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3 de junho de 2015

Steven Wilson - Discografia.

Um dos artistas mais ecléticos e prolíficos no cenário do rock, Steven Wilson tem escrito, gravado e produzido música continuamente desde os 10 anos de idade. Nascido em Hemel Hempstead, na Inglaterra, em 3 de Novembro de 1967, Steven teve sua primeira exposição à música aos oito anos, quando reparou seu pai ouvindo o álbum "Dark Side Of The Moon", da banda Pink Floyd e sua mãe ouvindo "Love To Love You Baby", da cantora pop/disco Donna Summer, dois álbuns que foram fundamentais no desenvolvimento de sua direção musical. Seu pai, um engenheiro eletricista construiu e lhe deu de presente uma máquina de gravação “multi-track”, com a qual começou a experimentar “overdubbing” e desenvolver um repertório de técnicas de produção. Algumas fitas demo começaram a surgir em meados dos anos 80, enquanto Steven ainda estava na escola e, no final da década, criou os dois projetos que lhe valeu a entrada no mundo profissional da música: Porcupine Tree e No-Man.

Porcupine Tree, banda em que Wilson explorou psicodelia, música progressiva e seu amor pela música ambiciosa dos anos setenta, era inicialmente uma banda imaginária onde, na realidade, ele usou a técnica de “overdubbed” em todos os instrumentos. Por volta dessa mesma época, Steven formou a banda No-Man, sua colaboração de longo prazo com o cantor Tim Bowness. Influenciados por tudo, desde música ambiente até o hip-hop, seus compactos e álbuns iniciais eram uma mistura de batidas dance e orquestrações exuberantes. Assinando com as gravadoras One Little Indian no Reino Unido e Epic nos EUA em 1990, receberam elogios tremendos da imprensa musical, aparecendo nos “Compactos da Semana” na Melody Maker e Sounds and Hot Press.

Enquanto isso, as coisas evoluíam com o Porcupine Tree, cuja popularidade crescente superava rapidamente o pretexto imaginário de um grupo real. Seu segundo álbum de estúdio, “Up The Downstair” foi lançado em 1993, muito elogiado pela Melody Maker como "uma obra-prima psicodélica... um dos álbuns do ano." Este foi o primeiro álbum a incluir o tecladista Richard Barbieri e o baixista Colin Edwin, embora apenas como convidados, pois o álbum era ainda efetivamente um projeto solo de Wilson. O álbum seguinte, “The Sky Moves Sideways” foi uma transição que unia a parte solo de Steven com a participação dos outros membros, tornando-se uma banda completa com a adição de Chris Maitland na bateria. Com o lançamento de mais álbuns a curto tempo e uma extensa turnê, o resultado foi uma série de aparições nas paradas e aclamações da crítica, com muitos fãs considerando-os como o Pink Floyd dos anos 90s.

Em 2001 Porcupine Tree assinou com a gravadora US Lava Records, sob os auspícios da Atlantic Records. Com o apoio de uma grande gravadora e com um novo baterista, Gavin Harrison, um novo álbum, “In Absentia” viu a luz do dia em 2002, com um som mais pesado do que todos os trabalhos anteriores do grupo. Conseguiu destaque nas paradas em muitos países europeus e ainda hoje continua sendo um dos mais vendidos álbuns da banda. Foi também o primeiro álbum a ser lançado em 5.1 Surround Sound, ganhando o título de "Melhor Álbum Mixado Em Som Surround" oferecido pelo Surround Music Awards 2004. O próximo álbum, “Deadwing” foi inspirado em um roteiro de filme escrito por Steven e o cineasta Mike Bennion e se tornou o primeiro álbum deles a aparecer nas paradas em todo o mundo. Ganhou o "Álbum do Ano" na premiação da revista Classic Rock e sua versão surround recebeu o título de "Melhor Álbum Mixado Em Som Surround”, mais uma vez. No ano seguinte a banda lançou “Fear Of A Blank Planet”, indicado para um Grammy nos Estados Unidos e que ganhou diversas enquetes como o melhor álbum do ano. Seu décimo álbum de estúdio “The Incident” foi lançado no final de 2009 e tornou-se seu álbum de mais sucesso nas paradas até à data, mais uma vez recebendo uma indicação ao Grammy, seguido por outra extensa turnê que incluiu espetáculos de arena e shows esgotados no Radio City Music Hall, em Nova York e no Royal Albert Hall, em Londres. Fecharam 2010 com o status indiscutível de maior banda de "underground" do mundo, naquele período.

A partir de 2003, Steven calmamente começou a lançar músicas em seu próprio nome, sob a forma de uma série de dois CDs singles com seu próprio selo Headphone Dust, cada um com uma versão cover e uma canção original. A escolha e tratamento das versões covers era imprevisível, já que ele apresentou músicas de Alanis Morissette, Abba, The Cure, Momus, Príncipe e Donovan. Estilisticamente estas versões covers permitiram-no expandir sua paleta musical em todos os estilos, desde músicas eletrônicas e músicas pop a despojadas baladas acústicas. Isso levou à sua decisão de gravar seu primeiro álbum solo de músicas inéditas.

