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9 de dezembro de 2010

Van Der Graaf Generator - Discografia.

Van der Graaf Generator é uma banda britânica seminal de rock progressivo formada em 1967. 

O nome da banda foi inspirado no equipamento elétrico Gerador de Van de Graaff, projetado para produzir energia estática. Supõe-se que o erro de ortografia no nome – tem um "r" a mais e um "f" a menos – tenha sido acidental. 

História.

O grupo formou-se em 1967 enquanto seus integrantes estudavam na Universidade de Manchester. O trio era composto por Peter Hammill (vocais, guitarra), Nick Pearne (órgão) e Chris Judge (bateria e instrumentos de sopro). Eles conseguiram um contrato com uma gravadora, lançando apenas um compacto ("The People You Were Going To") antes de se separarem no final de 1969. Já então Pearn havia sido substituído por Hugh Banton. 

No final de 69 um novo Van der Graaf Generator foi formado durante a gravação de um álbum que originalmente pretendia ser um lançamento solo de Hammill, The Aerosol Grey Machine. 

Algumas mudanças de formação (e no estilo do som do grupo) estabilizariam o Van der Graaf, que viajou em turnê intensa no começo dos anos 70. Em 1972 dificuldades financeiras minaram a carreira do grupo e Hammil seguiu carreira solo, apesar de seus antigos companheiros continuarem contribuindo com ele. 

O Van der Graaf Generator foi uma banda ímpar, pois trouxe avanços inigualáveis de sons e textos. 

Embora o Van der Graaf tenha sido palco de atuação de ótimos músicos, em termos práticos, sua carreira foi centrada na genialidade do líder Peter Hammill. Além de excelente e sensível cantor, capaz de conduzir a voz por caminhos jamais vistos em qualquer corrente musical, Peter é também um exímio poeta e escritor. 

Uma das críticas ao mundo moderno, é que o tipo de vida que nos imprime faz com que pouca disponibilidade tenhamos para nos preocuparmos com questões metafísicas. Assim, é muito comum nos depararmos com análises de grandes pensadores, mas voltadas, somente, para os dramas que a humanidade vive em seu curso quotidiano. Poucos são aqueles que conseguem, paralelamente, analisar os conflitos do homem consigo mesmo, suas angústias, suas dúvidas com respeito ao "De onde viemos, para onde vamos?". Aí é que se encontra o grande dote de Peter, pois sua obra retrata toda a essência dos tormentos vividos pelo homem contemporâneo. Para ele, é tão simples escrever algo como um drama entre um homem e uma mulher, quanto sobre um indivíduo em conflito com a sociedade, ou ainda sobre problemas transcendentais (vida após a morte, por exemplo). 

Peter Joseph Andrew Hammill nasceu em Ealing, Londres, em 1948. Enquanto adolescente, estudou no Beaumont College, uma escola pública de Berkshire, dirigida por jesuítas. Foi nessa época - aproximadamente 1963 - que iniciou a escrever poemas e canções, influenciado por grupos ingleses de rock e cantores de blues (a única canção desse período, que se tenha notícia de que foi gravada mais tarde, é "Running Back", do LP Aerosol Grey Machine). 

Grande admirador de Sonny Boy Williamson (II), Hammill gostava de tirar algumas harmonias numa gaita. Posteriormente, com uns quinze anos, comprou um violão, e aprendeu a tocá-lo sozinho, enturmado com dois outros amigos que se encontravam num estágio similar. 

Nos dois últimos anos de colégio, formou sua primeira banda, The Hex, fortemente influenciada pelos Beatles e pelo Who. Em 1967, Hammill foi trabalhar como programador de computador, na IBM de Londres, durante seis meses. Na mesma época, intensificou seu trabalho de escrita, produzindo grande parte das letras que viriam no primeiro LP do Van der Graaf, bem como no seu primeiro LP solo. 

