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20 de dezembro de 2010

Sepultura - Discografia.

Sepultura é uma banda brasileira de metal surgida em 1984, criada pelos irmãos Max Cavalera e Igor Cavalera em Belo Horizonte, Minas Gerais. É considerada a banda brasileira de maior repercussão no mundo. O Sepultura possui influências diversificadas, que vai desde o black metal e death metal, passando pelo thrash metal, até inspirações externas ao metal, como hardcore, música tribal africana e japonesa, música indígena, entre outros diversos estilos musicais. 

O nome Sepultura (em inglês, grave) foi escolhido quando Max Cavalera traduzia uma canção do Motörhead chamada “Dancing on Your Grave”. Originalmente tinha a formação de Paulo Jr. (baixista), Igor Cavalera (baterista), Jairo Guedez (guitarrista) e Max Cavalera (vocalista). Depois de um tempo entra na banda Andreas Kisser. Na sua formação atual tem o americano Derrick Green como vocalista e os brasileiros Andreas Kisser como guitarrista, o baixista Paulo Jr. e o baterista Jean Dolabella.

Sepultura já vendeu mais de 15 milhões de unidades mundialmente, ganhando múltiplos discos de ouro e platina em todo o mundo, inclusive em países como FrançaAustrália, Indonésia, Estados Unidos, e sua terra natal Brasil.

História.

Começo de Carreira (1983-1991)

Foi em Belo Horizonte, no ano de 1983 que a história do Sepultura começou. Mais precisamente quando os irmãos Cavalera Max e Igor decidiram chamar seus amigos de colégio Paulo Jr. e Jairo Guedez para montar uma banda. Um ano depois, num festival de bandas em Belo Horizonte, a Cogumelo Records contrata a banda, após o dono da gravadora ter assistido o show do Sepultura, e o grupo decide fazer um disco. O nome é Bestial Devastation, que foi gravado em apenas dois dias (dividido com a banda Overdose), mas só seria lançado em 1985. A banda, então, faz uma turnê brasileira para promover o primeiro álbum. Já em 1986, é gravado Morbid Visions, ainda pela Cogumelo Records e a banda sai em turnê novamente. Pouco depois, a gravadora relançaria Bestial Devastation e Morbid Visions em um só LP. Ainda no mesmo ano, o guitarrista Jairo sai da banda, e Andreas Kisser, que já havia feito algumas jams com o grupo, junta-se a ele. Ainda em 86, o Sepultura processou a gravadora Shark por ter lançado álbuns do Sepultura fora do Brasil.

No ano seguinte, depois de escrito o álbum, sai Schizophrenia, que foi o primeiro com Andreas na guitarra, e o último com a produção da gravadora Cogumelo. Foi com este álbum que a banda disparou, e vendeu cerca de 10 mil cópias nas primeiras semanas. A gravadora New Renaissance lançou o disco nos Estados Unidos. O furor provocado pelo Schizophrenia fez com que houvesse um lançamento pirata do disco por uma gravadora européia, que chegou à marca de 30 mil cópias vendidas, porém sem a banda poder usufruir dos direitos autorais. Em 1989, o Sepultura assinou com a Roadrunner Records, conseguindo um contrato de sete anos. Como era o que a banda precisava, lançaram o novo álbum pela nova gravadora, sendo o terceiro lançamento do grupo, Beneath the Remains. Este foi gravado em nove dias e produzido pelo produtor americano Scott Burns.

Após o lançamento, o disco acabou sendo comparado com Reign in Blood, clássico do Slayer. E, pela primeira vez, o Sepultura sai em turnê fora do Brasil, tocando junto dos alemães do Sodom na Áustria, Estados Unidos e México. Em 1990, a banda toca em vários shows, incluindo o Dynamo Open Air Festival, com cerca de 26 mil pagantes, e conhecem Gloria Bujnowski, empresária do Sacred Reich. O grupo decide tê-la também como empresária. Depois das apresentações, o Sepultura entra em estúdio para regravar “Troops of Doom”, que a Roadrunner usaria para relançar o álbum Schizophrenia remixado. Ainda no mesmo ano, a Cogumelo relança Bestial Devastation com uma nova versão de “Troops of Doom”.

Arise.

A banda chamou atenção por onde passou e seu nome despontou na mídia mundial. Nesta turnê encontraram uma de suas fontes de inspiração, Lemmy Kilmister e sua banda Motörhead, cruzaram o muro de Berlim ainda na época da guerra fria, e até conheceram o Metallica. Foi gravado nesta época o primeiro videoclipe do Sepultura, “Inner Self”, que tal qual “Mass Hypnosis” e “Beneath the Remains”, tornou-se um clássico da banda. Em 1991, o Sepultura toca no Rock in Rio II, para 50 mil pessoas. Dois meses depois, a atual gravadora da banda lança Arise, que vende cerca de 160 mil cópias nas oito primeiras semanas.

