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23 de fevereiro de 2013

Joy Division - Discografia.

Joy Division foi uma banda pós-punk formada no ano de 1976, em Manchester, Inglaterra. A banda acabou em 18 de Maio de 1980 após o suicídio do vocalista e guitarrista ocasional, Ian Curtis. A banda também tinha como integrantes Bernard Sumner (guitarrista e tecladista, à época chamado Bernard Albrecht), Peter Hook (baixista e vocalista) e Stephen Morris (percussionista e baterista). Após o termino da banda, os três integrantes remanescentes formaram o New Order, alcançando maior sucesso crítico e comercial. 

A característica mais marcante do Joy Division é sua sonoridade melancólica acompanhada de melodias com temas depressivos e cotidianos. Os artistas que mais influenciaram o grupo foram The Doors, Velvet Underground, David Bowie, Sex Pistols e Iggy Pop. Vale destacar também que o grupo tinha um pouco de influência de Kraftwerk, banda que se tornou uma influência enorme para o New Order.

História.

Tudo começou quando a lendária banda de punk rock britânica Sex Pistols realizou um show no Lesser Free Trade Hall, em Manchester, no dia 20 de junho de 1976. Bernard Sumner, Peter Hook e o amigo Terry Mason estavam no show e decidiram montar uma banda. Bernard tinha uma guitarra, Peter Hook resolveu comprar um baixo e Terry foi escalado como baterista, embora não tivesse muita intimidade com o instrumento. Faltava apenas um vocalista, e Ian Curtis, que também estava neste show dos Pistols, acompanhado da esposa Deborah (eles se casaram em Agosto de 1975) foi o escolhido. 

O primeiro nome da banda era Warsaw, inspirado numa música de David Bowie, "Warszawa", (do álbum Low). A banda Warsaw teve o seu primeiro concerto a 29 de Maio de 1977 como banda suporte das bandas Buzzcocks, Penetration e do poeta John Cooper Clarke no Electric Circus. Tony Tabac foi o baterista nesta apresentação, substituindo Terry Mason, que se tornaria empresário da banda nesta época. Tabac foi substituído no mês seguinte por Steve Brotherdale, integrante de uma banda de punk rock chamada Panik, que acompanhou a banda na gravação das primeiras canções, que ficaram conhecidas como The Warsaw Demo, em Julho de 1977. Por conta de seu temperamento agressivo, Brotherdale também foi dispensado. A banda, então colocou um anúncio em uma loja de discos, procurando por um baterista. Stephen Morris, que estudou no mesmo colégio que Curtis, foi o único que respondeu. 

Já existindo uma banda de punk rock londrina chamada Warsaw Pakt, decidiram mudar o nome da banda para Joy Division nos finais de 1977. "Joy Division" era o nome de uma casa de prostituição extraída de um romance chamado The House Of Dolls, escrito por Yehiel De-Nur, em 1956. Esse nome teve origem nos campos de concentração nazistas, e servia justamente para designar a área reservada às prisioneiras judias que eram oferecidas sexualmente aos soldados nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. 

O seu primeiro trabalho de estúdio, já com o nome Joy Division escolhido como o definitivo foi o EP An Ideal for Living (1978), que ainda tinha forte influência do movimento punk. Durante um show em um clube de Manchester, em 14 de abril, o grupo chamou a atenção do empresário Tony Wilson e de Rob Gretton, DJ que trabalhava no local. Curtis repreendeu Wilson por não colocar a banda em seu programa na extinta Granada Television, So It Goes, então Wilson respondeu que o Joy Division seria a próxima banda que ele iria mostrar na TV. Terry Mason, que tinha assumido o papel de gerente, estava tendo muitas dificuldades para agendar shows. Então, Rob Gretton tornou-se o empresário do Joy Division. Após entrarem para a editora independente Factory Records, de Wilson, foi contratado o produtor Martin "Zero" Hannett, que conduziu a gravação do seus dois álbuns de estúdio e influenciou a sonoridade da banda ao introduzir efeitos eletrônicos nas músicas. Em princípio, o resultado desagradou Bernard e Peter, que preferiam um estilo mais punk, mas teve o respaldo de Curtis. As invenções de Hannett deram certo, e logo toda a banda passou a flertar com a sonoridade eletrônica. Em consequência, os Joy Division são tidos até hoje como referência pioneira ao som new wave da primeira metade dos anos 80. 