Desinteressado no estágio na IBM, Hammill foi estudar na Universidade de Manchester. De acordo com uma singela biografia que me foi fornecida pelo próprio Hammil, por carta, foi aceito na universidade num curso extra-curricular, para estudos liberais em ciência (não sei o que quis dizer com isso). Em Manchester, conheceu o baterista Chris Judge Smith, e o organista Nick Pearne, com quem fundou o Van der Graaf Generator. O nome foi escolhido por Smith, que tinha o hábito de ficar bolando esquisitices. (A quem interessar possa, Robert Van der Graaf foi o cientista que inventou um acelerador eletrostático de partículas, muito utilizado em pesquisas de Física Nuclear. Ele morreu em 1967, quando a banda nascia. Não se sabe os motivos que levaram aqueles músicos a homenageá-lo). 

O Van der Graaf em forma de trio só realizou um compacto, lançado pela Polydor britânica, e contendo as músicas "Firebrand' e "People You Are Going To" (essa última foi regravada no LP "Nadir's Big Chance", de Hammill). Como acontece com muitos artistas, o compacto não trouxe o resultado esperado em termos de vendas. 

A próxima nota histórica que possuo, registra que Smith e Hammill deixaram Manchester, e formaram, em abril de 1968, um conjunto chamado Heebalob, que esteve perto de lançar um disco. Além dos dois, estavam Hugh Banton (órgão), e David jackson (sax e flauta). Essa formação se manteve até junho de 1968. Logo depois, Smith desistiu, e foi substituído por Guy Evans. Com o nome VDGG retomado, e com um baixista, Keith Ellis, prosseguiram por quase um ano adiante, realizando apresentações locais. 

Em 1969, tudo levava a crer que a banda não sobreviveria. Peter pensava até em gravar um LP solo. Entretanto, depois de uma conversa com os colegas, retomou a equipe. Foi então que gravaram o LP "Aerosol Grey Machine", com Hammill (vocal e guitarra), Hugh Banton (órgão), Keith Ellis (baixo), Guy Evans (bateria) e um tal Jeff (flauta), (penso que seja o pseudônimo de alguém, talvez até de David Jackson). 

Nesse trabalho inicial, Hammill dá uma amostra de suas predileções: misticismo e culto à morte. Vejamos um trecho da faixa - título: 

- "Apenas um suspiro e é o instante mortal, é a máquina de aerossol cinza. Você está caminhando na rua, num dia, então chega o homem todo vestido de cinza; ele pulveriza um pouco de aerossol em seu rosto, e você sente que sua mente perde a sintonia." 

Vejamos "Necromancer" ("Necromante"): 

- "Sim, eu vivo nas florestas negras, onde você nem ousa dizer meu nome. Se há maldade em seu coração, e você chegar perto de mim, perderá sua sanidade. Minha forma é mística, mas meu coração é puro, é melhor você acreditar em mim: eu sou o necromante." 

Em fins de 1969, já existe uma nova etiqueta discográfica, a Charisma, francamente propensa a dar muito apoio ao crescente rock progressista. Um dos seus primeiros contratados foi o VDGG, que já havia admitido novos elementos. No lugar de Ellis entrou Nic Potter. Nos sopros estava David Jackson. Em dezembro do mesmo ano, o quinteto gravou o primeiro item de um fantástico trinômio: "The Least We Can Do". 

Em função de uma sensível evolução em matéria de sons e textos, a imprensa europeia inicia a rotulá-los como "Dark Sound Band" ("Banda Do Som Tenebroso"). Aproveitando a energia, gravam em seguida "H To He", que é lançado no meio de 1970. A grande faixa desse LP é "Pioneers Over c" (c é a denominação científica da velocidade da luz). Embora tenham exagerado na conceituação ("Pioneiros Acima Da Velocidade Da Luz"), pois sabemos que não é possível superar c, acertaram na ideia. Conseguiram deixar uma boa visão do que seja o fenômeno da dilatação do tempo, previsto pelas teorias de Albert Einstein. O trecho mais significativo da letra é: 

- "Nós somos aqueles para quem eles vão construir uma estátua, há dez séculos atrás… …bem, onde está o tempo, agora? E que diabo eu sou, flutuando aqui, neste despropositado caminho?" 

Durante as gravações de "H To He", Nic Potter deixou o conjunto. Suas funções são preenchidas por Hugh Banton, que faz uma boa parte dos baixos em pedais. Um convidado ilustre dá sua contribuição na faixa "The Emperor In His War Room": é Robert Fripp, do King Crimson. Em "Pawn Hearts", o terceiro item do trinômio (e a "nona sinfonia" do rock progressivo), Fripp é o guitarrista oficial, com créditos na capa do LP, sem destaques especiais. 