No mesmo ano, são lançados alguns singles, como “Arise”, “Under Siege (Regnum Irae)” e “Dead Embryonic Cells”. Logo após a apresentação no Rio a banda promoveu um show gratuito em São Paulo na praça Charles Müller, em frente ao Estádio do Pacaembu, o show contou com aproximadamente 40 mil pessoas. Mas algumas pessoas confundiram o espírito de confraternização dos fãs, e um rapaz foi assassinado. Esta fatalidade criou um falso mito sobre o público da banda, que repercutiu por muitos anos negativamente fazendo com que muitos produtores de shows brasileiros temessem marcar shows com o grupo.

Repercussão no Exterior.

No exterior, por sua vez, a turnê do Arise foi longa e passou por lugares inéditos como Grécia e Japão. Na Austrália foi lançado o primeiro EP oficial da banda, o Third World Posse. Na Holanda estrearam em um festival internacional de grande repercussão, o “Dynamo Open Air”, para mais de 30 mil pessoas. E atraíram mais de 100 mil pessoas nas duas apresentações feitas em estádios quando estiveram na Indonésia. Lá também foram premiados com fitas cassetes de ouro pelas boas vendas.

Gravaram os clipes de “Arise” e “Dead Embryonic Cells”, e lançaram seu primeiro home-vídeo, “Under Siege”, que foi gravado em Barcelona, Espanha. Com todos estes acontecimentos ligados ao disco Arise, o Sepultura firmou seu nome mundo a fora. Em 1992 Third World Posse é lançado. O álbum tem três músicas ao vivo tiradas do vídeo Under Siege (Live in Barcelona), além de “Drug Me” de Jello Biafra e “Dead Embryonic Cells”, do disco Arise. Ainda em 1992, acontece o casamento de Max com a empresária Glória.

Em 1993, o Sepultura lança o disco Chaos A.D., que já possuía influências tribais e já não tinha toda a violência de Arise, e menos ainda dos primeiros álbuns da banda. Ainda assim, percebia-se que a banda ainda se preocupava com a situação geopolítica mundial, pois pérolas como “Refuse/Resist” e “Territory” estão incrustadas neste álbum, além de “Manifest”, que denunciava o massacre da penintenciária do Carandiru, onde 111 detentos foram mortos.

O Sepultura optou por um lado musical nunca antes explorado, misturando seu som brutal com elementos de música popular, e com isto definiram a linha musical de vanguarda que se tornou sua marca registrada. O lançamento de Chaos A.D. aconteceu em um castelo medieval na Inglaterra e com a presença de boa parte da imprensa mundial. Nesta turnê a banda foi até Israel gravar o clipe da música “Territory”, também lançada como single. Este vídeo foi eleito o melhor vídeoclipe do ano pela MTV Brasil, que levou a banda á Los Angeles para receber o astronauta de prata. Outros clipes/singles tirados deste álbum foram “Refuse/Resist” e “Slave New World”, e o home-vídeo “Third World Chaos”. Este álbum que inclui um cover da canção “The Hunt”, do New Model Army. “Biotech Is Godzilla” foi escrita por Jello Biafra, além de uma faixa especial, onde os integrantes se acabam de rir e gritar, e mais uma versão de “Polícia”, dos Titãs, disponível apenas na versão brasileira do álbum. O single “Territory” também é lançado nesse mesmo ano. Ainda em 1993 nasce o primeiro filho de Glória e Max: Zyon.

Nesta turnê o Sepultura foi a primeira banda de metal da América Latina a se apresentar no tradicional festival Monsters of Rock, no Donington Park, Inglaterra, na frente de 50 mil pessoas, quantidade equalitária ao Rock in Rio II, onde o Sepultura também foi atração. E também a primeira banda do Brasil a tocar na Rússia. De volta ao Brasil, a banda foi convidada a tocar no festival Hollywood Rock só após um abaixo-assinado feito pelo fã clube oficial brasileiro. Isso devido ao boicote por parte dos organizadores do evento, amedrontados com o incidente em São Paulo anos atrás. Em 1994, o EP Refuse/Resist é lançado. O álbum é uma espécie de coletânea com músicas ao vivo, de estúdio, “Drug Me” (de Jello Biafra) e ainda uma música de nome “Inhuman Nature”, da banda Final Conflict. O single “Slave New World” é lançado.

Em 1994, Andreas se casa com Patrícia, e a banda começa a compor material para novo álbum e single. No ano seguinte, o segundo vídeo do Sepultura, o Third World Chaos é lançado, contendo alguns clipes da banda, trechos de entrevistas com a MTV brasileira, americana, européia e japonesa. O vídeo contém um trecho de entrevista em que o entrevistador é Bruce Dickinson, quando ele tinha o seu programa de entrevistas na rede inglesa de televisão. Ainda em 1995, nasce Giulia Kisser, a primeira filha de Patrícia e Andreas;

Igor se casa com Monika, e Igor Amadeus, segundo filho de Glória e Max, nasce. Em 1996, o compacto Roots Bloody Roots é lançado, contendo quatro faixas, “Roots Bloody Roots”, “Procreation of the Wicked” (um cover da banda black metal Celtic Frost), “Refuse/Resist” e “Territory” (ambas gravadas ao vivo em Minneapolis, Estados Unidos). Outros singles foram lançados, “Ratamahatta” e “Attitude”.

