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4 de dezembro de 2011

Veludo - Discografia.

A história da banda carioca Veludo, surgida no inicio dos anos 70, é tão obscura quanto a de qualquer outra banda daquela época - como Módulo 1000, A Bolha, Vímana , Peso e Scaladacida. Era um tempo onde a juventude queria ir além do Tropicalismo, que era mais acessível, e beber das fontes importadas de bandas como Yes, ELP e King Crimson. Enquanto no Brasil, os únicos grupos que tinham um certo reconhecimento, como Mutantes e Terço, só se apresentavam mais pelo interior do estado, haviam também outros que ganhavam muito dinheiro cantando em inglês e se apresentando na TV e nas capitais, como o Pholhas e Menphis, seguindo a linha de Morris Albert (cantor de Fellings). 

Em contrapartida, surgiria em 1974, o Veludo, sob a liderança do tecladista e compositor Elias Mizrahi. Tinha ainda em sua formação o guitar-hero Paulo de Castro e o ex-Bolha, considerado por muitos como o melhor baterista carioca, Gustavo Schoeter (que depois tocaria na Cor do Som) e, no baixo, Pedro Jaguaribe. Antes disso se chamava Veludo Elétrico e chegou a ter entre seus integrantes: Lulu Santos e Fernando Gama (que saíram para formar o lendário Vímana), Rui Motta, Tulio Mourão e Luciano Alvez (que passaram pelos Mutantes, liderado por Serginho Dias). Fernando Gama integraria depois o Boca Livre, Tulio Mourão tocaria com Milton Nascimento entre outros, e Luciano Alvez nos primeiros discos de Pepeu Gomes. 

O som do grupo nessa época era basicamente calcado no hard -rock, talvez com toques de Deep Purple, e muito improvisado. Muitas vezes pareceiam que tocavam tão alucinados que iriam se perder no meio dos temas. Natural, pois o Veludo Elétrico fez muitos shows pelo Rio de Janeiro tocando Rolling Stones, mas a proposta do agora "Veludo" já se destanciava bastante da original.

Contudo, a fama da banda se espalhava com enorme repercussão. Diversas eram as dificuldades naqueles anos (1974-1975), pois nenhuma gravadora estava disposta a levá-los para o estúdio e investir; o som era muito mais experimental. Aliás, de experimental no Brasil, só o Hermeto Pascoal conseguiu alguma coisa, mesmo assim teve que sair do país. or causa disso, alguns fãs levavam gravadores para as apresentações afim de obter registros das músicas e assim, no início dos anos 90, surge o disco 'Veludo ao Vivo' (1975), fruto da atitude de um fã que teve a coragem de prensar 2000 cópias e, dessa forma, prestar uma valiosa contribuição para a história do rock nacional. 

O disco foi gravado da apresentação da banda no projeto Banana Progressiva, impulsionado pelo multimídia Nelson Motta. Uma raridade imperdível, apesar da baixa qualidade técnica da gravação - o que é perfeitamente compreensível. Texto: Brazilian Progressive Rock.

A ‘Re-volta do Veludo’
Escrito por Nelio Rodrigues e publicado no site Senhor F (A Revista do Rock)

Para Elias Mizrahi o Veludo nunca desapareceu. No máximo, passou prolongado período em hibernação. Responsável pela maior parte das composições do extinto grupo, que ora tenta ressurgir, o tecladista, cantor e guitarrista jamais abandonou o hábito de compor. Ao longo dos anos, vem acumulando farto material que sobeja em fitas que o músico mantém arquivadas em casa. "São mais de mil músicas", confirma Elias. A fim de dar forma final a parte pequena de sua criação e com a idéia do Veludo ainda latente, ele chamou o baterista Gustavo Schroeter, ex-Veludo, e o baixista Lincoln Bittencourt, ex-integrante d'A

Bolha, para, juntos, iniciarem uma longa jornada de gravações.
As sessões, num estúdio em Botafogo, prosseguiram por incontáveis meses, geralmente atravessando madrugadas, como conta Gustavo. Em algumas delas o trio contou com a adesão do guitarrista e, hoje, também produtor, Marcelo Sussekind. O resultado, suficiente para preencher mais de um CD, permaneceria engavetado não fosse o esforço e abnegação de Cláudio Britto, amigo de Elias e fã do Veludo. Logo que soube das tais gravações Cláudio decidiu produzir e assumir o lançamento do CD que, por obra do destino, vem a tornar-se o primeiro disco de estúdio do Veludo.

