandas dos final dos 60 até começo dos 80 e meio como no caso do Violeta não devem nada as bandas gringas. Abraço!

    ResponderExcluir
  10. Só não gostei muito dessa fase d´O Terço ficar fazendo covers e tributos ao Raul Seixas. Nada contra o maluco beleza, mas musicalmente eles eram muito superiores. Eu tenho alguns discos de vinil da banda e guardo como se fossem verdadeiros tesouros. O disco de 1990 pra mim é mais fraco de todos. Os primeiros acho fabulosos, não devem nada as bandas gringas da época como Deep Purple ou Pink Floyd. Já tive oportunidade de ve-los tocar ao vivo em minha cidade Jundiaí nos anos 90, quando tocaram junto com outra banda que também gosto muito, O Golpe de Estado (nosso Purple brasileiro). Grande abraço, força sempre para equipe do Muro! Continuem cimentando ele com muito Rock. Parabéns! Marco Aurélio (Marcone)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Concordo cara, e também vi o Golpe de Estado abrindo um show do Jethro Tull na falecida casa de shows Olímpia em Sampa...

      Excluir
  11. O Terço foi uma das bandas importantes do Brasil. Tenho alguns discos de vinil da banda e guardo como verdadeiros tesouros. Só não gostei do disco de 1990, e desses tributos ao Raul Seixas. Não tenho nada contra o maluco beleza, mas acho que a banda é muito superior musicalmente e não precisava fazer isso. Enfim tive o grande prazer de ver os caras ao vivo, aqui na minha cidade, Jundiaí junto com o Golpe de Estado (nosso Purple brasileiro). Parabéns ao pessoal do Muro. Continuem cimentando esse muro com muito Rock and Roll. Marco Aurélio (Marcone).

    ResponderExcluir
  12. Brother, Vlw demais!!!!!!!!

    Tava muito afim de achar a discografia dessa banda e não achava em lugar nenhum.... Mandou bem demais!!!!!!!!!

    ResponderExcluir
  13. Grande Alex ...
    Seu Blog é ótimo. Sempre seus "post" são organizados, limpos e certos.
    valeu por mais esses exemplos de música. tenho alguns cds e LPs desta Banda, mas são raros de encontrar. Quando encontro compro/adquiro.Seu blog já me proporcionou conhecer vários álbuns que fui "garimpar" , alguns encontrei, outros ainda não. O que importa é que seu trabalho é ótimo. Valeu
    Douglas Z

    ResponderExcluir
  14. Cara, muito obrigado por disponibilizar esta maravilha. Sempre escutei somente artistas internacionais e estou nos últimos tempos procurando mais nacionais. Comecei super bem com "O Terço". Valeu!

    ResponderExcluir
  15. Na minha opinião, essa além de ser uma das melhores bandas brasileiras, tem um dos discos progressivos mais importantes do rock: Casa Encantada. Eu, minha esposa e meus filhos ainda hoje o escutamos muito.

    ResponderExcluir
  16. Sensacional!! Muito bacana! Abcs ao Muro... Alicio Sto. Andre SP \m/

    ResponderExcluir
  17. Ótima banda!

    Este post é uma relíquia. Obrigado.

    ResponderExcluir
  18. gracias !!!...infinitas..viva la música..

    ResponderExcluir
  19. Gratidão eterna ao Muro do Rock sem palavras
    Luiz Sergio
    Cruzeiro-SP

    ResponderExcluir

Todos comentários aparecem após a aprovação, portanto aguarde a moderação do seu comentário sem precisar repeti - ló várias vezes.

Perguntas, avisos ou problemas no blog, serão atendidos somente através do e-mail: murodoclassicrock@gmail.com

Quem insistir em escrever nos comentários será ignorado e o problema não será corrigido.

Por vários motivos esse Blog não atende pedidos de discografias, e-mails ignorando este aviso serão marcados como Spam.

Links alheios não serão permitidos.

Respeite os gostos e opiniões alheias, críticas, ofensas e discussões com palavras de baixo calão não serão permitidas.