O Álbum Roots (1996)

Mais tarde, no mesmo ano, sai Roots, um dos álbuns mais aguardados do ano. O disco mostrou um lado mais experimental da banda, com uma participação de Carlinhos Brown na canção Ratamahatta, e presença ao longo do disco de percussão, berimbau e várias batidas tribais. O disco contém ainda duas músicas gravadas conjuntamente com os índios xavantes Jasco e Itsari, no Mato Grosso. A música “Itsari” foi gravada na Aldeia Pimentel Barbosa no ano de 1995, ás margens do Rio das Mortes no estado de Mato Grosso. Já o restante do álbum foram feitas em Malibu no estúdio Índigo Ranch, dotado de instrumentos de idade avançada, e fazendo da gravação a mais crua o possível. Os clipes/singles foram “Roots Bloody Roots” gravado na cidade de Salvador, “Attitude” que teve fotos de tatuagens de fanáticos pelo Sepultura como capa, e contou com a participação especial da família Gracie no vídeoclipe. “Ratamahatta” foi um clipe diferente de todos os anteriores do Sepultura, feito todo em animação gráfica computadorizada.

A versão brasileira tem também “Procreation of the Wicked” do Celtic Frost e “Symptom of the Universe” do Black Sabbath, além de “Lookaway”, escrita por Jonathan Davis da banda Korn.

Em meados de 1996, a banda fica sabendo do assassinato de Dana Wells, filho de Gloria Cavalera. Max e Gloria vão para os Estados Unidos e o Sepultura toca em trio no Donnington 1996, com Andreas nos vocais. O grupo termina a turnê tocando no Ozzfest, após cancelar três semanas de shows dos Estados Unidos. De acordo com a seleção de Spence D. e Ed Thompson, do site IGN Music, o disco Roots, lançado pelo Sepultura em 1996, está na posição 23 dos 25 discos considerados os mais influentes do heavy metal.

Encabeçando a lista está Master of Puppets, lançado pelo Metallica em 1986. Ainda foi lançado o disco duplo The Roots of Sepultura, no qual um dos discos conta boa parte da história musical da banda, e o segundo é o álbum Roots.

Saída de Max Cavalera.

Finalmente, em dezembro de 1996, chega a notícia de que Max Cavalera deixaria a banda. Aconteceu quando os outros três integrantes, em reunião, decidem demitir Gloria Cavalera do posto de empresária da banda, alegando que esta dava apenas espaço para seu marido, Max, ao contrário de antigamente: quando o Sepultura aparecia, todos os quatro integrantes estavam na foto, e não apenas Max. Com a esposa fora da banda, Max se sente traído e resolve separar seu caminho do caminho do resto da banda.

A discussão é imensa. Andreas, Igor e Paulo tinham a convicção de que a empresária já não estava mais os representando do jeito que deveria e comunicaram sua decisão de não renovar seu contrato de trabalho. Havia a opção de que ela continuar a cuidar dos interesses de Max. Ele não aceitou a decisão dos companheiros e abandonou o Sepultura, achando estar sendo injustiçado. A partir de então as incertezas caíram sobre o Sepultura e o futuro era incerto.

Com o tempo a banda acostumou-se á nova situação imposta, e que não poderia parar o trabalho de uma vida toda dessa forma. E assim que puderam começaram a escrever seu próximo álbum, como um trio. Max formou sua própria banda, Soulfly. “Durante este um ano e meio, pensamos em tudo”, diz Andreas. “De fato, pensamos em dizer se foda a todo mundo, se foda a música, se fodam as bandas, a porra toda. Mas não tomamos nenhuma decisão durante o período mais turbulento, porque essas decisões geralmente se mostram erradas, mais tarde. Fizemos as coisas calmamente, e levamos o tempo necessário para pensar a respeito da situação toda”.

Ainda nesse ano, nasce a primeira filha de Igor e Monika, Joanna. Em 1997, sai outra coletânea, Blood-Rooted. A Roadrunner lança também uma coleção de músicas do Sepultura, com versões alternativas e demos, o B-Sides, além de relançar todos os discos do Sepultura até Arise, com os nomes de Gold CD re-issue, remasterizados e com faixas bônus. Sai ainda o vídeo We Who Are Not as Others.

A Volta do Sepultura.

Igor, Paulo e Andreas passaram a escrever de uma nova forma. Agora o baixo ganhou uma importância ainda maior, como base das músicas. Andreas assumiu os vocais, mas nunca havia cantado antes e não se sentiu á vontade no posto. Decidiram encontrar um novo vocalista para o Sepultura. As fitas de demonstração chegaram em grande quantidade aos escritórios da RoadRunner, e fizeram assim um processo de seleção. Um pequeno grupo de finalistas foi selecionado, e os candidatos receberam uma fita com músicas nas quais deveriam trabalhar, inclusive escrevendo letras, antes de encontrarem a banda para os testes.