Intitulado ‘A Re-Volta’, nome ambivalente, significando tanto uma possível retomada de atividade da banda quanto um desabafo pessoal de Elias, em consonância com as dificuldades que tem enfrentado para mostrar seu trabalho, o CD coleciona dez temas, sendo cinco instrumentais, selecionados por Gustavo, Lincoln, Marcelo e Elias, a partir do material gravado em Botafogo. Todos compostos e arranjados por Elias. Em ‘O Poeta’, no entanto, o tecladista teve parceiros e sua autoria é também creditada a Waldemar Motta e Leca.

O disco é calcado no som dos teclados, que abundam em ‘A Re-Volta’, conferindo à obra uma aura de rock progressivo. Não obstante, o emprego de matizes sonoras diversas a partir de suas teclas (e registros) não o deixam soar anacrônico e, tampouco, excessivo. Os arranjos de bom gosto, por vezes delicados, escorados no baixo preciso de Lincoln e na rica batida de Gustavo ajudam a criar climas diversos que se alternam, tanto dentro de um mesmo tema quanto ao longo de suas faixas.

‘Coisa Linda’ é a porta de entrada do CD. Abre com um riff que lembra tema de abertura de programa de TV, mas a impressão logo se desfaz assim que ele evolui em linha melódica distinta, ditada pela voz de Elias, vigorosa e clara.

"O poeta está sofrendo, por não ter com o que sonhar", diz a letra de ‘O Poeta’, o tema seguinte, que prossegue antevendo a possibilidade de apocalipse ao final do milênio (que já se completou). Se o poeta não tinha motivos para sonhar e consequentemente nutrir sua inspiração para elaborar suas poesias, os autores da música, ao contrário, inspirados, criaram canção condizente com a melancolia de seus versos.

‘Veludiando’ é o primeiro tema instrumental do CD, que evolui por mais de sete minutos e conta com participação especial de Marcelo Sussekind. O guitarrista empresta ao tema seu toque ágil que se impõe por alguns momentos e centraliza a atenção do ouvinte. Apesar do título, a música não se assemelha a composição de Paul de Castro, Elias e Nelsinho Laranjeiras, que abre o CD ‘Veludo Ao Vivo’, denominada ‘Veludeando’. O título recorrente (o significado é o mesmo) apenas revela a paixão de Elias pelo Veludo.

As vozes de Elias, Lincoln e Gustavo brilham juntas em ‘A Música Que Vem Do Céu’, que aparece no CD cercada por outro tema instrumental, intitulado ‘Império Romano’. Aqui, é impossível não pensar no trio Emerson, Lake and Palmer da época do disco ‘Tarkus’. Já, na seguinte, ‘Cigania’, introduzida por violão que ampara toda a canção, o tom é diferente. A melodia passeia por território espanhol em sutil cruzamento com o ritmo árabe, assim como a história da região.

Com o feliz título de ‘La Sonata Claríssima’, este tema instrumental conduz o ouvinte através de uma mini-suíte muito bem arranjada e executada. E, mais uma vez, conta com a participação de Marcelo Sussekind. Teclados, baixo e bateria pavimentam a canção antes que a guitarra de Marcelo se faça presente. Quando irrompe, eloqüente, progride beirando notas agudas até desaparecer com entrada límpida do órgão Hammond de Elias. O suporte de baixo e bateria é impecável, com Lincoln e Gustavo mantendo ritmo preciso enquanto Elias desenvolve ótimo trabalho no órgão. Nesse momento, as intervenções de Marcelo são apenas sutis. A composição ainda evolui antes de dar lugar a próxima.

A profunda densidade melódica de ‘Come To Me’, tramada pelos teclados, envolve o ouvinte como uma espessa névoa, tal como a voz de Elias. Escrita em inglês, talvez esta seja a melhor faixa do CD.

As duas últimas são temas instrumentais: ‘Teu Foco’, sem baixo e bateria, é a mais curta do disco (CD); ‘Portas do Céu’, novamente com baixo e bateria, tem no piano, tocado com agilidade e leveza, o seu fio condutor. 

Palavras de Elias Mizrahi. 

Se tem ou não detalhes que na verdade só poderiam ter sido revelados sobre o surgimento e a história de minha banda, o “VELUDO”, esse alguém só poderia ter sido eu mesmo e meu saudoso guitar-hero Paul de Castro, Evidente!!  