No final deste ano, a banda estava em negociações com a RCA para a gravação de um álbum. Mas após desaprovarem o resultado das sessões de estúdio, continuaram na Factory. No dia 27 de dezembro, após o primeiro concerto em Londres, na volta para casa, Ian teve seu primeiro ataque epilético conhecido e foi levado para um hospital. 

Após as músicas "Digital" e "Glass" terem sido lançadas numa colectânea da editora da banda, chamada A Factory Sample, veio o primeiro álbum da banda, Unknown Pleasures (1979). O disco causou grande alvoroço entre o público e a crítica, devido à sua sonoridade soturna e às letras intimistas. Destaque para as faixas "She's Lost Control", "Shadowplay", "Disorder" e "New Dawn Fades".

Ainda em 1979, eles lançaram seu o primeiro single, "Transmission", relativamente famoso em razão da performance que a banda fez em um programa de TV da BBC2, Something Else, que foi ao ar no dia 15 de setembro de 1979. Essa foi a única apresentação televisiva da banda transmitida em rede nacional. As duas primeiras apresentações foram em programas regionais na Granada TV, de Tony Wilson. A primeira, em 20 de setembro de 1978, eles tocaram "Shadowplay" no programa Granada Reports, e a segunda, em 20 de julho de 1979, a música tocada foi "She's Lost Control", no programa What's On. 

No ano seguinte, o quadro clínico de Ian piorou, houve o agravamento de sua epilepsia, com crises cada vez mais frequentes e o aumento dos problemas conjugais. Ainda assim, o Joy Division pôde gravar, em Março, o álbum Closer. No final de Abril, foi lançado o flexi disc de "Komakino" e também o compacto 7" de "Love Will Tear Us Apart", que viria a ser a música mais conhecida do conjunto, permanecendo ainda hoje com o fulgor e a excitação que provocou outrora. 

Suicídio de Curtis e Lançamentos Póstumos.

Ian Curtis cometeu suicídio em 18 de maio de 1980, um dia antes da viagem do Joy Division para os Estados Unidos, onde fariam sua primeira turnê internacional. Devido a problemas na tiragem, Closer tornou-se um álbum póstumo, só sendo lançado em julho. Neste LP, eles se superaram, com composições que viriam a influenciar quase todo o post-punk. Os temas mais elogiados foram "Isolation", "Passover", "Heart and Soul" e "Twenty Four Hours". Aliás, o disco conseguiu chegar ao 6º lugar dos tops ingleses e liderou as paradas alternativas. 

Em setembro de 1980, a começar pelos single "Atmosphere" / "She's Lost Control" (sendo esta refeita, com uma levada mais dançante), vieram os lançamentos póstumos. No ano seguinte, veio o duplo Still, com várias sobras de estúdio e o registro do último concerto do Joy Division. Substance (1988) é uma coletânea de singles e lados B. Permanent, editado sete anos depois, compilou 15 clássicos, mais uma regravação de Love Will Tear Us Apart. Heart and Soul é uma caixa com 4 CDs, que reúnem praticamente tudo que eles gravaram. 

Alguns meses depois do suicídio do vocalista Ian Curtis, os outros membros da banda formaram o New Order. 

A influência do quarteto no rock mundial permanece, como provam bandas como Editors, Plus Ultra, Interpol e Franz Ferdinand, She Wants Revenge, The Killers (que inclusive têm "Shadowplay" como faixa do álbum Sawdust), além de serem grandes ídolos de outros artistas, como Trent Reznor, o homem Nine Inch Nails, Thom Yorke do Radiohead, Billy Corgan dos Smashing Pumpkins e no Brasil o falecido líder da banda Legião Urbana, Renato Russo. 

Estilo Musical.

Os membros do Joy Division foram influenciados por artistas que eles acreditavam transpor algumas verdades sobre o sistema em que viviam, dentre esses encontramos The Doors, Velvet Underground, David Bowie, Sex Pistols e Iggy Pop, bem como Kraftwerk, banda que posteriormente se tornou uma influência muito maior para o New Order. 