Os testes finais aconteceram no Brasil, também foi levado em conta a integração e a afeição entre o grupo. Desde o começo da procura, a voz e a aparência de Derrick Green impressionou. Quando ele esteve no Brasil para os testes sentiu-se em casa, virou palmeirense, e se entendeu extremamente bem com a banda. A maior parte das músicas já estava pronta, esperando a gravação dos vocais, e a banda estava sob pressão para lançar o disco.

Então, em 1998, o Sepultura volta com um novo single, “Against”, do álbum de mesmo nome Against, mostrando todo o poder do novo vocalista Derrick Leon Green, apelidado de Predador. O single foi produzido por Howard Benson e mixado por Bill Kennedy. “Não sabíamos nem se devíamos usar o nome Sepultura, diz Igor Cavalera a respeito da evolução da banda. Decidimos que escreveríamos algumas músicas primeiro, e se não soasse como Sepultura, então pararíamos de usar o nome na mesma hora. Mas logo que tinhamos as músicas, vimos que tinhamos razão para manter o nome. E quanto mais tocamos, mais confortáveis nos sentimos. O único apoio que tivemos durante todo o tempo foi tocar música. Várias pessoas pensavam que o Sepultura era apenas Max, e que nós éramos apenas músicos por detrás dele”, diz Andreas. “Mas o Sepultura sempre foi todo mundo junto, e com a contribuição de todos para as idéias. Temos a mesma atitude, a mesma música, a mesma mensagem. A única coisa diferente é que Derrick está aqui, agora.”

Em maio, o Sepultura viajava para o Japão para gravar, junto com a banda de percussão japonesa Kodō, a música “Kamaitachi”, uma das faixas do novo álbum. Já em abril, começa a gravação das músicas restantes, já com a participação de Derrick. Em agosto, o Sepultura toca no show Barulho Contra a Fome, que serviu para angariar fundos e comida para os pobres, e o segundo single da banda, “Choke”, é agendado para ser lançado em novembro.

Sobrevivendo ao período mais difícil de suas carreiras, o Sepultura retoma suas atividades e volta com seu novo álbum, Nation, que falará por eles. “É uma boa hora pra voltar à idéia do que o Sepultura é!”, conclui Igor. “Não é apenas eu, ou Andreas, ou Paulo, ou o Derrick, é a química de quatro pessoas tocando juntas.”

Dante XXI.

O décimo álbum de estúdio do Sepultura, Dante XXI, foi lançado em 2006, baseado no livro “A Divina Comédia” de Dante Alighieri. A odisséia pelo inferno, purgatório e paraíso à qual se lançou o personagem Dante narrada no livro é refeita musicalmente pelo som pesado da banda, sendo lançado pela gravadora SPV Records. Dentro da discografia da banda, Dante XXI figura como seu terceiro álbum temático. Eles já haviam feito algo do gênero em Roots de 1996, inspirados pela cultura brasileira e africana, e depois em Nation de 2001, em que flertavam com uma nação utópica. Para o guitarrista Andreas Kisser, a escolha de um caminho para o disco acaba sendo necessária. “Você chega a um ponto de escrever por escrever, fica sem sentido”, diz.

A solução do tema partiu do vocalista Derrick Green, que puxou pela memória o estudo de A Divina Comédia nos tempos do colégio. Idéia acatada, todos se voltaram à obra, principalmente Kisser, que se aprofundou no assunto. Envolvidos em trilhas para cinema há tempos, tanto Kisser quanto o restante do Sepultura transferiram um pouco dessa experiência para o novo trabalho. “A idéia era fazer a trilha para o livro”, conceitua o baixista Paulo Xisto.

Chamaram André Moraes, no qual já era recorrente nessas trilhas, para se encarregar da orquestração do álbum, cuidando dos arranjos mais elaborados, que requereram instrumentos nada usuais na sonoridade crua da banda, como celo e piano, estes utilizados para dar diferenciação às passagens do purgatório e do paraíso. “A sonoridade da parte do Inferno foi mais familiar, usamos elementos da banda, como bateria, baixo, guitarra”, explica Kisser.

O ex-baterista Igor Cavalera aparece nos créditos, mas decidiu abandonar a banda antes do início da turnê. Em seu lugar, entrou Jean Dolabella. Segundo Kisser, a saída de Igor não foi tão traumática quanto a de Max, porque ele já vinha dividindo com os demais seu desejo de sair do Sepultura. “A gente estava esperando isso acontecer. Ele não estava demonstrando interesse em se dedicar à turnê”, completa Xisto.

Com esse álbum a banda fez uma turnê mundial por onde tocou pela primeira vez na Índia. Esta turnê da banda, feita para a divulgação do álbum Dante XXI, passou por diversos países na Europa, América do Norte e América Latina, totalizando mais de 100 shows. Em 2007 o grupo foi atração em alguns festivais no Brasil, como Abril Pro Rock, em Recife, e Porão do Rock, em Brasília.

A-Lex.

Andreas disse em 2007 que a banda já estava planejando um novo álbum de estúdio para ser lançado em 2009, sendo o primeiro sem Igor Cavalera. Como afirmou na sua página no MySpace, este seria um outro conceito de álbum, intitulado A-Lex, baseado na obra “A Laranja Mecânica”. O álbum foi gravado nos Estúdios Trama em São Paulo, com o produtor Stanley Soares.