É nessa obra que Hammill deixa bem latente sua crença espiritualista, em particular na faixa "Man Erg": 

- "O assassino vive dentro de mim: sim, posso senti - ló mover-se. Às vezes, ele dorme levemente na quietude de seu quarto, mas então seus olhos levantar-se-ão e penetrarão através dos meus; ele dirá minhas palavras e fragmentará minha mente por dentro… …Como posso libertar-me, como posso obter ajuda? Sou realmente eu mesmo? Sou alguém mais?" 

(A quem interessar possa, "erg" é uma palavra de origem grega, e que significa energia. Assim, "Man Erg" seria a energia do homem. Que energia seria essa? O espírito, por acaso? Tudo leva a crer que sim. A capa do LP também é muito sugestiva: várias pessoas vagando pelo espaço. Seriam os espíritos?) 

O mesmo clima macabro está presente na suíte que ocupa todo o segundo lado, "A Plague Of Lighthouse Keepers". É a história de um indivíduo que vive confinado num farol marítimo, como quem estivesse fadado a conviver com uma maldição. Em certa altura, há uma simulação de um choque entre navios. Foi a coisa mais impressionante que já vi em matéria de som gravado. Se o ouvinte fechar os olhos, e der um pouco de asas á imaginação, será capaz de acreditar que está, realmente, diante de uma catástrofe. Foi uma das obras máximas da música do século XX; algo comparável ao Beethoven, que simulou uma tempestade em sua sinfonia Pastoral. 

Em abril de 1971, pouco antes de "Pawn Hearts", Hammill colocou em prática o seu velho intento de 1968; um álbum solo. Segundo uma nota do autor, na contracapa, foi realizado com o propósito de mostrar velhas canções que havia composto, nos anos iniciais do Van der Graaf (aquelas a que me referi, um pouco atrás). 

Em 1972, a Charisma publicou o LP sucessor de "Pawn Hearts" era uma coletânea que resumia os acontecimentos dos cinco primeiros anos de atividade. Depois disso, a banda se retirou do cenário artístico, por alguns anos. Por incrível que pareça, o motivo era a falta de receptividade por parte do público. Fora alguns países da Europa (Itália, França e Bélgica, principalmente), o resto do mundo ignorava a existência deles (inclusive a mãe Inglaterra). Aliás, os italianos muito se vangloriam de terem sido sempre os primeiros a acolher as melhores bandas de rock progressivo. O mesmo aconteceu com o Genesis e o Gentle Giant. 

Até 1975, Hammill gravou mais alguns discos solos, bem como realizou pequenas excursões (quase sempre acompanhado pelos colegas de banda). Enquanto isso, os demais músicos realizaram o LP The Long Hello, que contou com a participação de italianos. Em maio de 1975, os membros do Van der Graaf, reunidos, concedem uma entrevista à revista Ciao 2001, onde anunciam seus planos: Hugh Banton informa que está construindo um super - órgão, baseado naqueles usados em grandes catedrais, com seis geradores de som, ao invés de apenas um. Do lado artístico, além da reconstituição da banda, planejam uma excursão pela América (que só aconteceria uns dois anos mais tarde). 

O LP do retorno, "Godbluff", é realizado em junho de 1975. Ele mostra que o Van der Graaf voltou com tudo, para valer. Para não perder o hábito, Hammill continua místico. Esse é um trecho de "Sleepwalkers" ("Sonâmbulos"): 

- "As colunas da noite avançam; infecciosamente, sua dança de rugas converte-se em dobras; em tempo o mundo inteiro, imaturo, irá dar os mesmos passos para o mesmo amargo fim. Sonolenta inspeção; agora a morte dancante abandona o abrigo de suas camas, acordada para o descanso em cuja profundidade eles temem, como se o chão que eles pisam cederia passagem sob o peso solene de sua concepção". 