O Joy Division começou tocando Punk Rock mas evoluiu para o Pós-Punk logo no primeiro álbum. A sonoridade do grupo passou a ser muito criativa e melancólica. O crítico Simon Reynolds afirmou que "A originalidade do Joy Division tornou-se realmente evidente quando suas músicas ficaram mais lentas." Na descrição de Reynolds "O baixo de Peter Hook era responsável pela melodia, a guitarra de Bernard Sumner preenchia as lacunas ao invés de encher o som do grupo com riffs densos e a bateria de Stephen Morris parecia circular o contorno de um cratera. "Sumner também descreveu o som característico da banda, em 1994: "Ele saiu naturalmente: Eu trabalhava mais com ritmo e acordes, e o Hook com melodia. Ele costumava tocar o baixo muito alto porque eu gostava que minha guitarra soasse distorcida, e o amplificador que eu tinha só funcionava no volume máximo. Quando Hook tocava o baixo, ele não podia ouvir a si mesmo. Steve tem seu próprio estilo de tocar, que é diferente dos outros bateristas. Para mim, o baterista em uma banda é o relógio, mas Steve não seria o relógio, porque ele é passivo: ele seguia o ritmo da banda, o que nos deu a nossa vantagem própria". O timbre vocal de Ian Curtis não era dotado de muita técnica mas isso não o impediu de cantar influenciado por um dos artistas que mais prestigiava, Jim Morrison (The Doors). 

Bernard Sumner atuou como diretor musical não-oficial da banda, um papel que ele transitou para o New Order. Enquanto Sumner era o guitarrista principal do grupo, Curtis tocou o instrumento em algumas músicas gravadas e durante alguns shows. Curtis odiava tocar guitarra, mas a banda insistiu que ele fizesse isso. Sumner disse, "Ele tocava de forma bastante bizarra, o que para nós foi interessante, porque ninguém mais iria tocar como Ian". Durante as sessões de gravação de Closer, Sumner começou a usar sintetizadores construídos por ele mesmo e Hook começou a usar também um baixo de seis cordas para intensificar a melodia do grupo. 

Ian Curtis escrevia letras freneticamente, então ele primeiro ouvia o som instrumental feito pelos outros integrantes e depois inseria as letras mais adequadas. Palavras como "escuridão, pressão, frieza, fracasso, crise, colapso, perda de controle" se repetem nas canções do grupo. As letras de Curtis tratavam de temas depressivos e cotidianos. Os outros integrantes da banda afirmam que as letras refletiam profundamente a vida pessoal dele mas que só perceberam isso depois que ele se suicidou, o que os arrepende muito. O musicólogo Robert Palmer escreveu na revista Musician que os escritos de William S. Burroughs e J.G. Ballard eram "influências óbvias" para Curtis, e Morris também se lembrou do cantor lendo T.S. Eliot. 

O produtor Martin Hannett ajudou muito o Joy Division a desenvolver sua identidade sonora. Hannet teve como objetivo criar um som mais expansivo nos registros do grupo, colaborou bastante na inserção de elementos eletrônicos e deu destaque na “separação do som limpo e claro”, não só para instrumentos individuais, mas mesmo para peças individuais na bateria de Morris. 

Origem dos Nomes.

Stiff Kittens. 

Este nome foi sugerido a Ian Curtis por Richard Boon, empresário dos Buzzcocks, mas a banda o odiou justamente por soar como o nome de um conjunto punk qualquer. À revelia dos integrantes da banda, os membros dos Buzzcocks puseram o nome Stiff Kittens nos cartazes e nos flyers que anunciavam o concerto que fariam juntos no dia 29 de Maio de 1977 e, por essa razão, muitas pessoas acreditam que esta denoninação foi utilizada nessa única ocasião, o que não é verdade. Quando subiram ao palco, o grupo se apresentou à plateia como Warsaw. Portanto, é falsa a afirmação de que algum dia fizeram uso do nome Stiff Kittens.

Warsaw.

A banda foi inspirada pela música "Warszsawa", do álbum Low de David Bowie, em português significa Varsóvia (capital da Polônia). Porém uma banda de punk rock londrina, Warsaw Pakt lançou o seu primeiro álbum em Novembro de 1977, então eles decidiram mudar de nome para evitar alguma confusão.

Joy Division.