A banda foi um dos convidados de destaque do Grammy Latino de 2008 em 13 de novembro. Eles cantaram um cover de “Garota de Ipanema” e uma nova canção chamada “We’ve Lost You” de seu álbum A-Lex.

Kairos.

Kairos é o 13º álbum do Sepultura. Foi produzido pela Nuclear Blast e pelo guitarrista Roy Z. Kairos possui um som mais pesado que seus antecessores e foi muito bem recebido pela crítica espeecializada. Chegou a ficar no top 100 de álguns países europeus, e vendeu mais de 2600 cópias nos EUA nas primeiras semanas de lançamento. O grupo francês Les Tambours du Bronx participou do álbum, na faixa "Structure Violence (Azzes)".

Integrantes Atuais.

Derrick Green.

Vocalista, nascido em Cleveland, no estado de Ohio, Derrick Green canta desde os 16 anos, quando entrou na banda hardcore Outface. Ele e o guitarrista se mudaram para Nova York após seis anos juntos para formar a Overfiend. Quando o Sepultura anunciou que estavam procurando por um novo vocal, um dos produtores da Roadrunner enviou-lhes uma demo do Overfiend e pediu para darem uma olhada. “Nós enviamos pra ele uma fita de Choke e pedimos para colocar vocal nela, relembra Andreas. Nós gostamos pra caralho, então o convidamos para vir ao Brasil, porque ficaríamos aqui até o fim do ano passado. Então nos juntamos, e na mesma hora, sacamos que ele era o cara. Não apenas por causa das habilidades do Derrick, mas porque ele é como nós. Ele realmente acredita nas mesmas coisas, tem o clima certo, além do quê ele adora futebol.” Os outros membros do Sepultura aceitaram-no na banda, que apesar da adição desse elemento estrangeiro continua sendo totalmente brasileira. Derrick fala um pouco de português.

Andreas Kisser.

Guitarrista, Andreas Rudolf Kisser é um paulista de São Bernardo do Campo. Casado com Patricia Perissinotto Kisser e três filhos: Giulia Kisser (1995), Yohan Kisser (1997) e Enzo Kisser (2005). Se interessou por música aos 10 anos, escutando os discos da mãe e do pai, como Beatles, Roberto Carlos e basicamente sertanejos como Tonico e Tinoco por parte de seu pai. Com o violão da avó, aprendeu os acordes principais através da MPB. Pela influência de um amigo mais velho, conheceu o Queen e o Kiss, o que revolucionou toda a sua maneira de encarar a música. Comprou sua primeira guitarra (Giannini- Supesonic) e um pedal de distorção. No começo de 1987, entrou para o Sepultura, se mudando para Belo Horizonte e começando uma carreira única na história da música brasileira. Junto com Max Cavalera, Igor Cavalera e Paulo Jr., viajaram pelos quatro cantos do mundo, divulgando um pouco mais a cultura brasileira através da música pesada. Andreas continua com o Sepultura, agora com Derrick Green nos vocais e também se lançou no mundo do cinema fazendo duas trilhas sonoras.

Paulo Jr.

Baixista, Paulo Xisto Pinto Junior nasceu em Belo Horizonte. Paulo Jr., como ficou conhecido, passou a se interessar pelo baixo logo cedo. Com apenas 15 anos acabou ingressando na sua primeira e atual banda, o Sepultura. Na época ele era amigo dos irmãos Max e Igor Cavalera que haviam criado a banda como uma brincadeira. Além deles a banda ainda contava com Jairo Guedez na guitarra. Segundo Paulo, o melhor show em que participou foi o primeiro fora do Brasil, outro foi em 1992 com o Black Sabbath na re-união da banda, o Rock in Rio, o Hollywood Rock. Com o Sepultura, Paulo gravou onze álbuns.

Jean Dolabella.

Baterista, Jean Dolabella nascido em Uberaba-MG, toca desde os 10 anos de idade, hoje integrante da banda Sepultura. Jean conheceu os demais integrantes quando estavam em turnê nos Estados Unidos e ele morando em Los Angeles. Quando voltou para o Brasil, Andreas ligou para ele, e com a saída de Igor da banda, o convidou para ir a São Paulo para experimentar tocar com eles. Em Minas, já tocou com Sônia Andrade, Sem Misericórdis, Berimbrown, Tianastácia e outros. Com o Udora (ex-Diesel), tocou no palco principal do Rock in Rio III e fez turnê por todo o país, se destacando na cena independente brasileira. Em Los Angeles, ainda com o Udora, trabalhou com os produtores Matt Wallace (Faith No More e Maroon 5) e Thom Russo (Audioslave, System of a Down e Michael Jackson) e participou da US Tour com Jerry Cantrell (Alice in Chains). 