Em menos de dois anos, outro par de discos é lançado, testemunhando que havia, realmente, muito fervor acumulado. Em "Still Life", Hammill deixa seu testemunho definitivo de que crê na vida eterna. Está em "Childlike Faith In Childhood's End" ("Fé Infantil No Final Da Infância"): 

- "A existência é um estágio pelo qual passamos, uma trilha sonâmbula para a mente e o coração. É desesperador, eu sei, mas devo seguir adiante, e tentar iniciar a ver algo mais do que, dia-a-dia, a sobrevivência perseguida pela morte final. Se eu acreditasse que esse é o resumo da vida para a qual viemos, não desperdiçaria meu fôlego. 

De alguma forma, deve haver mais." 

Em 1977, a banda finalmente excursiona pela América. Além disso, seus discos passam a ser regularmente editados por lá, coisa que era um pouco acidentada nos primeiros anos. Entretanto, isso parece que não serve como amálgama para estruturar uma sólida continuidade. Pouco tempo depois, Banton e Jackson deixam o conjunto (eu havia-me esquecido de citar que o retorno se deu com Hammil, Banton, jackson e Evans). 

Esses excelentes músicos haviam auxiliado a elaborar uma espécie de marca registrada do "Dark Sound". Quando partiram, não restava alternativa, a não ser modificar completamente o contexto. Passa, então, a fazer parte da formação o violinista Graham Smith (ex-String Driven Thing). Além dele, Nic Potter reassume o papel de baixista. Com eles, a banda registra "The Quiet Zone, The Pleasure Dome", e depois se despede, em 16 de janeiro de 1978, com um show no Marquee Club de Londres. Um cellista deu uma forca ao time, nesses últimos dias; foi Charles Dickie. David Jackson também foi ao Marquee, contribuir ao adeus. (No álbum duplo que documenta o episódio, dá para notar, claramente, quando Hammil lhe lança o convite para subir ao palco). 

Ao longo desses últimos anos, todos eles têm produzido discos solos. E eu faço questão de mencionar um fato, difícil de ser presenciado em conjuntos de rock: os membros do Van der Graaf sempre pareceram uma irmandade, testemunhada pelo auxílio mútuo que prestam entre si. Nos trabalhos individuais, há sempre a presença de colegas. (Montanari) 

No final dos anos 1970 o Van der Graaf passou por várias saídas e entradas de integrantes novos e antigos, o que ocasionalmente desestabilizou a carreira do grupo. A formação clássica de Hugh Banton, David Jackson, Guy Evans e Peter Hammill retornou em 2003, tocando uma única vez em Londres. Esta reunião levou os músicos a considerarem o retorno de vez aos palcos. Um novo disco com material inédito, foi lançado em 2005. 

Pouco depois da aclamada reunião, Jackson deixou o grupo porém o trio restante continuou firme com o entrosamento que sempre houve e ainda lançaram quatro discos, Trisector (2008), A Grounding in Numbers (2011), ALT (2012) e Do Not Disturb (2016) revelando uma faceta mais acessível da música de Hammill, sem perder o alto teor lírico. O grupo manteve-se desde então em turnê promovendo os novos discos e resgatando antigas faixas, porém permanecendo apenas no circuito europeu e com um público seleto, característica que sempre marcou a trajetória da banda. Texto: Wikipédia. 

Integrantes.

Atuais.

Peter Hammill (Vocais, Guitarras, Pianos, Teclados, 1967-1972, 1975-1978, 2005-At)
Hugh Banton (Órgão, Teclados, Baixo, Backing Vocals, 1968-1972, 1975-1976, 2005-At)
Guy Evans (Bateria, Percussão, 1968-1972, 1975-1978, 2005-At) 

Ex-Integrantes. 

Chris Judge Smith (Bateria, Percussão, Sopros, Vocais, 1967-1968)
Nick Pearne (Órgão, 1967-1968)
Keith Ellis (Baixo, 1968-1969)
Nic Potter (Baixo, Guitarra, 1969-1970, 1977-1978)
David Jackson (Alto, Tenor, Barítono e Soprano, Saxofones, Flauta, Vocais, 1969-1972, 1975-1977, 1978, 2005-2006)
Graham Smith (Violino, 1977-1978)
Charles Dickie (Violoncelo, Teclados, 1977-1978) 

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Bitrate: 320Kbps.

Álbuns.