Em Dezembro de 1977 eles decidiram o seu nome definitivo. O nome veio do livro The House of Dolls, de Karol Cetinsky. Nesse livro Joy Division (Divisão da Alegria) é o nome dado para a área onde as mulheres judias eram mantidas prisioneiras e "oferecidas" sexualmente aos oficiais nazistas. Texto: Wikipédia. 

Integrantes.

Principais.

Ian Curtis - Vocal, Guitarra (1976-Maio 1980)
Bernard Sumner - Guitarra, Teclado (1976-Maio 1980)
Peter Hook - Baixo (1976-Maio 1980)
Stephen Morris - Bateria (Agosto 1977-Maio 1980)

Ex-Integrantes.

Terry Mason - Bateria (Maio de 1976-Maio 1977)
Tony Tabac - Bateria (Maio-Junho 1977)
Steve Brotherdale - Bateria (Junho-Agosto 1977)

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Como Baixar.

Álbuns.

Unknown Pleasures (1979)
01. Disorder
02. Day of the Lords
03. Candidate
04. Insight
05. New Dawn Fades
06. She’s Lost Control
07. Shadowplay
08. Wilderness
09. Interzone
10. I Remember Nothing


Link.

Closer (1980)
01. Atrocity Exhibition
02. Isolation
03. Passover
04. Colony
05. A Means to an End
06. Heart and Soul
07. Twenty Four Hours
08. The Eternal
09. Decades


Link.

Still (1981)
01. Exercise One
02. Ice Age
03. The Sound of Music
04. Glass
05. The Only Mistake
06. Walked in Line
07. The Kill
08. Something Must Break
09. Dead Souls
10. Sister Ray
11. Ceremony
12. Shadowplay
13. Means to an End
14. Passover"
15. New Dawn Fades
16. Transmission
17. Disorder
18. Isolation
19. Decades
20. Digital


Link.

Substance, 1977-1980 (1988)
01. Warsaw
02. Leaders Of Men
03. Digital
04. Autosuggestion
05. Transmission
06. She's Lost Control
07. Incubation
08. Dead Souls
09. Atmosphere
10. Love Will Tear Us Apart
11. No Love Lost
12. Failures
13. Glass
14. From Safety To Where
15. Novelty
16. Komakino
17. These Days


Link.

Peel Sessions (1990)
01. Exercise One
02. Insight
03. She's Lost Control
04. Transmission
05. Love Will Tear Us Apart
06. 24 Hours
07. Colony
08. Sound Of Music


Link.

Permanent (1995)
01. Love Will Tear Us Apart
02. Transmission
03. She's Lost Control
04. Shadow Play
05. Day Of The Lords
06. Isolation
07. Passover
08. Heart & Soul
09. Twenty Four Hours
10. These Days
11. Novelty
12. Dead Souls
13. The Only Mistake
14. Something Must Break
15. Atmosphere
16. Love Will Tear Us Apart (Permanent Mix)


Heart and Soul (1997)
CD 1.

01. Digital
02. Glass
03. Disorder
04. Day Of The Lords
05. Candidate
06. Insight
07. New Dawn Fades
08. She's Lost Control
09. Shadowplay
10. Wilderness
11. Interzone
12. I Remember Nothing
13. Ice Age
14. Exercise One
15. Transmission
16. Novelty
17. The Kill
18. The Only Mistake
19. Something Must Break
20. Autosuggestion
21. From Safety To Where

CD 2.

01. She's Lost Control (12'')
02. Sound Of Music
03. Atmosphere
04. Dead Souls
05. Komakino
06. Incubation
07. Atrocity Exhibition
08. Isolation
09. Passover
10. Colony
11. Means To An End
12. Heart And Soul
13. Twenty Four Hours
14. The Eternal
15. Decades
16. Love Will Tear Us Apart
17. These Days

CD 3.

01. Warsaw
02. No Love Lost
03. Leaders Of Men
04. Failures
05. The Drawback
06. Interzone
07. Shadowplay
08. Excercise One
09. Insight
10. Glass
11. Transmission
12. Dead Souls
13. Something Must Break
14. Ice Age
15. Walked In Line
16. These Days
17. Candidate
18. The Only Mistake
19. Chance (Atmosphere)
20. Love Will Tear Us Apart
21. Colony
22. As You Said
23. Ceremony
24. In A Lonely Place (Detail)

CD 4.