Paralelamente ao trabalho com o Udora, Jean deu sequência à sua formação e profissionalização. Graduou-se na Los Angeles Music Academy, onde estudou com Michael Shapiro, Ralph Humphrey, Joe Porcaro, Dave Beyer e outros nomes de Los Angeles. Tocou com Nayzeth (México) e Kátia Moraes (Brasil) e gravou com vários artistas, dentre eles Kile Riabko (Columbia), em disco produzido por Matt Wallace, no qual participa também Greg Bissonette e Michael Bland do Prince. Jean é casado com sua esposa Fernanda e tem uma filha chamada Amanda. Texto: Wikipédia.

Antigos.

Jairo Guedez (Guitarra 1985-1986)
Max Cavalera (Vocal, Guitarra 1985-1996)
Igor Cavalera (Bateria 1985-2006)

Senha dos Arquivos: muro

Password Files: muro

Como Baixar.

Álbuns.

Bestial Devastation (EP 1985)
01. The Curse
02. Bestial Devastation
03. Antichrist
04. Necromancer
05. Warriors Of Death
06. Troops Of Doom


Link.

Morbid Visions (1986)
01. Morbid Visions
02. Mayhem
03. Troops of Doom
04. War
05. Crucifixion
06. Show Me the Wrath
07. Funeral Rites
08. Empire of the Damned
09. Necromancer (Demo) 

10. Anticop (Live) 

Link.

Schizophrenia (1987)
01. Intro
02. From the Past Comes the Storms
03. To The Wall
04. Escape to the Void
05. Inquisition Symphony
06. Screams Behind The Shadows
07. Septic Schizo
08. The Abyss
09. R.I.P. (Rest In Pain) 

10. Troops of Doom
11. The Past Reborns the Storms (Demo Version) 

12. Septic Schizo (Rough Mix) 
13. To the Wall (Rough Mix) 

Link.

Beneath The Remains (1989)
01. Beneath The Remains
02. Inner Self
03. Stronger Than Hate
04. Mass Hypnosis
05. Sarcastic Existence
06. Slaves of Pain
07. Lobotomy
08. Hungry
09. Primitive Future
10. A Hora e a Vez do Cabelo Nascer (Cover dos Mutantes)

 11. Inner Self (Drums Track) 
12. Mass Hypnosis (Drums Track) 

Link.

Arise (1991)
01. Arise
02. Dead Embryonic Cells
03. Desperate Cry
04. Murder
05. Subtraction
06. Altered State
07. Under Siege (Regnum Irae) 

08. Meaningless Movements
09. Infected Voice
10. Orgasmatron (Cover do Motörhead) 

11. Intro
12. C.I.U. (Criminals In Uniforms) 

13. Desperate Cry (Scott Burns Mix) 

Link.

Third World Posse (EP 1992)
01. Dead Embryonic Cells
02. Drug Me (Cover do Dead Kennedys) 

03. Inner Self
04. Troops of Doom
05. Orgasmatron
06. Roots Bloody Roots
07. Ratamahatta
08. Attitude


Link.

Chaos A.D. (1993)
01. Refuse/Resist
02. Territory
03. Slave New World
04. Amen
05. Kaiowas
06. Propaganda
07. Biotech Is Godzilla
08. Nomad
09. We Who Are Not As Others
10. Manifest
11. The Hunt (Cover do New Model Army) 

12. Clenched Fist
13. Chaos B.C.
14. Kaiowas (Tribal Jam) 

15. Territory (Ao Vivo) 
16. Amen / Inner Self (Ao Vivo) 
17. Policía
18. Gritos


Link.

Roots (1996)
01. Roots Bloody Roots
02. Attitude
03. Cut Throat
04. Ratamahatta
05. Breed Apart
06. Straighthate
07. Spit
08. Lookaway
09. Dusted
10. Born Stubborn
11. Jasco
12. Itsári
13. Ambush
14. Endangered Species
15. Dictatorshit


Link.

The Roots Of Sepultura (1996)
CD 1.

01. Roots Bloody Roots
02. Attitude
03. Cut-Throat
04. Ratamahatta
05. Breed Apart
06. Straighthate
07. Spit
08. Lookaway
09. Dusted
10. Born Stubborn
11. Jasco
12. Itsári
13. Ambush
14. Endangered Species
15. Dictatorshit
16. Canyon Jam (Hidden track) 


CD 2. 

01. Intro
02. C.I.U. (Criminals In Uniforms) 
03. Orgasmatron (Cover do Motörhead) 
04. Dead Embryonic Cells (Original mix) 
05. Desperate Cry (Original mix)
 06. Murder (Original mix)
 07. Under Siege (Regnum Irae) (Original Mix) 
08. Necromancer (Versão Demo) 
09. The Past Reborn The Storms (Versão Demo) 
10. A Hora E A Vez Do Cabelo Nascer (Cover dos Mutantes) 
11. Drug Me (Cover do Dead Kennedys) 
12. Crucificados Pelo Sistema (Cover do Ratos de Porão) 
Ao Vivo.
13. Anticop
14. Intro
15. Arise
16. Inner Self
17. Mass Hypnosis
18. Escape To The Void
19. Troops Of Doom
20. Altered State


Link.