The Aerosol Grey Machine (1969)
 
01. Afterwards (4:58)
02. Orthenthian St (6:19)
03. Running Back (6:35)
04. Into A Game (6:57)
05. Ferret & Featherbird (4:33)
06. Aerosol Grey Machine (0:46)
07. Black Smoke Yen (1:27)
08. Aquarian (8:21)
09. Giant Squid (3:19)
10. Octopus (7:57)
11. Necromancer (3:30)


The Least We Can Do Is Wave To Each Other (1970)
 
01. Darkness (11/11) (7:30)
02. Refugees (6:25)
03. White Hammer (8:18)
04. Whatever Would Robert Have Said? (6:09)
05. Out Of My Book (4:06)
06. After The Flood (11:36) 
Bonus Tracks.
07. Boat Of Million Of Years (3:44)
08. Refugees (Single Version) (5:18)


H to He: Who Am the Only One (1970)
 
01. Killer (8:22)
02. House With No Door (6:29)
03. The Emperor In His War Room (8:18)
04. Lost (11:13)
05. Pioneers Over C (12:51) 
Bonus Tracks.
06. Squid 1 / Squid 2 / Octopus (15:23)
07. The Emperor In His War Room (First Version) (8:50)


Pawn Hearts (1971)
 
01. Lemmings (Including Cog) (11:40)
02. Man-Erg (10:25)
03. A Plague Of Lighthouse Keepers (23:12)
A. Eyewitness
B. Pictures / Lighthouse
C. Eyewitness
D. S.H.M.
E. Presence Of The Night
F. Kosmos Tours
G. (Custard's) Last Stand
H. The Clot Thickens
I. Land's End (Sineline)
J. We Go Now 
Bonus Tracks.
04. Theme One (Original Mix) (3:15)
05. W (First Version) (5:03)
06. Angle Of Incidents (4:48)
07. Ponker's Theme (1:28)
08. Diminutions (5:59)


Godbluff (1975)
 
01. The Undercover Man (7:32)
02. Scorched Earth (9:43)
03. Arrow (9:47)
04. The Sleepwalkers (10:41) 
Bonus Tracks.
05. Forsaken Gardens (Live) (7:57)
06. A Louse Is Not A Home (Live) (12:48)


Still Life (1976)
 
01. Pilgrims (7:11)
02. Still Life (7:24)
03. La Rossa (9:52)
04. My Room (Waiting For Wonderland) (8:03)
05. Childlike Faith In Childhood's End (12:38)
Bonus Track. 
06. Gog (10:29)


World Record (1976)
 
01. When She Comes (8:02)
02. A Place To Survive (10:05)
03. Masks (7:01)
04. Meurglys III (The Songwriter's Guild) (20:50)
05. Wondering (6:49) 
Bonus Tracks.
06. When She Comes (BBC 'The John Peel Show') (8:13)
07. Masks (BBC 'The John Peel Show') (7:23)


The Quiet Zone / The Pleasure Dome (1977)
 
The Quiet Zone.
01. Lizard Play (4:31)
02. The Habit Of The Broken Heart (4:39)
03. The Siren Song (6:05)
04. Last Frame (6:17) 
The Pleasure Dome.
05. The Wave (3:15)
06. Cat's Eye / Yellow Fever (Running) (5:21)
07. The Sphinx In The Face (5:58)
08. Chemical World (6:12)
09. The Sphinx Returns (1:30) 
Bonus Tracks.
10. Door (3:28)
11. Ship Of Fools (B-Side Single) (3:03)
12. The Wave (Demo Version) 93:43)


Vital (Live 1978)
 
CD 1.

01. Ship Of Fools (6:44)
02. Still Life (9:44)
03. Last Frame (9:05)
04. Mirror Images (5:51)
05. Medley:
A Plague Of Lighthouse Keepers
Sleepwalkers
(13:43) 

CD 2.