(Live At The Factory)
01. Dead Souls
02. The Only Mistake

03. Insight
04. Candidate
05. Wilderness
06. She's Lost Control

07. Disorder
08. Interzone
09. Atrocity Exhibition

10. Novelty
(Live At Prince Of Wales Conference Centre, London)
 11. Autosuggestion
(Live At Winter Gardens, Bournemouth)
12. I Remember Nothing
13. Colony

14. These Days
(Live At Lyceum Ballroom, London)
15. Incubation
16. The Eternal
17. Heart And Soul

18. Isolation
19. She's Lost Control

Preston 28 February 1980 (Live 1999)
01. Incubation
02. Wilderness
03. Twenty Four Hours
04. The Eternal
05. Heart And Soul
06. Shadowplay
07. Transmission
08. Disorder
09. Warsaw
10. Colony
11. Interzone
12. She's Lost Control


Link.

Warsaw Demo, 1981 (1999)
01. The Drawback
02. Leaders of Men
03. They Walked in Line
04. Failures
05. Novelty
06. No Love Lost
07. Transmission
08. Living in the Ice Age
09. Interzone
10. Warsaw
11. Shadowplay
12. As You Said
13. Inside the Line
14. Gutz
15. At a Later Date
16. The Kill
17. You're No Good for Me


Link.

The Complete BBC Recordings (2000)
01. Exercise One
02. Insight
03. She's Lost Control
04. Transmission
05. Love Will Tear Us Apart
06. 24 Hours
07. Colony
08. Sound Of Music
09. Transmission
10. She's Lost Control
11. Ian Curtis & Stephen Morris Interviewed By Richard Skinner


Les Bains Douches 18 December 1979  (Live 2001)
01. Disorder
02. Love Will Tear Us Apart
03. Insight
04. Shadowplay
05. Transmission
06. Day Of The Lords
07. 25 Hours
08. These Days
09. A Means To An End
10. Passover
11. New Dawn Fades
12. Atrocity Exhibition
13. Digital
14. Dead Souls
15. Autosuggestion
16. Atmosphere


Link.

Let the Movie Begin (Live 2005)
01. Love Will Tear Us Apart
02. Ian Curtis Interview
03. Leaders Of Men
04. Steve Morris & Ian Curtis Interview
05. Failures
06. Ian Curtis Interview
07. Novelty
08. Martin Hannett Interview
09. New Dawn Fades
10. Ian Curtis Interview
11. Ice Age
12. Steve Morris & Ian Curtis Interview
13. Shadowplay
14. Ian Curtis Interview
15. Passover
16. Martin Hannett Interview
17. Transmission
18. Steve Morris & Ian Curtis Interview
19. At A Later Date
20. Ian Curtis Interview
21. Digital
22. Bernard Sumner Interview
23. Colony
24. Ian Curtis Interview
25. Auto Suggestion
26. Dead Souls


Link.

Martin Hannett's Personal Mixes (2007)
01. Synth Tone
02. Hannett's Lift Recording 1
03. Joy Division Keyboard Doodles
04. Hannett's Lift Recording 2
05. Joy Division False Start 1
06. Curtis Hannett Gretton Interplay Chit Chat And Cup Smashing
07. Hannett Speaks
08. Joy Division False Start 2
09. From Safety To Where
10. Autosuggestion
11. Heart And Soul
12. N4 Europop
13. 24 Hours
14. Passover
15. N4
16. N4
17. Eternal
18. Eternal


The Marble Index (2008)
(BBC Maida Vale Studios London 26.09.79)
01. Colony
02. Komakino
(Britannia Row Studios London 18.-30.03.80)
03. As You Said (Incubation 2) 
04. Shadowplay

(Arrow Studios Manchester 03.-04.05.78)
05. Interzone
06. The Drawback
(Cargo Studios Rochdale 10.-11.79)
07. Atmosphere
08. Dead Souls  
(Eden Studios London 04.03.79)
09. Insight

10. Glass
11. Transmission
12. Ice Age 

 (Strawberry Studios Stockport 03.80)
13. She's Lost Control 

(Tj Davidson's Rehearsal Studios Manchester 28.04.80)
14. Ceremony
15. In A Lonely Place
 