Blood-Rooted (1997)
01. Procreation (Of Yhe Wicked) (Cover do Celtic Frost) 
02. Inhuman Nature (Cover do Final Conflict)
 03. Polícia (Cover dos Titãs) 
04. War (Cover do Bob Marley) 
05. Crucificados Pelo Sistema (Cover do Ratos de Porão)
 06. Symptom Of The Universe (Cover do Black Sabbath) 
07. Mine
08. Lookaway (Master Vibe Mix)

 09. Dusted (Versão Demo) 
10. Roots Bloody Roots (Versão Demo) 
11. Drug Me (Cover do Dead Kennedys) 
12. Refuse/Resist (Ao Vivo) 
13. Slave New World (Ao Vivo) 
14. Propaganda (Ao Vivo) 
15. Beneath The Remains/Escape To The Void (Ao Vivo)
 16. Kaiowas (Ao Vivo)
 17. Clenched Fist (Ao Vivo) 
18. Biotech Is Godzilla (Ao Vivo) 

Link.

B-Sides (1997)
01. Ratamahatta
02. War
03. Refuse/Resist
04. Mine
05. Lookaway
06. Dusted
07. Roots Bloody Roots
08. Kaiowas
09. Refuse – Resist
10. Territory
11. Slave New World
13. Beneath The Remains
14. Amen
15. Inner Self
16. Kaiowas
17. Clenched Fist
18. Biotech Is Godzilla
 


Link.

Against (1999)
01. Against
02. Choke
03. Rumors
04. Old Earth
05. Floaters In Mud
06. Boycott
07. Tribus
08. Common Bonds
09. F.O.E.
10. Reza
11. Unconscious
12. Kamaitachi
13. Drowned Out
14. Hatred Aside
15. T3rcermillennium


Link.

Nation (2001)
01. Sepulnation
02. Revolt
03. Border Wars
04. One Man Army
05. Vox Populi
06. The Ways Of Faith
07. Uma Cura
08. Who Must Die?
09. Saga
10. Tribe To A Nation
11. Politricks
12. Human Cause
13. Reject
14. Water
15. Valtio


Link.

Under A Pale Grey Sky (Live 2002)
CD 1.

01. Itsári (Intro) 
02. Roots Bloody Roots
03. Spit
04. Territory
05. Monólogo ao Pé do Ouvido (Cover de Chico Science & Nação Zumbi) 

06. Breed Apart
07. Attitude
08. Cut-Throat
09. Troops of Doom
10. Beneath The Remains / Mass Hypnosis
11. Born Stubborn
12. Desperate Cry
13. Necromancer
14. Dusted
15. Endangered Species


CD 2.

01. We Who Are Not As Others
02. Straighthate
03. Dictatorshit
04. Refuse/Resist
05. Arise / Dead Embryonic Cells
06. Slave New World
07. Biotech Is Godzilla
08. Inner Self
09. Polícia (Cover dos Titãs) 

10. We Gotta Know (Cover do Cro-Mags) 
11. Kaiowas
12. Ratamahatta
13. Orgasmatron (Cover do Motörhead) 


Link.

Revolusongs (EP 2002)
01. Messiah (Cover do Hellhammer) 
02. Angel (Cover do Massive Attack) 
03. Black Steel In The Hour Of Chaos (Cover do Public Enemy)
 04. Mongoloid (Cover do Devo)
 05. Mountain Song (Cover do Jane’s Addiction) 
06. Bullet The Blue Sky (Cover do U2) 
07. Piranha (Cover do Exodus) 

Link.

Roorback (2003)
01. Come Back Alive
02. Godless
03. Apes Of God
04. More Of The Same
05. Urge
06. Corrupted
07. As It Is
08. Mindwar
09. Leech
10. The Rift
11. Bottomed Out
12. Activist
13. Outro
14. Bullet The Blue Sky (Cover do U2) 


Link.

Live In São Paulo (2005)
CD 1.

01. Intro
02. Apes Of God
03. Slave New World
04. Propaganda
05. Attitude
06. Choke
07. Inner Self / Beneath the Remains
08. Escape to the Void
09. Mindwar
10. Troops of Doom
11. Necromancer
12. Sepulnation


CD 2.

01. Refuse/Resist
02. Territory
03. Black Steel in the Hour of Chaos (Cover do Public Enemy) 

04. Bullet the Blue Sky (Cover do U2)
05. Reza
06. Biotech Is Godzilla
07. Arise / Dead Embryonic Cells
08. Come Back Alive
09. Roots Bloody Roots


Link.

Dante XXI (2006)
01. Lost
02. Dark Wood of Error
03. Convicted in Life
04. City of Dis
05. False
06. Fighting On
07. Limbo
08. Ostia
09. Burried Words
10. Nuclear Seven
11. Repeating The Horror
12. Eunoé
13. Crown and Miter
14. Primium Mobile
15. Still Flame


Link.

A-Lex (2009)
01. A-Lex I
02. Moloko Mesto
03. Filthy Rot
04. We′ve Lost You
05. What I Do!
06. A-Lex II
07. The Treatment
08. Metamorphosis
09. Sadistic Values
10. Forceful Behavior
11. Conform
12. A-Lex III
13. The Experiment
14. Strike
15. Enough Said
16. Ludwig Van
17. A-Lex IV
18. Paradox
 


Link.