Entre janeiro e agosto de 2008, Steven começou a gravar material que seria apresentado no álbum “Insurgentes”. Composto por 10 faixas novas que vão desde baladas e música experimental ao lado obscuro, cinematográfico e ricamente setorizado, o álbum representou cerca de dois anos de produção criativa e inúmeras sessões de gravações em todo o mundo, como sessões em estúdios na Cidade do México, no Japão e em Israel. Todo o processo foi documentado visualmente pelo cineasta Lasse Hoile e o filme final apresentou imagens das sessões de gravação, sequências surreais e entrevistas com Steven e muitos outros músicos sobre o que significava ser um músico na era dos Ipods e da cultura de se baixar música pela internet.

Um segundo álbum solo “Grace For Drowning” foi gravado em 2010-11 e lançado em setembro de 2011 em CD, vinil e Blu-ray como um disco duplo projetado para ser ouvido como dois álbuns individuais, com as partes nomeadas como “Deform To A Star” e “Like Dust I Have Cleared From My Eye”. O álbum recebeu enorme aclamação da crítica e atingiu as paradas em todo o mundo, notadamente alcançando a posição top 40 no Reino Unido, Holanda e Alemanha e alcançando o top 10 na Polônia. Foi também indicado ao Grammy Awards 54 ao “Melhor Álbum Mixado Em Som Surround”. Pouco antes do lançamento do álbum, Steven também anunciou sua primeira turnê solo na Europa e na América do Norte. A primeira etapa da turnê aconteceu em outubro e novembro de 2011 e continha canções dos dois álbuns, “Insurgentes” e “Grace For Drowning”. A turnê contou com som quadrifonico e muitos elementos visuais inéditos. A segunda etapa aconteceu em abril-maio ​​de 2012, desta vez também incluindo a América do Sul e apresentou uma nova versão de 12 minutos da música “Luminol”, que tinha sido escrita especificamente para a nova formação da banda. Um DVD/ Blu-ray ao vivo, gravado no México intitulado “Get All You Deserve” foi lançado em 25 de setembro de 2012, novamente com sucesso estrondoso em toda a Europa (# 2 na Alemanha e #5 no Reino Unido).

Ao mesmo tempo em que Steven estava trabalhando em “Grace For Drowning”, ele também desenvolvia um álbum em colaboração com seu amigo de longa duração, o líder da banda sueca Opeth, Mikael Åkerfeldt. O resultado dessa parceria foi finalmente lançado em maio de 2012 sob o nome de “Storm Corrosion” e indo contra toda expectativa, foi um álbum orquestrado e com uma atmosfera sombria, muito influenciado pela paixão de ambos por artistas como Scott Walker e Talk Talk.

Steven se tornou conhecido pelo alto padrão de sua produção e é um cobiçado técnico de som e produtor. Artistas que já trabalharam com ele nesses quesitos incluem a norueguesa Anja Garbarek, a banda inglesa Anathema e a banda progressiva de metal sueca Opeth, para quem ele produziu e/ou mixou quatro álbuns. Outros projetos incluem Blackfield, uma colaboração com o megaestrela israelense Aviv Geffen, que já produziu dois álbuns aclamados, artistas como OSI, Marillion, JBK, Orphaned Land, Paatos, Theo Travis, Yoko Ono, Fish, Cipher  e seu outro projeto secundário no estilo drone/ ambiente / experimental, a banda Bass Communion.

Mais recentemente, Steven tornou-se conhecido por suas mixagens em som surround 5.1, começando com seus próprios projetos, mas também trabalhando desde 2009 na remasterização de vários álbuns clássicos do rock progressivo, com destaque para as discografia das banda King Crimson, no qual Steven trabalhou em colaboração com Robert Fripp e Jethro Tull. Também remixou vários álbuns das bandas de rock progressivo Yes, Caravan, Gentle Giant, Emerson, Lake & Palmer e vários outros projetos ainda não anunciados.

Em 2012, Steven ganhou o troféu "Guiding Light" oferecido pela Progressive Music Awards e começou a gravar seu terceiro álbum solo, “The Raven That Refused To Sing (And Other Stories) em Los Angeles, com o lendário produtor e engenheiro de som, Alan Parsons. O álbum foi lançado em fevereiro de 2013 sendo um enorme sucesso comercial e de crítica, ganhando inúmeros comentários cinco estrelas e marcando presença nas paradas de todo o mundo.

Steven montou uma banda bem virtuosa para esse projeto, que incluía Guthrie Govan (guitarra), Adam Holzman (teclados), Theo Travis (flauta/sax), Nick Beggs (baixo) e Marco Minneman (bateria), mesmo time que o acompanhou em uma turnê mundial de enorme sucesso em 2013, apresentando 78 shows em 22 países. Shows no Reino Unido incluíram shows com lotação completa no Royal Albert Hall e no Royal Festival Hall. A canção ”The Raven That Refused To Sing” foi destaque no trailer do filme de 2014, Pompéia.