(Pennine Sound Studios Oldham 04.06.79)
16. Candidate

17. The Only Mistake
18. Chance (Atmosphere)
 
(Live In London 02.08.79)
19. Autosuggestion
20. I Remember Nothing
 
(Live In Manchester 13.07.79, Wrong Date On Cover)
21. Atrocity Exhibition


- +- Singles 1978-80 (2010)
01. Heart & Soul
02. Isolation
03. Love Will Tear Us Apart (Peninne Version)
04. She’s Lost Control
05. These Days
06. Love Will Tear Us Apart
07. As You Said
08. Incubation
09. Komakino
10. Dead Souls
11. Atmosphere
12. Novelty
13. Transmission
14. From Safety To Where
15. Autosuggestion
16. Glass
17. Digital
18. Failures
19. No Love Lost
20. Leaders Of Men
21. Warsaw


Link.

Singles & EP’S.

An Ideal For Living (7'' EP 1978)
01. Warsaw
02. No Love Lost
03. Leaders Of Men
04. Failures

Atmosphere (7'' Single 1979)
01. Atmosphere
02. Decades

Komakino (7'' Single 1980)
01. Komakino
02. Incubation
03. As You Said

Licht Und Blindheit (7'' Single 1980)
01. Atmosphere
02. Dead Souls

Love Will Tear Us Apart (12'' Single 1980)
 
01. Love Will Tear Us Apart
02. These Days
03. Love Will Tear Us Apart

She's Lost Control - Atmosphere (12'' Single 1980)
 
01. She's Lost Control
02. Atmosphere

Transmision (12'' Single 1980)
01. Novelty
02. Transmission


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23 comentários :

  1. Mais uma bela discografia! O trabalho de vocês é excelente. =]

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  2. Grande Alex! Cara, parabéns por mais esta discografia. Joy Division é demais. Vida longa ao Muro e ao Alex!

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  3. beleza de banda, parabéns muro

    att andrey

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  4. Muitíssimo top! Deus salve o Muro fuck yeahhhhh!!!

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  5. Top..top..top! Deus salve o Muro fuck yeahh!!!!

    ResponderExcluir
  6. Parabéns por mais um grande trabalho,otima discografia
    Mauricio

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  7. Sem palavras... Joy realmente marcou muita coisa... quem ainda não viu o filme eu recomendo... CONTROL. Ian Curtis era um mestre.

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  8. Se foi inspiração para Renato Russo deve valer a pena baixar. Obrigado.

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  9. no mural da facu (fclar - unesp) tem escrito Love Will Tear Us Apart !!

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  10. Muro sempre me fazendo feliz... pela milésima vez,parabéns pela iniciativa. Corpartilhando o melhor da música.

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  11. Respirando Joy Division.

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  12. Simplesmente fantástico! Parabéns!
    Carlos A Andreotti

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  13. Muito bom, um favor à humanidade! Parabéns pelo trabalho

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  14. Cara, meus parabéns pelo trabalho fantástico! Sem palavras, muito obrigado por compartilhar conosco todo esse material magnífico!

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  15. obrigada!!agora minha vida ta mais feliz!!

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  16. Gostei muito já na primeira audição, música envolvente, vou baixar todos, muito obrigado MURO.

    Edson - BH

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  17. Gente, uma dúvida: a capa do disco "Unknown Pleasures", lançado originalmente em 1979 é essa mesma? É que eu vi em vários lugares onde o fundo é todo preto, apenas com o desenho ao centro e sem os nomes da banda e do disco. Desde já, agradeço quem puder me esclarecer isso. E lógico, Joy Division é uma banda ótima.

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  18. I love you dude. Many thanks !!

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  19. MARAVILHA!CRIANÇA NO SETOR DE DOCES... PARABÉNS!

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  20. Uma das melhores bandas Post-Punk/Gothic Rock.

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  21. dizem q essa banda traz depressão,ja ouvi muita gente dizendo isso.Pelo contrário ela me traz muita felicidade,energia e chega a ter um som pra cima,caras q se influenciam em The Stooges,Iggy Pop,The Doors não podem transmitir depressão!!!

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  22. Vida Longa Ao Muro !!

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