Afinal! Eu! Sim! Eu mesmo! Elias, um, dos pais legítimos e fundador mor da banda, atenção! Tenho de ver aqui para que se faça justiça e ter de publicamente “declarar” que jamais fui informado ou sequer consultado antes, sobre a publicação recentemente lançada do documentário “Veludo – A história oficial”. Nós dois, que nos dedicávamos a ensaiar, cerca d e 8hs-dia, todos os dias! Durante mais de 6 meses, apenas para poder estrear! E só agora, após tenebrosos 20 anos hibernando estar sendo reconhecidos como o que de melhor do brasil se fez pra música. E para o “Rock- Prog” em todos os tempos. ( Vide a enciclopédia “En busca del tiempo perdido). Portanto em suma fica aqui o meu pequeno protesto por não terem tido essa consideração fundamental! Assim o feito se torna suspeito, tendencioso, retalhado!”. Facebook. Blog. Postagem por: Alex Sala & Elias Mizrahi. 

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Álbuns.

Valudo Ao Vivo (1975)
 
01. Veludeando
02. Egoismo
03. Antenoriun II
04. A Chama Da Vida
05. A Única

(320Kbps)


A Re-Volta (2002)
 
01. Coisa Linda
02. O Poeta
03. Veludiando
04. A Música Que Vem Do Céu
05. Império Romano
06. Cigania
07. La Sonata Claríssima
08. Come To Me
09. Teu Foco
10. Portas Do Céu

(192Kbps)

Link.

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22 comentários :

  1. Feliz Ano Novo!!!
    Obrigado pela contribuição

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  2. EXCELENTE POST - Elias Mizrahi é meu amigo ....... já gravamos juntos. E o kara é um Deus dos Teclados ao nível de um Rick Wakkeman ou Keith Emerson .......... OBS: sempre o nosso Alex trazendo pérolas e coisas estupendas. Feliz 2012 e SALVE MURO do CLASSIC ROCK ...... PAZ & LUZ: Tulio - www.tuliofuzato.com.br

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  3. O Muro tá de volta porraa!! \o/

    Feliz 2012!

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  4. Alex tudo de bom para 2012.Parabéns pelo blog.Sou um louco pelo progressivo e aqui vim encontrar pérolas que estava longe de imaginar. Só para citar,ELOY,JANE,CURVED AIR. Abraço

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  5. Boas festas... a todos do muro e o dono do muro tbm... que mantem sempre este muro erguido.
    carioca brasil.

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  6. José Alves Teixeira (Tex) Garanhuns-PE03/01/12 16:47

    Muito boa essa banda. Obrigado por nos presentear com essa obra do Rock Brasileiro.

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  7. Eu ouvi falar deles, são os primórdios do progressivo brasileiro, vou baixar pra conhecer...

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  8. Gostei bastante do lin-up vou baixar agora pra ouvir essa peróla!

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  9. Sidarta Landarini23/06/12 15:43

    Que foda, essa banda é do meu professor de violão, o Nelsinho Laranjeiras SAHUSAUHSAHU' Legal!!

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    Respostas
    1. Voce esta enganado querido Sidarta! Esta banda esta longe de ser do seu "professor de violao"! Ela sempre pertenceu aos ses fundadores Elias Mizrahi e o (saudoso guitarrista, agora falecido) Paul de Castro. Elias manteve sempre a sua liderança e controle da banda. Mesmo porque o Nelson Laranjeiras foi convidado depois do sucesso da banda para tocar baixo apenas. E saiu dizendo ter assumido o que jamais lhe pertenceu. Ok? Abraços, vlw.

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  10. Valeu Alex!!!

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  11. Parabens pelo trabalho no blog !!!

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  12. Parabéns Alex...só assim pra matar a saudade desse som...Vida longa aos meus amigos do Veludo. Luiz Olinto

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  13. Caralho, que som foda! Rock nacional tem muita coisa boa. Pena que nunca teve tanta mídia. Esse disco não fica atrás de progressivo nenhum do eua ou u.k

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  14. E o bom é ter história com informação para as novas gerações que até chamo de SUSTENTABILIDADE!
    Excelente!

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  15. Recentemente postei em minha pagina do Facebook essa postagem que o "Muro do Classic Rock" de forma primorosa e com extrema objetividade e lucidez, não deixou de fora a "minha" banda da historia ao publicar essa belíssima matéria sobre o "VELUDO". e fique muito lisonjeado ao ver e ler a tremenda repercussão positiva com inúmeros comentarios positivos tanto aqui no próprio blog, quanto na minha pagina em que mal havia acabado de postar, nao acreditei e perplexo ao ver o volume imediato e continuo de curtidas e comentarios muito muito elogiosos. Por isso venho aqui para dizer aos responsáveis por esse feliz presente que me foi dado, pois isso me abastece e incentiva a seguir nessa luta. "Muito obrigado.

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  16. parabéns meu amigo que bom que esta de volta o Veludo amei e foi um prazer ter vc como meu amigo bjs.