Seu quarto disco de estúdio, lançado em 02 de março de 2015, pela gravadora Kscope Records, “Hand.Cannot.Erase” é um álbum conceitual; um conto hipnotizante e labiríntico cortado de uma mistura vívida de fato e ficção. Em termos musicais, as novas músicas são um grupo mais variado e esotérico do que aquelas de “The Raven...”, em parte mostrando a aversão de Steven em repetir-se, mas também por causa da forma como ele expõe seus argumentos. Uma coisa que se manteve a mesma foi a banda, que esteve mais uma vez disponível para mostrar suas habilidades e sensibilidades extraordinárias. Desviando de escapadas sonoras eletrônicas para incendiários épicos de rock progressivo e cobrindo todas as fases intermediárias “Hand.Cannot.Erase” é simultaneamente, um somatório de tudo o que veio antes disso na carreira de Steven e bastante diferente de tudo que ele gravou antes. Mostrou sua voz de composição cada vez mais refinada e distinta, bem como a utilização de novos elementos, tais como um vocal feminino, na interpretação de Ninet Tayeb e o incomum (no contexto de um álbum de rock, pelo menos) uso de um coro de meninos.

Ele atualmente vive em Hemel Hempstead, a cidade em que cresceu, mas também passou um tempo morando em Londres e Tel Aviv para desenvolvimento de seus inúmeros projetos. Texto: Francisco Eduado, fontes: Wikipédia em inglês e Site Oficial. Steven Wilson Remixes (Facebook)

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Álbuns.

Insurgentes (2008)
 
01. Harmony Korine
02. Adandoner
03. Salvaging
04. Veneno Para Las Hadas
05. No Twilight Within The Courts Of The Sun
06. Significant Other
07. Only Child
08. Twilight Coda
09. Get All That You Deserve
10. Insurgentes


Nsrgnts Rmxs (EP 2009)
 
01. Harmony Korine (David A. Sitek Magnetized Nebula Mix)
02. Get All You Deserve (Dalek Mix)
03. Abandoner (Engineers Mix)
04. Salvaging (Pat Mastelotto Mix)
05. Abandoner (Danse Macabre Mix)
06. Get All You Deserve (Fear Falls Burning Mix)


Grace For Drowning (2011)
 
CD 1.

01. Grace for Drowning
02. Sectarian
03. Deform to Form a Star
04. No Part of Me
05. Postcard
06. Raider Prelude
07. Remainder the Black Dog

CD 2.

01. Belle De Jour
02. Index
03. Track One
04. Raider II
05. Like Dust I Have Cleared from My Eye


Catalogue / Preserve / Amass: Live In Europe, October 2011 (2012)
 
01. Index
02. ADeform To Form A Star
03. No Part Of Me
04. Raider II


The Raven That Refused To Sing: And Other Stories (2013)
 
01. Luminol
02. Drive Home
03. The Holy Drinker
04. The Pin Drop
05. The Watchmaker
06. The Raven That Refused to Sing


Cover Version 2003-2010 (2014)
 
01. Thank You
02. The Day Before You Came
03. A Forest
04. The Guitar Lesson
05. Sign 'O' The Times
06. Lord Of The Reedy River
07. Moment I Lost
08. Please Come Home
09. Four Trees Down
10. The Unquiet Grave
11. Well You're Wrong
12. An End To End


Hand. Cannot. Erase. (2015)
 
01. First Regret
02. 3 Years Older
03. Hand Cannot Erase
04. Perfect Life
05. Routine
06. Home Invasion
07. Regret #9
08. Transience
09. Ancestral
10. Happy Returns
11. Ascendant Here On...
 

Link.

Transience (Coletânea 2015)
 
01. Transience (Single Version)
02. Harmony Korine
03. Postcard
04. Significant Other
05. Insurgentes
06. The Pin Drop
07. Happy Returns (Edit)
08. Deform to Form a Star (Edit)
09. Thank You
10. Index
11. Hand Cannot Erase
12. Lazarus (2015 Recording)
13. Drive Home


Link.

4 ½ (2016)
 
01. My Book Of Regrets
02. Year Of The Plague
03. Happiness III
04. Sunday Rain Sets In
05. Vermillioncore
06. Don't Hate Me
 

Link.

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Porcupine Tree - Discografia. 

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8 comentários :

  1. esse cabra é fera

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  2. Jayme da costa, Maceió, AL04/06/15 04:40

    Sonoridade bastante criativa, pequenos elementos sonoros que se encaixam em forma psicodélica...Muito agradecido e vamos viajar... Forte abraço.

    ResponderExcluir
  3. Fantástico............ Portugal

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  4. Excelente! Muitos sons diferentes juntos de uma forma criativa. Ouça agora.

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  5. Bela euforia progressiva e inconstante por aqui, agora.
    Material finíssimo!
    Parabéns pelo texto!

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  6. Muito bom, mesmo bom....

    ResponderExcluir
  7. O Cara é um gênio, Gênio do Remix.
    muito bom o trabalho dele, Cd's ótimos.
    Belos Cds das bandas Jethro Tull, Yes, ELP e outros pela sua remixagem.
    Abraço Alex , Parabéns pelas obras que vc vem colocando no MURO para nós.
    Zigo

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