01. Pioneers Over C (17:08)
02. Sci-Finance (6:13)
03. Door (5:29)
04. Urban / Killer / Urban (8:18)
05. Nadir's Big Chance (3:59)


Time Vaults (Coletânea 1982)
 
01. The Liquidator (5:24)
02. Rift Valley (4:40)
03. Tarzan (2:10)
04. Coil Night (4:13)
05. Time Vaults (3:33)
06. Drift (I Hope It Won't) (2:41)
07. Roncevaux (6:56)
08. It All Went Red (4:07)
09. Faint And Forsaken (2:46)
10. Black Room (8:52)


Now And Then (Coletânea 1988)
 
01. Saigon Roulette (4:44)
02. The Liquidator (5:27)
03. Gentlemen Prefer Blues (2:59)
04. The Main Slide (4:08)
05. Tropic Of Convrsation (7:19)
06. Spooks (5:16)
07. Tarzan (2:15)
08. The Epilogue (4:10)


Maida Vale: BBC Sessions (Live 1994)
 
01. Darkness (7:22)
02. Man-Erg (11:09)
03. Scorched Earth (9:42)
04. Sleepwalkers (10:01)
05. Still Life (7:23)
06. La Rossa (10:01)
07. When She Comes (8:10)
08. Masks (7:25)


The Box (Coletânea 2000)
 
CD 1.

01. People You Were Going To (3:33)
02. Afterwards (4:45)
03. Necromancer (4:12)
04. Refugees (6:20)
05. Darkness (11/11) (6:53)
06. After The Flood (10:59)
07. White Hammer (8:16)
08. House With No Door (6:33)
09. Killer (8:20)
10. Lost (11:09)

CD 2.

01. Theme 1 (3:01)
02. W (4:28)
03. A Plague Of Lighthouse Keepers (23:07)
04. (In The) Black Room/The Tower (11:47)
05. Lemmings (16:42)
06. Man-Erg (11:10)

CD 3.

01. La Rossa (9:52)
02. Arrow (Edit) (8:53)
03. Still Life (7:26)
04. My Room (Edit) (7:30)
05. Sleepwalkers (10:27)
06. Pilgrims (7:12)
07. Childlike Faith In... (12:25)
08. Scorched Earth (10:14)

CD 4.

01. Masks (7:01)
02. Meurglys III (Edit) (16:48)
03. When She Comes (8:02)
04. Wondering (6:43)
05. The Wave (3:15)
06. Cat's Eye/Yellow Fever (4:49)
07. Chemical World (6:15)
08. Door (3:26)
09. Sci-Finance (6:17)
10. The Sphinx In The Face (5:33)


Present (2005)
 
CD 1.

01. Every Bloody Emperor (7:03)
02. Boleas Panic (6:51)
03. Nutter Alert (6:12)
04. Abandon Ship! (5:08)
05. In Babelsberg (5:30)
06. On The Beach (6:49)

CD 2.

01. Vulcan Meld (7:19)
02. Double Bass (6:34)
03. Slo Moves (6:24)
04. Architectural Hair (8:56)
05. Spanner (5:03)
06. Crux (5:51)
07. Manuelle (7:52)
08. 'Eavy Mate (3:51)
09. Homage To Teo (4:46)
10. The Price Of Admission (8:49)


Real Time (Live 2007)
 
CD 1.

01. The Undercover Man (8:29)
02. Scorched Earth (10:05)
03. Refugees (6:00)
04. Every Bloody Emperor (7:36)
05. Lemmings (13:20)
06. (In The) Black Room (11:15)
07. Nutter Alert (6:05)
08. Darkness (7:20)

CD 2.

01. Masks (6:47)
02. Childlike Faith In Childhood's End (12:34)
03. The Sleepwalkers (10:44)
04. Man-Erg (11:36)
05. Killer (9:53)
06. Wondering (7:01)

CD 3.

01. Pilgrims (7:31)
02. When She Comes (8:08)
03. Still Life (7:52)
04. Gibberish (13:38)


Trisector (2008)
 
01. The Hurlyburly (4:38)
02. Interference Patterns (3:52)
03. The Final Reel (5:49)
04. Lifetime (4:47)
05. Drop Dead (4:53)
06. Only in a Whisper (6:44)
07. All That Before (12:29)
08. Over the Hill (12:29)
09. (We Are) Not Here (4:04)


A Grounding in Numbers (2011)
 
01. Your Time Starts Now (4:14)
02. Mathematics (3:38)
03. Highly Strung (3:36)
04. Red Baron (2:23)
05. Bunshō (5:02)
06. Snake Oil (5:20)
07. Splink (2:37)
08. Embarrassing Kid (3:06)
09. Medusa (2:12)
10. Mr. Sands (5:22)
11. Smoke (2:29)
12. 5533 (2:42)
13. All Over The Place (6:03)