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  17. HISTÓRICO DA 2ª FORMAÇÃO
    Quando o Veludo estreou em 74, Nelsinho Laranjeiras estava montando outro grupo com Paulinho Muylaert, Miguel Pedra e Ari Mendes. Duas semanas após a estréia, Nelsinho foi convidado por Elias para entrar para o Veludo com o objetivo de transformar os arranjos que já estavam ensaiados. Seus novos companheiros, Paul de Castro e Gustavo Schroeter lhe deram total liberdade para esse fim. E Nelsinho abusou. Inverteu tempos fortes por fracos, colocou frases novas, e criou levadas latinas onde o rock predominava. Mas também deixou clara uma coisa: Iria continuar ensaiando com o seu outro grupo. Todos concordaram. Alguns meses depois Gustavo teve que deixar a banda, pois não conseguia conciliar a agenda de shows do Veludo com as de Jorge Bem.
    Depois de testar vários bateristas, Nelsinho indicou Ari Mendes o muilti instrumentista da sua outra banda. Todos aprovaram a escolha e o Veludo seguiu em frente. De repente uma grande chance apareceu para o grupo. Precisavam de uma música para ser tema da novela Roque Santeiro. O grupo seria lançado como “a grande revelação do rock brasileiro” segundo Nelson Motta. E a música escolhida era uma das muitas que Nelsinho tinha composto naquele ano. Foi aproveitando esse fato que Nelsinho uniu pela primeira vez o Veludo com o seu outro grupo.
    A gravadora Som Livre estava apenas começando e lá estavam todos os componentes atuais e futuros do Veludo juntos para gravar “Barriga de fora” Dois dias antes da tão esperada estréia da novela surge uma mal fadada notícia. A ditadura censurou sua exibição. Balde de água fria. O grupo ficou meio sem rumo e uma bela oportunidade surgiu para o guitarrista e fundador da banda Paul de Castro. Ninguém menos que Sérgio Dias, seu amigo, o convidou para entrar para Os Mutantes. Claro que ele aceitou. E nem se passavam duas semanas, o tecladista Elias também anunciava o seu desligamento, para casar, assumir a loja do pai e tentar carreira solo.
    Com a saída dos dois fundadores da banda o fim do Veludo já se anunciava. Neste momento Nelsinho Laranjeiras assumiu a liderança e a responsabilidade de levar o grupo adiante. Ao seu lado seu fiel parceiro Ari Mendes, o super guitarrista que tinha entrado tocando bateria no lugar de Gustavo. Sem a menor cerimônia, Nelsinho incorporou sua outra banda ao Veludo que a partir de então, teria sua liderança e direção. Paul de Castro, um dos fundadores do Veludo estava feliz nos Mutantes. Elias, o outro fundador, não esperava que Nelsinho tivesse força pra continuar, assumiu a loja comercial do seu pai, casou, e se afastou dos roqueiros cabeludos. Levou um susto quando soube que o Veludo não acabara. Amigos, músicos e crítica, ninguém acreditava que isso seria possível. Afinal, metade da banda embarcava para outros vôos, mas Nelsinho não se dava por vencido. “Arregacei as mangas e comecei a trabalhar” Confessou ele posteriormente.
    Surgia desta forma segunda formação do Veludo, que viria a ser conhecida como a que deu a grande guinada em direção a fusão do rock progressivo com os ritmos latinos, explorando de forma acentuada a percussão e os instrumentos acústicos.
    HISTÓRICO 2
    O Veludo agora era formado pelo seu antigo grupo. Nelsinho trouxe mais dois reforços: O baterista Afonso Correa, que possibilitou a ida de Ari Mendes para a guitarra, seu verdadeiro instrumento, e trouxe a talentosa multi instrumentista Flavia Cavaca para ocupar várias funções na banda. Pronto. Foram alguns meses de ensaio rumo à estréia do novo Veludo (1976)

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  18. Louis Clark (ex-Green Pear)07/06/16 14:34

    BOm,eu conhecí ligeiramente os carinhas,e era amigo de Lobão,meu vizinho. Me lembro deles tocando na rua,na Visconde de Pirajá (Ipanema,Rio) e conversei com Paul de Castro,muito simpático. Todos nós morávamos em Ipanema,e,sendo músicos,trocávamos ideaias. Excelente grupo,que sabe extrair do Moog o que ele tem de bom. Muioto grato,Muro.

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  19. Ana Maria Martinelli (Aninha da padaria)07/06/16 19:14

    Minha mãe me falava de Mutantes,Vimana,Bolha...e Veludo. Mas eu nunca tinha ouvido. Nossa! Que doido,meu! Já daulondei e tô curtindo pacas! Falou,Muro! Beijo!

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  20. muito boa banda, delirio nosso nos anos 70 no Rio de Janeiro.

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