Kairos (2011)
01. Spectrum
02. Kairos
03. Relentless
04. (2011)
05. Just One Fix (Ministry Cover) 

06. Dialog
07. Mask
08. (1433)
09. Seethe
10. Born Strong
11. Embrace The Storm
12. (5772)
13. No One Will Stand
14. Structure Violence (Azzes) 


Link.

The Mediator Between The Head And Hands Must Be The Heart (2013)
 
01. Trauma Of War
02. The Vatican
03. Impending Doom
04. Manipulation Of Tragedy
05. Tsunami
06. The Bliss Of Ignorants
07. Grief
08. The Age Of The Atheist
09. Obsessed
10. Da Lama Ao Caos

Link.

Sepultura & Les Tambours Du Bronx - Metal Veins: Alive At Rock In Rio 2013 (2014)
 
01. Kaiowas
02. Spectrum
03. Refuse-Resist
04. Sepulnation
05. Delirium
06. Fever
07. We've Lost You
08. Firestarter
09. Requiem
10. Structure Violence
11. Territory
12. Big Hands
13. Roots Bloody Roots

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36 comentários :

  1. A melhor banda brasileira de todas!Sepultura honra!

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  2. É a banda que abriu o mercado gringo para as bandas nacionais do estilo no mundo todo,deve ser respeitada,e você Alex está de parabéns pelo arquivo,esta banda além do peso tem muito felling,qualidade e competência.

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  3. Está banda é foda pra c................!

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  4. Obrigado pela discografia.

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  5. infelizmente o sepultura não é mais sepultura a muito tempo.

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  6. ~le manolo~15/06/11 21:30

    Sepulturaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
    *o*
    Isso é uma das coisas que me deixam orgulhoso de ser Brasileiro!!!

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  7. Sepultura do Brasil!!!!!!!!!!!!!!!!

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  8. link perfeito.parabens pelo blog!!!!

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  9. cara voçe é foda.seu muro é demais muito bem feito ,metal na mente.vida longa ao rock and roll e tambem pra voçe .sepultura é cultura.

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  10. Quero te parabenizar por este EXCELENTE blog. Simplesmente o melhor em termos de rock'n'roll! Continue assim, nos presenteando com o melhor do gênero.E claro...Sepultura FOREVER!!!!

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  11. Diego Grossi28/02/12 01:10

    Parabens, companheiro! Excelente blog e ótimo trabalho!

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  12. Sepultura é foda....

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  13. Bom pra caramba mano, vou ouvir até me da Câncer !!!

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  14. Ismael Silva23/07/12 15:00

    Cara escuto Sepultura faz muito tempo, a banda fez parte da minha infancia, adolescencia e agora que estou com 29 anos ainda escuto e não pretendo parar. Teu trabalho é muito significativo e com muito valor para quem gosta do bom rock. Sem palavras... muito obrigado.

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  15. ClassicRockMan14/10/12 08:28

    os gringos tiram o chapéu, e eu tb!

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  16. Cara, eles não são Sepultura há muito tempo, se é que me entendem. E parabéns pelo blog, é ótimo!!

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  17. o brasileiro não tem muito do que se orgulhar do brasil mas saber que sepultura é brasileira me dá muito orgulho.

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    Respostas
    1. Eu discordo de você, musicalmente o brasileiro também tem muito do se 'orgulhar'. Não é apenas uma banda de metal que vai sintetizar tamanho orgulho, nossa MPB é vasta e merece respeito. Agora se se referi a outros aspectos da nossa sociedade, é bom não estar inflamado de orgulho nacionalista, mas seria burrice dizer que um brasileiro não tem com que se orgulhar em relação ao próprio país.

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    2. Em Termos de ''Musica'' a única coisa a se orgulhar é o Sepultura

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    3. Cara, você não conhece outras bandas ? Não existe só Sepultura que é do Brasil. Tem varias bandas de Thrash daqui que da pra se orgulhar, pesquise mais pra você saber !

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    4. Iury tanner e Erick Kronos vcs são fodas!!!

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  18. Mto bom o blog, musicas de qualidade boa e com muita rapidez nos downloads

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  19. Sepultura The Best Band Of Brazil. Excelente blog, continue assim.

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  20. Obrigada Alex. Seu blog é muito foda. Muito mesmo. Qualquer coisa se precisar de ajuda meu nome é Mylena e meu email é pdepseudonimo@gmail.com.

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  21. É por causa de pessoas como o Alex, que o Rock/Metal NUNCA irá morrer... Obrigado, seu blog é fodastico, e é claro: VIVA SEPULTURA \m/

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  22. Banda genial.

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  23. Sepultura é uma banda muito foda. Com o Max Cavalera ou com o Derrick Green. A banda continua na mesma de sempre. \m/

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  24. De Minas Gerais para o Brasil e para o mundo, Sepultura.
    Escreveu na história de Belo Horizonte e é um orgulho para todos os mineiros e também os brasileiros que curtem um som da pesada!!!

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  25. SARCOFAGO!!!!!! SARCOFAGO!!!!!!SARCOFAGO!!!!!!!!

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