ALT (2012)
 
01. Earlybird (4:01)
02. Extractus (1:39)
03. Sackbutt (1:53)
04. Colossus (6:36)
05. Batty Loop (1:14)
06. Splendid (3:46)
07. Repeat After Me (7:39)
08. Elsewhere (4:19)
09. Here's One I Made Earlier (5:42)
10. Midnite Or So (3:34)
11. D'Accord (2:28)
12. Mackerel Ate them (4:50)
13. Tuesday, The Riff (2:47)
14. Dronus (10:37) 

Link.

Do Not Disturb (2016)
 
01. Aloft (7:19)
02. Alfa Berlina (6:39)
03. Room 1210 (6:47)
04. Forever Falling (5:39)
05. Shikata Ga Nai (2:29)
06. (Oh No, I Must Have Said) Yes (7:44)
07. Brought to Book (7:57)
08. Almost the Words (7:54)
09. Go (4:35)


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20 comentários :

  1. Salve Salve!!!

    Inaugurando os comentários do !Van Der Graaf!

    Alex!!!

    ResponderExcluir
  2. Adoro essa banda,quando conheci o som deles eu
    estava em 1983 com o disco Godbluff de 1975.Eu que
    ja conhecia o Genesis pirei de vez ao ouvir o som
    Sleepwalkers.Peter Hammil é o maximo vocalista do
    rock progressivo.Alex adoro seu blog obrigado

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  3. Excelente post!
    Adoro a banda e Peter Hammill é um dos melhores e injustiçados vocalistas do Prog. Parabéns pelo blog!

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  4. Que banda perfeita

    O nível de musicalidade dessa banda esta com certeza no topo...

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  5. parabéns, muito bom excelente banda

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  6. jose roberto04/08/2011 23:28

    Bandaça , locaço ,sonzaço ,Peter é o cara ,puta voz,uma das melhores coisas q alguém pode conhecer. Feito prá quem não quer ouvir pop music.

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  7. José Alves Teixeira (Tex) Garanhuns-PE26/03/2012 18:12

    A primeira vez que ouvi Van der Graaf foi em 1972. Agora mais uma vez estou viajando para o passado atravez da música e com a ajuda do MURO. Obrigado Alex por me dá essa boa viajem. Valeu.

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  8. Supermassa. Muito gratificante ter encontrado o Muro há dois anos, procurando a discografia do Ratos de Porão. O que venho conhecendo aqui de lá pra cá provavelmente não conheceria de outra forma. Valeu, bróder, valeu mesmo.

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  9. Muito obrigado por disponibilizar essa maravilha. Continue assim.

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  10. ESSE BLOG É UM DIAMANTE.

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  11. Peter Hammil, canta demais. Excelente banda.

    Progressivo é o suprassumo da música.

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  12. I AM THE UNDERCOVER MANNNNNN!!!!!

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  13. outra vez muinto obrigado da França
    Grande banda

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  14. Muito obrigado por mais essa discografia! Baixo regularmente no seu blog e só tenho a agradecer por ter conhecido tantas ótimas bandas aqui! Grande abraço!

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  15. Olha, é excelente o trabalho prestado pelo blog, disponibiliza com qualidade diversas bandas, raridades e faz com que conheçamos novas bandas.
    Parabéns!

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  16. essa banda é mágica...profere os sonhos mais profundos no seu cérebro...obrigado Deus!!!!kkkkkk...e Alex Sala!!

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  17. Letras incríveis e verdadeiras, arranjos criativos e fantásticos, fabulosas performances de Peter Hammill, mago e poeta genial! Um tesouro que não tem preço! Muito obrigada!

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  18. Sou da geração nova, nunca imaginei ouvir tanta obra prima assim, obrigado pelo seu trabalho Alex Sala, você é um grande iluminado por DEUS.
    Van Der Graaf é A BANDA.

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  19. Van Der Graaf de album novo, como sempre arrasando com album incrível.
    Valeu ALEX SALA.
    FIQUEM COM DEUS.

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  20. Fã incondicional de VAN DER GRAAF. Obrigado de Portugal.

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